<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591</id><updated>2012-02-11T14:18:09.671-02:00</updated><category term='Comportamento'/><category term='Cotidiano'/><title type='text'>Comentando ao acaso</title><subtitle type='html'>Muitas vezes queremos expressar algum sentimento, alguma opinião em relação a determinados assuntos. A possibilidade de escrever e montar um registro público destas manifestações me agrada. Farei aqui um espaço para falar, conversar, debater. O blog não tem cunho científico, literário, nada disso. Usando algumas notícias publicadas na mídia ou fatos cotidianos, as conversas virão em seguida. Possíveis mudanças de opinião poderão acontecer, esteja preparado.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3059494499209856731</id><published>2012-02-11T02:31:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T02:31:16.553-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>GRAVITACIONAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qY5UkxErF6k/TzXu5C4TvoI/AAAAAAAAAEM/GfbAvujJL3w/s1600/gravitacional2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-qY5UkxErF6k/TzXu5C4TvoI/AAAAAAAAAEM/GfbAvujJL3w/s1600/gravitacional2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em algum momento, caro amigo, já analisou quais pessoas fizeram parte da sua vida ou que ainda fazem? Consegue encaixar esse grupo de pessoas, ou pelo menos grande parte dele, em um perfil bem definido? É bem provável que sim, ou seja, que as pessoas que passam ou que ficam em sua vida possuem traços de personalidades bem semelhantes. Sim, você vai espernear agora, falando que fulano é de um jeito e beltrano é completamente diferente, e que ambos fazem parte do seu círculo social. Mas pense bem, analise friamente. Será mesmo que são tão diferentes assim? Será que, lá no fundo, você não consegue traçar a mesma linha para os dois? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vejo pessoas, principalmente mulheres, reclamando que só atraem caras ruins, pessoas problemáticas, ao passo que outros conhecidos não passam por este tipo de situação. E aí, será que há alguma explicação? Será que podemos atribuir somente à sorte ou ao azar? Acredito que não. Penso que atraímos e, principalmente, conquistamos, aquilo que somos. Nem mais, nem menos. Ficam em nossas vidas aquelas pessoas que mais se parecem conosco. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, é complicado atribuir sempre ao outro a culpa pelos fracassos dos relacionamentos. Não dá para sempre achar que os outros estão sempre errados, se no fundo, somos iguais, pensamos de forma semelhante, faríamos o mesmo se pudéssemos trocar de lugar. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ficamos ali, indagando os motivos de tanto sofrimento, de tanta decepção. Mas não nos questionamos qual a energia que emitimos, quais tipos de sinais passamos ao conhecermos alguém. Com atitudes, vocabulários, gestos, entre outros sinais, passamos a mensagem sobre nós mesmos, mostramos quem somos e, caso haja alguma semelhança, a outra pessoa permanece, quer seja para desvendar essas mensagens, quer seja para compartilhá-las. E aí, caro amigo, não reclame tanto se esta pessoa não agradar. Ela reflete um tanto de você! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Atente-se para o que emite. Atente-se para quem está ao seu redor. É exatamente esse grupo que quer para si? Caso não, repense a forma de agir, de iniciar uma relação, de se portar diante de pessoas que ainda não conhece. Aí pode estar a chave de se conquistar pessoas melhores, pessoas com boas energias, enfim, pessoas que vão nos fazer bem, assim como, com nossa mudança, também faremos bem a elas e às outras que aparecerão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3059494499209856731?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3059494499209856731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3059494499209856731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3059494499209856731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3059494499209856731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2012/02/gravitacional.html' title='GRAVITACIONAL'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qY5UkxErF6k/TzXu5C4TvoI/AAAAAAAAAEM/GfbAvujJL3w/s72-c/gravitacional2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-763288076493559778</id><published>2012-01-29T02:16:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T15:04:24.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>TIRO NA CONSCIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CdBlUmf_q-8/TyTIDEDqOvI/AAAAAAAAAEE/rB0zp4esThw/s1600/Tiro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-CdBlUmf_q-8/TyTIDEDqOvI/AAAAAAAAAEE/rB0zp4esThw/s1600/Tiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quantas e quantas vezes, caro amigo, você se viu obrigado a fazer uma coisa que não gosta? E quantas vezes teve que fazer algo que fere seus princípios? Pode ser que, por sorte sua, tais situações não ocorram com tanta frequencia. Mas de uma coisa tenha certeza: é terrível ter que agir contra sua vontade e, principalmente, contra seu coração. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O tempo não consegue apagar aquele momento, aquele instante, aqueles poucos segundos que não voltam mais. Sua atitude ficará marcada para sempre. E você vai tentar achar justificativas que não cicatrizarão as feridas. Alguns falarão que não havia alternativa. Outros dirão que foi necessário para preservar um bem maior. Ainda assim, tentando internalizar todas as mensagens, ainda vai doer. Bem lá no fundo, vai doer e muito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O olhar cabisbaixo te denuncia. Alguma coisa não vai bem. Alguns perceberão, outros não. Não importa. Não importa o quanto tentam te convencer que as coisas vão melhorar, que tudo será esquecido. Não será. Por quanto tempo tudo isso irá remoer por dentro? O que será preciso fazer para minimizar uma atitude que tanto feriu? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ponderando a ação e o resultado, ainda sim se percebe que não foi válido. Sim, poderia ter sido pior, outras coisas até mais importantes poderiam ter sido atingidas. Mas não foram, não neste momento. Ter que decidir com base no “talvez” é ainda mais cruel. Nunca haverá resposta para qualquer questionamento. Tudo se foi, mas seu coração ainda está aqui. Não deixe que ele seja atingido, não deixe que ele esfrie, que se torne uma pedra de gelo. Mantenha-se sensível, sempre, sempre. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É (mais ou menos) isso. &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-763288076493559778?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/763288076493559778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=763288076493559778' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/763288076493559778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/763288076493559778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2012/01/tiro-na-consciencia.html' title='TIRO NA CONSCIÊNCIA'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CdBlUmf_q-8/TyTIDEDqOvI/AAAAAAAAAEE/rB0zp4esThw/s72-c/Tiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8127087742165179009</id><published>2012-01-14T03:19:00.000-02:00</published><updated>2012-01-14T03:19:30.922-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>RETROVISOR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-plah4mwchdM/TxEQAqFHg2I/AAAAAAAAAD8/UbssK0nQvMY/s1600/ALINE+RETROVISOR%255B1%255D.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-plah4mwchdM/TxEQAqFHg2I/AAAAAAAAAD8/UbssK0nQvMY/s320/ALINE+RETROVISOR%255B1%255D.