Muitas vezes queremos expressar algum sentimento, alguma opinião em relação a determinados assuntos. A possibilidade de escrever e montar um registro público destas manifestações me agrada. Farei aqui um espaço para falar, conversar, debater, me expressar.
Algumas considerações iniciais
Gosto dos comentários. Não são, para mim, apenas um sinal de popularidade, como a maioria dos blogs que vejo. Eles têm um significado maior, que é o de saber como as pessoas que aqui estão pensam sobre os assuntos que comento. Portanto, fique à vontade para escrever. Na medida do possível, responderei a cada um deles.
domingo, 21 de outubro de 2012
MUDANÇAS
sábado, 15 de setembro de 2012
DESCONTO
terça-feira, 1 de maio de 2012
PALAVRÕES
sábado, 21 de abril de 2012
PREENCHENDO O VAZIO COM O VAZIO
sábado, 11 de fevereiro de 2012
GRAVITACIONAL
domingo, 29 de janeiro de 2012
TIRO NA CONSCIÊNCIA
sábado, 14 de janeiro de 2012
RETROVISOR
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
MURRO EM PONTA DE FACA
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
CAMINHANDO PARA A MORTE
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
AS LOUCURAS DE CADA UM: INDIGNAÇÃO
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
A TORTURA AINDA É LIBERADA NESTE PAÍS?
terça-feira, 30 de agosto de 2011
UFC X FUTEBOL: ONDE ESTÁ, DE FATO, A VIOLÊNCIA?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
ETERNA PROCURA
domingo, 14 de agosto de 2011
OLHOS
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
MOMENTO MUSICAL: PEDAÇO DE MIM
Chico Buarque e Zizi Possi, 1978, "PEDAÇO DE MIM"
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi
Oh, metade adorada de mim
Leva os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
ONDE ISSO VAI PARAR?
Obs: para ilustrar, segue vídeo mostrando o quanto um bandido e seu advogado se importam com a justiça.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
CONJUGANDO
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O CORPO COMO MOEDA E AMY WINEHOUSE
terça-feira, 19 de julho de 2011
IOIÔ
Muitos casais vivem isso em suas vidas, forçam uma situação pela qual é visível que não pode dar certo. Na maior parte dos casos, são casais que não observam as diferenças que existem entre eles, relevam num primeiro momento coisas que incomodam demais, pensando que as coisas se acertarão com o passar do tempo. Como já mencionei em outra conversa (Positivo atrai negativo, negativo atrai positivo), acredito que algumas diferenças não são superáveis e não há nada que se possa fazer. Ou melhor, há: não insistir em algo que não melhorará.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
QUEBRANDO TABUS
domingo, 12 de junho de 2011
AMOR INCONDICIONAL
“Um cachorro não precisa de carrões, de casas grandes, ou roupas de marca, um graveto esta ótimo pra ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro, dê seu coração pra ele e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir... extraordinário?”
São com estas palavras, ditas no excepcional filme “Marley & Eu”, que inicio mais uma conversa. Ter um cachorro próximo é uma experiência que todos deveriam viver. Apesar de saber que não é uma verdade, tento crer que existem apenas duas categorias de pessoas: as que amam os cachorros e as que ainda não os conhecem a ponto de desenvolver este sentimento.
Quem tem ou teve este prazer de compartilhar parte da vida com um cão, vai compreender perfeitamente as linhas que se seguem. Somente quem conhece sabe ver nos olhos daquele animalzinho o tanto de amor que ele sente por seus donos, o sentimento de proteção que ele desenvolve, a necessidade de dar e receber afeto pelo maior tempo possível. É a essência do amor puro, incondicional, sem desejo de algo em troca.
É somente nesta relação que você observa todos os fundamentos pregados por muito aí, fundamentos que as pessoas deveriam seguir, mas não conseguem por motivos diversos, que já estão impregnados na nossa alma. Os humanos jamais atingirão o patamar da pureza dos cães. Ali você enxerga o perdão verdadeiro, reconhece a alegria por sua presença.
Quem você conhece que te admira o tempo todo? Que tenta quebrar as barreiras da comunicação para tentar te entender? Que arrisca a vida para te defender de situações perigosas? De onde acha que nasceu o conceito de lealdade? Veio dali, caro amigo, da relação que o cão tem com seu dono, isso sim é fidelidade, é respeito, é carinho.
Não passe desta vida sem uma experiência assim. Quando der, adote um cachorrinho, traga para seu cotidiano um amigo de verdade. Funciona de maneira oposta aos relacionamentos entre humanos. Geralmente a gente começa bem e vai conhecendo os defeitos, vai se decepcionando. Já com os cães é ao contrário. No início pode ser um pouco difícil, a adaptação tem problemas, mas com o tempo você verá que suas apostas não foram em vão, que sua vida foi pequena até o momento em que você se deixou levar por uma das experiências mais emocionantes de sua vida.
É isso.
Obs: Além do "Marley & Eu', recomendo também outro filme chamado "Sempre ao seu lado", com Richard Gere. Este texto é em homenagem a Cely, uma das coisas mais lindas que já ocorreram em minha vida.Na foto aí ela aparece com sua nova amiga, Laurinha (clone do cachorro dos Simpsons), sobrevivente da tragédia na região serrana do Rio.
terça-feira, 7 de junho de 2011
VITALÍCIO
Estar em um lugar que te faz bem, encontrar pessoas que iluminam sua alma, viver aquilo que realmente deseja para aquele momento. Eu disse algo de errado? Algo fora da lei? Claro que não. O que há de errado nisso? Nada, absolutamente nada. Mas vá tentar fazer isso quando deseja para ver o que acontece. Muitas pessoas não entendem, te criticam, te julgam por atitudes que nem sempre você vai ter.