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Olho para trás e vejo coisas boas. Simultaneamente, vejo as ruins da mesma forma. Vejo o que engrandeceu, vejo o que diminuiu. O que fez feliz, o que deixou triste. Não vejo, ou melhor, não enxergo muitas coisas. Coisas que não quero enxergar, coisas que minha memória fez questão de deixar em um canto muito bem guardado. Por alguma razão o mesmo mecanismo é usado também para momentos agradáveis, que ficaram esquecidos juntamente com as pessoas que estiveram presentes nestes momentos comigo. Talvez não se consiga distanciar o bom momento daquela pessoa em questão, por isso a supressão do conjunto na lembrança. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Temos e somos, em nossa essência, o conjunto de pequenos fatos. A construção é finita apenas com a morte, e se faz até o último minuto de consciência. Relevar passagens é negar a própria existência, o próprio ser. Estar ciente de que tudo o que aconteceu fez você ser exatamente o que é hoje é importante, é fundamental para que entendamos o que se passa em nossas vidas, por quais motivos determinadas coisas acontecem, qual o sentido de estarmos próximos a certos tipos de pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assim como em veículos, dirija sua vida olhando para frente, mas, vez em quando, consulte o retrovisor. Busque suas passagens, seus momentos, suas opiniões, procure se entender. Não viva em função de seu passado, mas não o ignore por completo. Muitas respostas para seus questionamentos podem estar lá, escondidas, naquele dia aparentemente normal, em que uma atitude, ou a falta dela, mudou todo um contexto em suas relações, em seu comportamento. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8127087742165179009?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8127087742165179009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8127087742165179009' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8127087742165179009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8127087742165179009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2012/01/retrovisor.html' title='RETROVISOR'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-plah4mwchdM/TxEQAqFHg2I/AAAAAAAAAD8/UbssK0nQvMY/s72-c/ALINE+RETROVISOR%255B1%255D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3623564328271243769</id><published>2011-11-17T01:56:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T01:56:38.462-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>MURRO EM PONTA DE FACA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6c-9W_pn_dE/TsSF14fM1qI/AAAAAAAAAD0/c32_BqyMZOs/s1600/murro+em+faca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-6c-9W_pn_dE/TsSF14fM1qI/AAAAAAAAAD0/c32_BqyMZOs/s320/murro+em+faca.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ditadinho antigo, do tempo da vovó, que sempre vem com um significado contemporâneo, com encaixe perfeito em diversas situações cotidianas. Dar murro em ponta de faca é, em simples palavras, persistir naquilo em que se sabe ser errado o resultado. É a teimosia em sua forma mais terrível, ou seja, não abrir mão de um ponto de vista ou de uma ação em prol de um conceito ou atitude que se sabe equivocado, sem possibilidade de sucesso, em prol de um orgulho imbecil. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E quantas vezes, caro amigo, não nos vemos em situações assim, apostando em relacionamentos, empregos, atitudes, opiniões, que são considerados errados por nós mesmos e que ainda assim são alvos de veemente defesa? Qual será o motivo de tamanha insistência? Qual será o resultado que se pretende agindo assim, contra tudo e contra todos, não sendo necessário nenhum dom de vidência para saber como será o desdobramento final? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não faço apologia ao comodismo, não mesmo! As pessoas devem sim exercitar uma boa dosagem de insistência, persistência, até mesmo uma teimosia moderada. Mas isso não pode significar falta de percepção das consequências. Muitas coisas são previsíveis, pode-se antever qual será o resultado. E por que persistir nisso? Alimentar o orgulho, provocar reações em outras pessoas (ou ao menos tentar) ou vingar-se não devem ser razões para agir contra a consciência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em diversos casos é preciso admitir o erro, admitir a derrota, usá-los como fonte de crescimento, de entendimento, de evolução. Não é válido canalizar os sentimentos ruins como força para atacar o que fez mal. Nosso tempo por aqui é curto para insistir no que já fez mal um dia. O novo deve ser experimentado, pessoas diferentes, situações distintas, tudo isso como forma de revigorar, de se livrar de situações maléficas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja inerente ao ser humano passar por crises de Homer Simpson, tomando choque atrás de choque e insistindo em colocar o dedo na tomada, sem propósito algum. Mas essas crises devem ser minimizadas, devem ser analisadas com um pouquinho de razão para que não se tornem repetitivas. Por que sofrer de novo? Por que não ter de novo? Por que não ser de novo? Vale mesmo pagar o preço que o orgulho vai cobrar no futuro ou é melhor deixar de lado e partir pra outra? Fica o questionamento para os amigos que tiveram paciência de ler até aqui. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3623564328271243769?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3623564328271243769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3623564328271243769' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3623564328271243769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3623564328271243769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/11/murro-em-ponta-de-faca.html' title='MURRO EM PONTA DE FACA'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-6c-9W_pn_dE/TsSF14fM1qI/AAAAAAAAAD0/c32_BqyMZOs/s72-c/murro+em+faca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8238622556151812137</id><published>2011-10-21T13:43:00.002-02:00</published><updated>2011-10-21T13:43:58.957-02:00</updated><title type='text'>CAMINHANDO PARA A MORTE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JkcZV6-gPAQ/TqGTLGAj7jI/AAAAAAAAADs/9NTRgzr0XKs/s1600/Caminhando.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-JkcZV6-gPAQ/TqGTLGAj7jI/AAAAAAAAADs/9NTRgzr0XKs/s320/Caminhando.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Lá está você, caminhando, soberano, senhor de suas razões, pensando apenas no próprio umbigo, quando, de repente, bum! Tudo vai pelos ares. Não tem mais carro, não tem mais imóvel, não tem mais dinheiro, não tem mais contas. E também não tem mais o eu te amo. E nem o amo você. O me perdoe ficou pelo caminho junto com tudo isso. Aquele abraço gostoso, aquela companhia, o beijo da mãe, a atenção do pai, a bronca nos filhos, tudo fica pelo caminho. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Episódios como o que aconteceu no Rio de Janeiro, com um restaurante explodindo e matando pessoas, faz pensar neste tipo de coisa. Como somos frágeis! Que raça é essa que se considera superior, mas que se corta com um pedaço de papel? Que raça é essa que passa a vida buscando dinheiro, poder, status, mas que paga pela atenção e pelo cuidado quando fica velha? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quais as coisas você faria se tivesse oportunidade agora? Esse tipo de pergunta geralmente é respondida com questões materiais, com aquisições que não temos oportunidade no momento. Quase ninguém responde que queria estar ao lado de quem ama, de fazer as pazes com aquela pessoa que deixamos pelo caminho por orgulho de não pedir desculpas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sua conta pode ser paga amanhã. Você não morrerá se seu carro não for aquele modelo caro e chamativo. Sua TV de última geração não sabe quem é você. Mas seu amigo está lá, seus pais também, a pessoa que você ama, todos estão lá, mas estão até agora. Podem não estar mais &lt;st1:personname productid="em minutos. Ou" w:st="on"&gt;em minutos. Ou&lt;/st1:personname&gt; você mesmo pode não estar. Aí o carro ficou na garagem, a TV linda na sala, e os sentimentos ficarão no ar, intangíveis. Vai sobrar a saudade, o arrependimento por não ter dito, por não ter sentido, por não demonstrar. E isso, caro amigo, não tem dinheiro que pague. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não espere, como se espera a fatura de um cartão de crédito, para ser feliz e fazer feliz. Não coloque como prioridade de sua vida a aquisição, o acúmulo, os bens. Não espere sua felicidade como se espera por um salário. A passagem por esta vida é tão curtinha, temos tão pouco tempo! Acumule boas lembranças, guarde sentimentos (e compartilhe também, claro!), traga as pessoas de bem para perto de você. Viva, experimente, busque sua essência, entenda os sentimentos alheios. A qualquer momento tudo isso pode não mais ser possível.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso. &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8238622556151812137?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8238622556151812137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8238622556151812137' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8238622556151812137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8238622556151812137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/10/caminhando-para-morte.html' title='CAMINHANDO PARA A MORTE'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JkcZV6-gPAQ/TqGTLGAj7jI/AAAAAAAAADs/9NTRgzr0XKs/s72-c/Caminhando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3971352334613743910</id><published>2011-09-22T02:43:00.000-03:00</published><updated>2011-09-22T02:43:48.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>AS LOUCURAS DE CADA UM: INDIGNAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Fs28QymP7es/TnrKub35BII/AAAAAAAAADo/3djWUaV-6-w/s1600/loucura.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Fs28QymP7es/TnrKub35BII/AAAAAAAAADo/3djWUaV-6-w/s1600/loucura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não quero&lt;/b&gt; enlouquecer. O mundo passa por períodos difíceis, coisas inimagináveis acontecem, pessoas nos decepcionam a cada dia mais. E não foi sempre assim? Qual terá sido a sensação de quem viveu no passado e se viu em meio a guerras, doenças mortais, ascensão de figuras ditatoriais ao poder? Será que essas pessoas também pensavam que ali seria o fim do mundo? Que a modernidade não trouxe tantos benefícios assim para eles? Bem provável que a frase “antigamente era melhor” também era dita com certa frequencia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não posso&lt;/b&gt; concordar. Nada me obriga a aceitar que a corrupção é inerente aos brasileiros. Não acredito na conversa dessa turma que comanda há tempos e que não consegue provocar grandes mudanças sociais. Não entendo como a impunidade é a capa protetora da classe política deste país. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É inadmissível ver que a aplicação do Direito não é feita de forma igualitária. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não vou&lt;/b&gt; deixar de fazer minha parte. Não vou me orgulhar de ser honesto, isso não é virtude, é obrigação. Não vou adotar o jeitinho brasileiro para me dar bem. Mas também não vou me calar quando vir que outras pessoas alcançam êxitos desta maneira. Quero falar o que penso e também quero que as providências sejam tomadas. Não quero votação secreta para livrar político corrupto de punição, não quero ver a polícia sendo acusada de usar algemas quando o foco das atenções deveria ser a corrupção das pessoas detidas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não devo&lt;/b&gt; deixar as coisas como estão apenas por comodidade. Posso me esforçar, fazer bem meu trabalho, melhorar um pequeno ponto e ter a esperança que outros tantos se juntarão ao meu, formando um sistema melhor, mais justo. Não vou colocar a culpa apenas no deputado palhaço, quando na verdade nós é que estamos no centro do picadeiro, com nariz vermelho, vendo toda a corja se movimento sempre em benefício próprio. Não dei meu voto para que excelentíssimo senhor fique fazendo homenagens e dando medalhas em vez de subir à tribuna para falar algo que preste, para propor ideias que realmente farão a diferença. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não&lt;/b&gt; me rotule como chato. Não pense que a omissão muda alguma coisa. Está satisfeito com o rumo das coisas? Tome partido, cobre, fiscalize, denuncie. Deixe de ver um pouquinho da novela ou do futebol para acessar a página do seu vereador, do seu deputado, veja o que ele anda aprontando. Deixe de copiar uma citação que você nem sabe de quem é na sua rede social para demonstrar sua indignação com alguma coisa. Seja criativo, você pode sim ajudar nas mudanças. Se não sabe a resposta, pergunte, questione, mas, por favor, caro amigo, não se cale, não se omita. Faça sempre a sua pequena revolução. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não quero. E não posso. E não vou. E não devo. E não. Não!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3971352334613743910?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3971352334613743910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3971352334613743910' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3971352334613743910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3971352334613743910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/09/as-loucuras-de-cada-um-indignacao.html' title='AS LOUCURAS DE CADA UM: INDIGNAÇÃO'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Fs28QymP7es/TnrKub35BII/AAAAAAAAADo/3djWUaV-6-w/s72-c/loucura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1598804341225477973</id><published>2011-09-12T16:05:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T16:05:20.628-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>A TORTURA AINDA É LIBERADA NESTE PAÍS?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NqwNIy2J4pI/Tm5XolF2j2I/AAAAAAAAADg/YFO3d0X4J4Q/s1600/RODEIO-TORTURA-0011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-NqwNIy2J4pI/Tm5XolF2j2I/AAAAAAAAADg/YFO3d0X4J4Q/s1600/RODEIO-TORTURA-0011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Imagine a cena: o cidadão sentado em uma cadeira, ambiente escuro, apenas uma luz em cima do rapaz. Em volta dele, alguns homens com cara de poucos amigos, fazendo perguntas aos gritos. Para completar, a cada resposta negativa, sessões de esmagamento dos testículos, enforcamentos com cordas, pancadas com objetos perfurantes na barriga e lanças fincadas nas costas. Parece cena de um filme ou algum documentário retratando períodos da ditadura militar no Brasil? Pois bem, não é.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Hoje em dia, caros amigos, ainda que se espante com isso, este tipo de coisa acontece praticamente em todos os finais de semana. E, por incrível que pareça, as pessoas gostam e pagam caro para assistir a estas sessões de tortura. Os torturados estão lá, ficam quietos em seus cantos, esperando a evoluída raça humana ditar os rumos de suas sofridas vidas. E a cada anúncio dos auto falantes, lá estão eles, sendo submetidos às mais variadas formas de tortura, de crueldade, tudo em prol de alguns segundos de “diversão’ para a platéia, milhares de reais para quem tortura e milhões para quem organiza todo este circo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É de se indignar, não é mesmo? Como pode, em pleno século XXI, acontecer este tipo de atrocidade? Como autoridades podem permitir que tais práticas sejam mantidas aos olhos de todos, como se normal fosse? Pois é, permitem e ainda apóiam, com incentivos fiscais, disponibilizando locais, incentivando com recursos públicos. Para piorar um pouco, diversos artistas de renome nacional e internacional vão a estes locais apresentarem seus shows. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, a realidade é esta. O último caso de tortura alvo de matérias na imprensa é o de um peão que, em uma prova conhecida como &lt;i&gt;bulldog&lt;/i&gt;, lesionou um bezerro a ponto de deixá-lo tetraplégico, tendo que ser sacrificado logo após a prova. Essa prova consiste no peão pular de um cavalo e, ainda em movimento, pegar o bezerro que foge desesperado, torcer seu pescoço até que o mesmo, para não ser ainda mais machucado, pule e se vire de costas para o chão. Outra prova com bezerros é a do laço, na qual o bezerro foge do peão montado em seu cavalo, até ser atingido por um laço no pescoço. Com o bezerro correndo, é possível imaginar o resultado disso: diversos casos de enforcamento do animal, além de lesões na coluna provocado pela freada repentina. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na Espanha, país de primeiro mundo, evoluído, símbolo da supremacia da Europa, as touradas acontecem com frequência. Do mesmo que por aqui, lá os touros estão sujeitos às mais diversas formas de crueldade. Os animais são atingidos por &lt;span&gt;estacas, lanças, espadas e adagas. Ao final, após o animal sangrar e sofrer muito, o toureiro finaliza a crueldade com uma espada, dando o golpe final e ceifando a vida do touro. Tudo isso aplaudido por milhares de espectadores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yuKTPoEALYE/Tm5Xt9L6rUI/AAAAAAAAADk/MeSA7K-wIr4/s1600/campanha-touradas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="278" src="http://1.bp.blogspot.com/-yuKTPoEALYE/Tm5Xt9L6rUI/AAAAAAAAADk/MeSA7K-wIr4/s320/campanha-touradas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Que tipo de espetáculo é esse em que as pessoas vão para se divertirem com o sofrimento dos animais? Até quando vamos tolerar que se maltratem seres vivos para que empresários e peões profissionais enriqueçam? Quando os artistas vão se tocar que ao se apresentarem nestes eventos, estão dando sinal positivo para tudo que ocorre lá? Por que nosso dinheiro é investido pelo poder público nestes eventos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Somos pequenos frente à máquina que controla tudo isso. Mas podemos, ao menos, fazer nossa parte. Boicote rodeios, caro amigo, ainda que seu artista favorito vá tocar lá, não compre ingresso para vê-lo. As redes sociais estão aí, demonstre sua insatisfação com este tipo de coisa. Por mais que ache pouco, se cada um fizer sua parte, pode ser que alguma mudança aconteça. E se não acontecer do modo que desejamos, ao menos durmo tranquilo, sabendo que não contribuí para que esta barbárie continue acontecendo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1598804341225477973?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1598804341225477973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1598804341225477973' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1598804341225477973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1598804341225477973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/09/tortura-ainda-e-liberada-neste-pais.html' title='A TORTURA AINDA É LIBERADA NESTE PAÍS?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NqwNIy2J4pI/Tm5XolF2j2I/AAAAAAAAADg/YFO3d0X4J4Q/s72-c/RODEIO-TORTURA-0011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-5862848103934448353</id><published>2011-08-30T18:19:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T18:19:53.545-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>UFC X FUTEBOL: ONDE ESTÁ, DE FATO, A VIOLÊNCIA?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j-2IVsZDeJw/Tl1TyNd_D1I/AAAAAAAAAC4/P9Oc6vvyINc/s1600/000+ufc-93-rousimar-palhares-vs-jeremy-horn3.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="143" src="http://4.bp.blogspot.com/-j-2IVsZDeJw/Tl1TyNd_D1I/AAAAAAAAAC4/P9Oc6vvyINc/s320/000+ufc-93-rousimar-palhares-vs-jeremy-horn3.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;Ontem, dia 29 de agosto de 2011, o Correio Braziliense deu uma manchete com o seguinte teor: “Supostos lutadores da UFC espancaram rapaz na 106 Sul neste domingo”.&amp;nbsp; De acordo com a matéria, alguns jovens, após assistirem, pela televisão,&amp;nbsp;ao campeonato de UFC que acontecera no Rio de Janeiro, saíram do bar e espancaram um jovem, que teve que ser submetido à cirurgia no maxilar por conta das agressões sofridas. Após a matéria, muitos comentários surgiram, sempre colocando a culpa no campeonato de artes marciais, como o próprio teor da manchete já explicita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;No mesmo fim de semana do UFC, o Campeonato Brasileiro teve a rodada dos clássicos estaduais, onde está sempre presente a grande rivalidade dos times e, infelizmente, das torcidas, sobretudo das organizadas. Diversos conflitos foram registrados, até mesmo em jogos de torcida única, como foi o caso do jogo Atlético MG x Cruzeiro, que recebeu apenas a torcida do Galo, mas que ainda assim casos de agressões foram vistos. Isso sem falar no jogo do Corinthians X Palmeiras, com registro de homicídio praticado em conflito de torcidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;Tudo isso leva à reflexão: até quando será tolerado, e não digo apenas pelo poder público, mas por todos nós como sociedade, que este tipo de evento, no formato que tem ocorrido, aconteça? Todos os jogos que envolvem grandes torcidas acabam do mesmo jeito, com atos de violência e vandalismo. E isso porque as televisões não mostram realmente os bastidores, pois ali que acontecem as intimidações, pequenas brigas, torcidas visitantes sendo obrigadas a receber escolta da polícia desde a chegada à cidade, entrando correndo no estádio e esperando até 3 horas após o jogo para poder sair. Que tipo de diversão é esta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;Além disso, pense na quantidade de serviços públicos desviados para o atendimento a este tipo de evento: efetivo enorme de policiais, ambulâncias, médicos e enfermeiros, fiscais, entre outros. Lógico que estes serviços estão aí para nos atender, já que são mantidos pelos nossos impostos, mas será mesmo que deslocar mais de mil policiais apenas para um evento é necessário? Quanta falta estes profissionais farão no cotidiano das outras pessoas que resolveram não ir ao estádio. E este efetivo é deslocado para lá justamente pelo histórico de problemas que se tem nesses eventos. Tudo certo em se ter serviços públicos de qualidade nos eventos que nos garantam diversão, mas o que se critica é a mobilização uma verdadeira operação de guerra a cada jogo que acontece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;Partindo para o esporte em si, o UCF parece ser o mais violento, aquele que carrega consigo sangue, agressões, pancadas. E o futebol não é do mesmo jeito? Quantas e quantas vezes assistimos pancadarias em campo? E as entradas desleais, algumas chegando até mesmo a serem julgadas pelo STJD com punições aos atletas? Futebol é sim um esporte violento, mesmo em peladas os atletas saem contundidos, roxos. E isso é normal, assim como é normal no UFC o atleta sair de olho roxo, sangrando. Faz parte do esporte. E isso não quer dizer que as pessoas que assistem as lutas vão sair por aí quebrando o primeiro cidadão que aparecer na frente. Assim como quem assiste a uma partida de futebol não vai sair por aí dando carrinho por trás em todo mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;É preciso repensar o formato da exibição dos eventos, principalmente os esportivos. Não dá mais para ir aos estádios e passar por tudo isso. Não dá mais para ver milhares de servidores deslocados para atender a um bando de marmanjos que vão para lá somente para brigar, causar tumulto. Não dá mais para aceitar organizações mantidas com dinheiro sabe-se lá de onde, que se escondem atrás dos escudos dos clubes, mas que detém poder muito maior do que deveriam ter. Não dá mais para pagar para assistir futebol e ter de brinde seções de vale tudo (vejam, não é sinônimo do que se pratica no UFC) do lado de fora dos estádios. Chega! O árbitro já apitou o fim deste jogo e todos nós já fomos nocauteados faz tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-5862848103934448353?