Como pesar suas atitudes na balança da moral? Ou na balança do bom senso? É possível realmente fazer isso? Não sei, é plausível pensar que as coisas que te agradam vão ser sempre julgadas? E até que ponto você vai suportar críticas e desconfianças cada vez que resolve o seu destino, que decide o que você quer?
Por que as pessoas se preocupam mais em olhar para a vida de outras pessoas? Será esta a explicação do sucesso dos big brother`s (pode escrever esta palavra assim?) da vida? Olhar para os problemas alheios minimiza os nossos? Por alguns instantes até pode parecer que sim, mas no fundo as coisas andam de maneiras bem diferentes. Procurar diminuir as coisas que nos afligem apenas buscando problemas maiores na vida de outras pessoas é atitude patética, mesquinha, de gente que se faz parecer viver em um patamar mais alto que os demais.
Mundinho pequeno, tempo de vida ainda menor, e quais as razões para se limitar desta forma? Respeite as outras pessoas, não invada o espaço que traga desconforto a elas, mas não se imponha barreiras sem sentido, barreiras criadas pela inveja, pela mediocridade alheia. Deixar de fazer coisas que te agradam, coisas que te deixam mais leve, que te dão a sensação de que valeu a pena viver naquele dia, que valeu a pena optar por estar ali, apenas por receio, medo, vergonha, vai fazer você viver uma meia vida, viver menos do que poderia.
Não pode ser chamado de anarquia. Deve ser chamado de felicidade. Precisa ser encarado como meta de alegria, foco em viver, na essência de sentido desta palavra. Cada momento encarado como único, de verdade, sem demagogia. Extraia algo de bom em tudo que viver, pense nas experiências, em quanto aprendeu, em quais sentimentos trocou, no quanto agradou e foi agradado. Encarar os dias assim é a maneira menos traumática de passarmos este pequenos estágio chamado vida.
É isso.
domingo, 8 de maio de 2011
ENTORPECER
quinta-feira, 7 de abril de 2011
MOMENTO DE DISCUTIR A QUESTÃO DAS ARMAS DE VERDADE
terça-feira, 1 de março de 2011
UM ELOGIO À VITÓRIA DISSIMULADA
Deparei-me com uma frase que me fez pensar. Ela diz: “O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica”. O autor desta frase é Norman Vincent, um escritor americano que pregava o positivismo, talvez pelo fato de também tiver sido pastor, daqueles que conduziam multidões em suas aparições. Quanta verdade existe nesta pequena frase, quanta filosofia de vida, quantas pessoas!
O que você, caro amigo, já fez, ainda que estivesse passando por cima de seus princípios éticos, em prol de um elogio, de uma promoção, de um reconhecimento? Talvez nem tantas coisas assim, mas por algum momento de nossas vidas, quem sabe apenas um momento, nos vislumbramos com o status, com o poder mais, e deixamos de lado coisas simples que sempre nos nortearam, que sempre cercearam atitudes ruins, daquelas que perturbam quando repousamos a cabeça nos travesseiros.
A pergunta sempre é: valeu realmente à pena fazer aquilo? Toda aquela pompa, aquela ostentação, a colheita dos louros da vitória, enfim, ser colocado no patamar mais alto do pódio, em troca de um ato que põe em cheque tudo aquilo que você acredita, no lugar de uma crença que perdurou por toda sua vida e que, inevitavelmente, ainda perdura?
Somos avessos à críticas, ainda que se ouça por aí discursos que destoam disso (apesar de considerá-los que soam um tanto falso), não gostamos de ser contrariados, rechaçados. A crítica, ainda que feita de maneira suave, com o intuito de engrandecer, sempre atinge de uma maneira dura. Quando fazemos algo com vontade, empenho, e ainda assim esta ação vira alvo de críticas, o sentimento é de derrota, de desânimo. Não deveria.
O remédio para lutar contra tudo isso vem de dentro, vem das atitudes. Que tal fazer as coisas porque realmente acredita nelas, porque elas andam alinhadas com seus princípios, com suas verdades? Que tal pensar que em troca de um evasivo elogio vem um sentimento de gratidão, ainda que este não seja claramente exteriorizado? Que tal pensar que sua atitude realmente fez bem a outra pessoa, ainda que tenha passada despercebida por quem você quisesse que a notasse?
Procure dar valor às críticas, tente enxergar a verdade nelas. Em alguns casos somos criticados sem propósito, quer seja por inveja, quer seja por rancor. Em outros, são críticas infundadas, apenas para desmerecer um trabalho feito. Mas em outros tantos, elas aparecem para nos alertar, mostrar que algo não vai bem, que talvez aquilo que enxergamos está sob a perturbadora nuvem da certeza absoluta que insiste em ficar entre nossos olhos e a ação almejada. É aí que entra a importância das críticas, de tentarmos nos colocar a certa distância, para aí sim obter clareza e a convicção de que optamos pelo caminho certo, o caminho do bem.
É isso.



