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/5862848103934448353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=5862848103934448353' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/5862848103934448353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/5862848103934448353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/ufc-x-futebol-onde-esta-de-fato.html' title='UFC X FUTEBOL: ONDE ESTÁ, DE FATO, A VIOLÊNCIA?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-j-2IVsZDeJw/Tl1TyNd_D1I/AAAAAAAAAC4/P9Oc6vvyINc/s72-c/000+ufc-93-rousimar-palhares-vs-jeremy-horn3.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1506505234493368585</id><published>2011-08-29T16:14:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T17:52:34.295-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>ETERNA PROCURA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pNAUacw_UtU/Tlvk300OJ0I/AAAAAAAAAC0/F5fHyuBPR3c/s1600/procurando-o-amor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-pNAUacw_UtU/Tlvk300OJ0I/AAAAAAAAAC0/F5fHyuBPR3c/s1600/procurando-o-amor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Procuramos ET`s e cometas, mas não conhecemos ao menos nosso vizinho”. É mais ou menos assim que Gabriel, o Pensador, filosofa em uma de suas músicas. Quanta verdade em poucas palavras, quanta forma de ver a vida, quanta hipocrisia no nosso jeito de viver! Buscamos ir sempre além, mas não conseguimos enxergar as coisas simples que estão por perto. Não conseguimos ou não queremos? Não conseguimos ou nem ao menos tentamos? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta conversa não é um estímulo ao conformismo. É uma exaltação à valorização do que é tangível ali, naquele momento. Buscar a simplicidade nem sempre é estar ao lado do mais fácil, não é abrir mão de trabalho, de esforço. Ao contrário disso, esta busca incessante é árdua. Não é simples viver de um modo simples, por mais contraditório que isso possa parecer. A busca por coisas agradáveis é eterna, não cessa. A conquista de hoje torna-se fútil amanhã. E passamos a vida assim, indo atrás de coisas que mal sabemos como realmente serão. Depositamos em conquistas futuras todas as fichas de nossa felicidade. E aposta, como o próprio nome diz, é incerteza, com chances, que não são pequenas, de derrota.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que te faz feliz? E o que você faz para ser feliz? Parece tão fácil responder isso, mas pense bem, caro amigo, você realmente tem um caminho já traçado rumo à felicidade? Tem mesmo ou está enxergando no futuro uma resposta esperançosa para esta questão? Não quero ser pessimista, mas talvez a resposta seja esta mesmo. Quando eu passar em um concurso, quando me formar naquela faculdade, quando ganhar na loteria... sempre o quando dito diversas vezes, dando a forma de uma felicidade que apenas seria, mas não é.&amp;nbsp; E não vai ser, quando o quando enfim chegar, será apenas mais um, curtido durante pouco tempo, abrindo espaço para outros, adiando, com eles, a constatação de que se está bem, feliz. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Obs: a música em questão chama-se "Dentro de você". Áudio e letra podem ser encontradas no seguinte link:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/96129/"&gt;http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/96129/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1506505234493368585?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1506505234493368585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1506505234493368585' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1506505234493368585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1506505234493368585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/eterna-procura.html' title='ETERNA PROCURA'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pNAUacw_UtU/Tlvk300OJ0I/AAAAAAAAAC0/F5fHyuBPR3c/s72-c/procurando-o-amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-5937137771529702530</id><published>2011-08-14T21:04:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T17:52:50.998-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>OLHOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-c_kdttwDux8/TkhibalEaMI/AAAAAAAAACg/AuuoNCQpW4I/s1600/olhos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="219" src="http://4.bp.blogspot.com/-c_kdttwDux8/TkhibalEaMI/AAAAAAAAACg/AuuoNCQpW4I/s320/olhos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os olhos se cruzam com a certeza de já se terem vistos. O improvável toque daquelas duas linhas paralelas ocorreu. Lá está ele, lá está você. E agora? Tudo imaginado, tudo combinado, tudo esperado, e agora? O tempo passou, algumas coisas mudaram, mas o inevitável está acontecendo naquele exato momento e vocês ali parados, atônitos, aguardando uma atitude, uma deixa, um sinal que possa tornar real tudo aquilo que um dia pareceu tão distante. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não precisa falar mais nada. Os olhos já dizem tudo. Ah, os olhos, sempre eles. Os responsáveis por tudo isso, aqueles que não precisaram fazer nada, apenas existirem, olharem para um ponto e ponto final. Arrebatadores, alimentaram um desejo, uma curiosidade, alteraram rotinas, geraram premonições, exercícios de futurologia barata combinada com sonhos inconscientes. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que não se perca mais tempo! Que cada minuto seja esticado ao máximo, que os ponteiros se arrastem e que dois corpos se tornem apenas um. Que se eternize cada ato da cena. E que se apague todo tipo de culpa. E que, ainda, se libere todo tipo de desejo reprimido. E que assim seja, e é exatamente assim que vai ser. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estar perto o bastante para me ver refletido em seus olhos. Quero ser o foco do seu olhar, sem desvio, sem intervenções. Quero começar a estar em você pelos seus olhos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-5937137771529702530?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/5937137771529702530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=5937137771529702530' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/5937137771529702530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/5937137771529702530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/olhos.html' title='OLHOS'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-c_kdttwDux8/TkhibalEaMI/AAAAAAAAACg/AuuoNCQpW4I/s72-c/olhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4973173159635086435</id><published>2011-08-11T15:21:00.000-03:00</published><updated>2011-08-11T15:21:11.588-03:00</updated><title type='text'>MOMENTO MUSICAL: PEDAÇO DE MIM</title><content type='html'>Não há como não se emocionar com uma letra e uma interpretação desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chico Buarque e Zizi Possi, 1978, "PEDAÇO DE MIM"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/JIFWpMzwUnc/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JIFWpMzwUnc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/JIFWpMzwUnc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh, pedaço de mim&lt;br /&gt;Oh, metade afastada de mim&lt;br /&gt;Leva o teu olhar&lt;br /&gt;Que a saudade é o pior tormento&lt;br /&gt;É pior do que o esquecimento&lt;br /&gt;É pior do que se entrevar&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh, pedaço de mim&lt;br /&gt;Oh, metade exilada de mim&lt;br /&gt;Leva os teus sinais&lt;br /&gt;Que a saudade dói como um barco&lt;br /&gt;Que aos poucos descreve um arco&lt;br /&gt;E evita atracar no cais&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh, pedaço de mim&lt;br /&gt;Oh, metade arrancada de mim&lt;br /&gt;Leva o vulto teu&lt;br /&gt;Que a saudade é o revés de um parto&lt;br /&gt;A saudade é arrumar o quarto&lt;br /&gt;Do filho que já morreu&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh, pedaço de mim&lt;br /&gt;Oh, metade amputada de mim&lt;br /&gt;Leva o que há de ti&lt;br /&gt;Que a saudade dói latejada&lt;br /&gt;É assim como uma fisgada&lt;br /&gt;No membro que já perdi&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh, pedaço de mim&lt;br /&gt;Oh, metade adorada de mim&lt;br /&gt;Leva os olhos meus&lt;br /&gt;Que a saudade é o pior castigo&lt;br /&gt;E eu não quero levar comigo&lt;br /&gt;A mortalha do amor&lt;br /&gt;Adeus&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4973173159635086435?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4973173159635086435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4973173159635086435' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4973173159635086435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4973173159635086435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/momento-musical-pedaco-de-mim.html' title='MOMENTO MUSICAL: PEDAÇO DE MIM'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1447226659193151396</id><published>2011-08-08T19:28:00.002-03:00</published><updated>2011-08-08T21:52:22.790-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>ONDE ISSO VAI PARAR?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9v0ufGnKsA0/TkBjDrBo11I/AAAAAAAAACc/vDdgON-dI6c/s1600/plano-seguranca-charge.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://1.bp.blogspot.com/-9v0ufGnKsA0/TkBjDrBo11I/AAAAAAAAACc/vDdgON-dI6c/s320/plano-seguranca-charge.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que as coisas não vão bem em diversos campos, isso é notório para todos. A saúde agonizando, educação precária, profissionais mal remunerados, desmotivados, falta de estrutura e equipamentos. Parece ser sempre o mesmo blá, blá, blá. Mas entre as diversas mazelas sociais que ocorrem neste pobre rico país, uma me chama mais a atenção: a segurança pública.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não irei entrar no mérito do sucateamento das polícias, da falta de efetivo, dos míseros salários pagos em alguns estados, transformando a profissão em um subemprego, em uma última opção de trabalho. Isso também já é senso comum, notícia corriqueira. O que mais preocupa dentro da segurança pública é a inversão de valores que ocorre atualmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entendo perfeitamente o espírito da Constituição de 1988. Ela foi elaborada por pessoas que vivenciaram situações de extremo abuso de poder, sobretudo pelos militares. Entendo também que a polícia de outrora era por demais politizada, entranhada em um sistema brutal e corrupto, servindo a interesses de um ou outro grupo que se revezava no poder. Tudo isso contribuiu para que um conjunto de leis mais rígidas no que tange o controle de abusos fosse criado. Além disso, a proliferação de políticas voltados aos interesses de defesa dos direitos humanos tornou-se uma realidade indissociável de qualquer lei que porventura seja criada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que está acontecendo nos dias atuais é justamente uma inversão de valores. A cada dia novas leis penais são criadas, favorecendo que opta pelo mundo crime. Brechas legais são utilizadas por experientes advogados para postergar condenações. Policias, ao contrário do que dita a lei, são praticamente considerados culpados até que se prove a inocência.&amp;nbsp; Militantes dos direitos humanos confortam famílias de presos, mas não auxiliam famílias de policiais mortos no cumprimento do dever. O próprio Estado paga auxílio reclusão de R$ 798,30 para famílias de detentos, enquanto briga para que o salário mínimo fique em R$545,00 e, ao mesmo tempo, tira todas as gratificações do policial da ativa que teve que se aposentar por invalidez em decorrência de acidente em serviço. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Onde está, afinal, a real defesa dos Direitos Humanos? Ela só existe para um lado da moeda? Cadê o Estado que não está vendo que as pessoas estão perdendo o principal de seus direitos, que é a liberdade? Como ter qualidade de vida se ela vem desacompanhada da sensação de segurança? Por onde andam os direitos dos cidadãos de bem de possuírem seus bens sem a preocupação de ter que escondê-los? Até quando vamos suportar infratores com mais de trinta passagens pela polícia soltos nas ruas e cometendo os mesmos crimes? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Brasil marcha, perigosamente, para um caminho sem volta. Não gera votos investir em segurança pública. Não gera mídia o esforço para que um novo modelo de segurança seja implantado. As coisas não vão bem e a tendência é piorar. Os bandidos debocham de todo o sistema penal, a polícia e a justiça estão cada vez mais amarradas por leis criadas sem um mínimo critério, os presídios caríssimos não recuperam mais ninguém. Muitas questões, nenhuma ação e o sangue de gente inocente sendo derramado sem respingar nos detentores do poder, já que para eles o sistema não falha, pois vivem num país paralelo, com carros blindados, seguranças particulares e condomínios de luxo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso. &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Obs: para ilustrar, segue vídeo mostrando o quanto um bandido e seu advogado se importam com a justiça.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/bZkWWsk3tFk/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bZkWWsk3tFk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/bZkWWsk3tFk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1447226659193151396?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1447226659193151396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1447226659193151396' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1447226659193151396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1447226659193151396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/onde-isso-vai-parar.html' title='ONDE ISSO VAI PARAR?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9v0ufGnKsA0/TkBjDrBo11I/AAAAAAAAACc/vDdgON-dI6c/s72-c/plano-seguranca-charge.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-362324890603428265</id><published>2011-08-04T17:52:00.000-03:00</published><updated>2011-08-04T17:52:54.850-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>CONJUGANDO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2sGHSkA4PRg/TjsGb6HV1UI/AAAAAAAAACY/cC2mcUEJK0s/s1600/o_tempo1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-2sGHSkA4PRg/TjsGb6HV1UI/AAAAAAAAACY/cC2mcUEJK0s/s320/o_tempo1.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 17.6pt; margin-right: .9pt; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: -9.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: .9pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: .9pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: .9pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 36.0pt; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;A percepção do tempo varia de acordo com o desejo e ambos são razões diretamente proporcionais. Por saudade, por ansiedade, o tic tac do relógio não soa igual para todos, os ponteiros não correm na mesma velocidade. Querer muito, desejar demais, atrasa, posterga, distorce o tempo em desfavor de quem o aguarda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O tempo está ali, caro amigo, quer você queira, quer não. Querer antecipá-lo mudará algo no resultado final? E por que, então, todo este sofrimento, toda esta tensão? Faça bem feito o meio, que o fim virá da forma que se espera. E se não vier, paciência, mude a rota, o sonho, talvez aquilo não lhe preenchesse, não seria tudo o que esperava. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tempo, tempo, tempo. Coisa estranha é o tal do tempo! Outro dia era apenas um menino, que distância havia do mundo adulto! Demorou tanto para crescer e agora vejo o quão rápido foi tudo. Cadê aquela vontade de brincar, cadê a despreocupação, onde estão as relações sem interesse, cadê todo mundo na rua para jogar golzinho, cadê, cadê? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Temos muito pouco tempo por aqui. Em alguns casos o jogo termina ainda antes do apito final. E a passagem para alguns é marcada por rancor, arrogância, indiferenças, tudo que prejudica não só quem sente, mas, principalmente, quem recebe. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Qual o sentido de se viver assim? &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Por que buscar o conflito se as arestas podem ser aparadas? Por que não abrir mão de posições extremistas sabendo que é assim que se pacificam relações?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Relações duradouras, relações efêmeras, mas relações. Não fuja delas, no fundo são elas que sustentam nossa existência, que fazem com que as coisas por aqui adquiram algum sentido. Desfrute o tempo que tiver perto das pessoas que lhe fazem bem, que proporcionam boas sensações. Esse tempo corre igual como em todos os casos, mas cada minuto assim demora mais, se arrasta, quando vivido, e que depois será marcado na memória como tempo que passou veloz, mas tempo que será lembrado, tempo marcado no próprio tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-362324890603428265?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/362324890603428265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=362324890603428265' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/362324890603428265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/362324890603428265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/08/conjugando.html' title='CONJUGANDO'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2sGHSkA4PRg/TjsGb6HV1UI/AAAAAAAAACY/cC2mcUEJK0s/s72-c/o_tempo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4620674943676234759</id><published>2011-07-25T18:41:00.000-03:00</published><updated>2011-07-25T18:41:14.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O CORPO COMO MOEDA E AMY WINEHOUSE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VffknFPM8A8/Ti3ioocy5YI/AAAAAAAAACQ/boXvs8IFO8Q/s1600/amy_winehouse.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-VffknFPM8A8/Ti3ioocy5YI/AAAAAAAAACQ/boXvs8IFO8Q/s320/amy_winehouse.jpg" width="162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não, caros amigos, não irei escrever aqui sobre prostituição ou algo do gênero. Também não vou falar de loucuras que alguns fazem em vender partes do próprio corpo. A conversa aqui vai girar em torno de como maltratamos nossos corpinhos, como não damos valor a uma máquina tão complexa. Atitudes diárias que dão prazer, mas que serão cobradas em determinado momento. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cada ação gera uma reação, já diria Newton. Com o corpo isso também ocorre. Uma alimentação desequilibrada aqui, umas gordurinhas ali, um excesso de álcool, uma cirrose, alguns cigarros, problemas no pulmão, e por aí vai. Pequenos prazeres que vão, pouco a pouco, deteriorando o organismo. Mas e aí, até que ponto é possível e viável pagar este preço em prol de um prazer, em virtude de uma causa? É aí que Amy entra na história.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Amy, pelo o que ficamos sabendo ao longo dos anos através da mídia, viveu uma fase de sua vida entrelaçada às drogas e ao álcool.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Buscou neles refúgio, conforto, amparo, esquecimento. Conseguiu ter realmente o que buscava? É impossível saber, somente ela poderia responder. O que a gente tem certeza é que eles foram fatores importantes em sua vida, foram decisivos em diversos momentos de sua curta carreira. Amy, assim como muitos outros artistas inovadores e de expressão, trocou a sanidade por uma loucura temporária inspiradora. Ganhamos em arte, mas o corpo de Amy, aquele corpo franzino mostrado exaustivamente por aí, cobrou seu preço, neste caso o preço maior, o preço da vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É justa esta troca? Quem estaria disposto a encarar o desafio? Quase ninguém, é a resposta. Amy, assim como contemporâneos seus que morreram de forma semelhante, faz parte de um seleto grupo de pessoas que pisaram neste planeta para inovar, expressar uma arte, renovar conceitos. Talvez a genialidade destas pessoas não fosse exposta caso elas optassem por viver como a maior parte das pessoas. O desvio da normalidade, seja ele obtido através do método que cada um encontrou, foi fundamental para que a inspiração e o talento encontrassem perfeita sintonia, sincronizassem com precisão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O corpo cobra cada centavo pelo o que é exigido. Algumas pessoas têm pleno conhecimento disso e ainda assim arriscam. São atletas que se dopam, cirurgias complicadas para alterar padrões estéticos, substâncias que alteram o poder decisório. Tudo isso em prol de uma busca por um resultado que satisfaça, em primeiro lugar, o ego da própria pessoa, mas que, em alguns casos, respigam em nós em forma de arte, cultura, beleza. Obrigado, Amy, pelo sacrifício. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4620674943676234759?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4620674943676234759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4620674943676234759' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4620674943676234759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4620674943676234759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/07/o-corpo-como-moeda-e-amy-winehouse.html' title='O CORPO COMO MOEDA E AMY WINEHOUSE'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-VffknFPM8A8/Ti3ioocy5YI/AAAAAAAAACQ/boXvs8IFO8Q/s72-c/amy_winehouse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7364234787638158178</id><published>2011-07-19T18:23:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T18:23:19.649-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>IOIÔ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9V5ATNUiQFM/TiX1ocizy2I/AAAAAAAAAB4/_l2lYheOLJc/s1600/ioio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="http://4.bp.blogspot.com/-9V5ATNUiQFM/TiX1ocizy2I/AAAAAAAAAB4/_l2lYheOLJc/s320/ioio.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Insistir naquilo em que se acredita é louvável, é fundamental na busca do sucesso tanto pessoal quanto profissional. A persistência deve sempre acontecer, mas é preciso cuidado para não atravessar a tênue linha da teimosia. Pessoas teimosas tendem a ser dar mal, buscam problemas, não abrem mão de pontos de vistas, de opiniões, Tudo isso porque não querem ceder, reconhecer que estão erradas. E nas relações amorosas é que a teimosia mostra sua cara mais cruel, que mais machuca. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo bem que as brigas entre casais são relativamente frequentes, é comum que as desavenças apareçam, que alguns pontos sejam acertados ao longo da relação. É normal também que algumas dessas brigas provoquem separações temporárias, que as pessoas fiquem sem se falar por algum tempo. Mas, para como tudo na vida, existe um limite para isso. Forçar a barra pode tornar o relacionamento um processo doloroso, masoquista. Os pequenos momentos de prazer do pós-briga não pagam o preço das decepções, das mágoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Muitos casais vivem isso em suas vidas, forçam uma situação pela qual é visível que não pode dar certo. Na maior parte dos casos, são casais que não observam as diferenças que existem entre eles, relevam num primeiro momento coisas que incomodam demais, pensando que as coisas se acertarão com o passar do tempo. Como já mencionei em outra conversa (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Positivo atrai negativo, negativo atrai positivo&lt;/i&gt;), acredito que algumas diferenças não são superáveis e não há nada que se possa fazer. Ou melhor, há: não insistir em algo que não melhorará. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Transformar a relação em ioiô, naquele vai e volta interminável, não faz bem. Você perde tempo, empata a vida de quem está ao seu lado, perde oportunidades de conhecer outra pessoa que combine melhor contigo. Tudo isso em prol de uma falsa sensação de segurança, em nome de uma estabilidade imaginada. Na verdade tudo isso se dá em razão de uma enorme insegurança, insegurança por não confiar em si, por ter autoestima baixa, por crer que não encontrará outra pessoa. E assim a relação vai sendo conduzida aos trancos e barrancos, por um tempo que necessariamente irá parecer perdido quando se puder olhar aquilo tudo com um olhar imparcial. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A coragem de tomar decisões tem que partir de algum lado. Ir deixando a coisa correr por trazer episódios muito mais dolorosos, deixar marcas irreversíveis. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O exercício é tentar ver a realidade daquele relacionamento, ver se ele realmente faz bem, tentar se enxergar no futuro ao lado daquela pessoa. Se a visão for positiva e o presente estiver lhe fazendo bem, ótimo. Caso contrário, é interessante pensar um pouco mais e ter atitude para não prolongar um sofrimento que pode e deve ser cessado o quanto antes. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É isso.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7364234787638158178?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7364234787638158178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7364234787638158178' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7364234787638158178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7364234787638158178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/07/ioio.html' title='IOIÔ'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9V5ATNUiQFM/TiX1ocizy2I/AAAAAAAAAB4/_l2lYheOLJc/s72-c/ioio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3289542961472235473</id><published>2011-07-07T23:33:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T23:33:26.849-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>QUEBRANDO TABUS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Q-H2ddot60Q/ThZsNpCeXYI/AAAAAAAAAB0/Kh3cPUTUAl0/s1600/quebrando-o-tabu.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Q-H2ddot60Q/ThZsNpCeXYI/AAAAAAAAAB0/Kh3cPUTUAl0/s1600/quebrando-o-tabu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aproveitando a onda deste novo filme do cinema nacional, volto a conversar sobre o tema das drogas. Ainda não assisti a este trabalho, mas pela polêmica que ele está causando pode-se perceber o quanto o assunto é delicado, o quanto incomoda e quantos debates ainda vai gerar. Outro documentário atual que trata o assunto é o chamado “Cortina de Fumaça”, filme novo, que também conta com a participação do novo e badalado garoto propaganda da descriminalização da maconha, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Observando este segundo filme, é possível ver que alguma coisa realmente não anda bem, que o atual modelo de repressão está fadado ao fracasso e que ele é mantido por segmentos que detém interesse na continuidade deste padrão, que lucram muito com isso, com a forma pela qual a coisa é tratada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É chegado o momento de discutir este assunto com mais profundidade. O Estado gasta rios de dinheiro numa repressão ferrenha, investindo em forças policiais, no judiciário e, principalmente, nos presídios, estruturas que já não mais comportam a quantidade de gente presa por tráfico de drogas, crime que mais leva essas pessoas para trás das grades e que, pela legislação atual, possui penas severas, sempre com reclusão em regime inicialmente fechado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É preciso entender e enxergar que alguma coisa precisa ser feita com urgência. Apenas demonizar as drogas, repreender sua disseminação, sem dar uma contrapartida, sem ações na área da saúde, da educação, ações sociais, é, como se diz na linguagem popular, enxugar gelo. Aquele traficante preso na esquina é automaticamente substituído por outro, que corre para ocupar o posto e lucrar, ainda que por pouco tempo, com o comércio do entorpecente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Brasil é um país onde reina a hipocrisia, aqui os assuntos polêmicos são deixados de lado, principalmente pelos políticos, que temem perder votos por expressar um ponto de vista. Por que não encarar assuntos espinhosos de frente, resolver logo essas questões? Ir cobrindo com panos quentes é cômodo, mas o resultado é desastroso. Deixar do jeito que está é de praxe por aqui, mas até quando vamos suportar? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O pontapé inicial foi dado. O debate precisa surgir. Liberar ou não o consumo da maconha, regularizar a venda ou não, é coisa para o futuro O ponto crucial é discutir, ver o que está errado no atual modelo e buscar as alternativas para melhorar. E é preciso certa urgência neste sentido, sem demagogia, sem hipocrisia, sem preconceitos, sem opiniões baseadas em “achismos”, a coisa precisa ser discutida com dados acadêmicos, estudos científicos, com gente que entende e que possa finalmente resolver. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3289542961472235473?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3289542961472235473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3289542961472235473' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3289542961472235473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3289542961472235473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/07/quebrando-tabus.html' title='QUEBRANDO TABUS'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Q-H2ddot60Q/ThZsNpCeXYI/AAAAAAAAAB0/Kh3cPUTUAl0/s72-c/quebrando-o-tabu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1658498688522614714</id><published>2011-06-12T01:24:00.004-03:00</published><updated>2011-06-12T01:37:17.807-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>AMOR INCONDICIONAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WUjm2-DrBgY/TfRBAQTsPWI/AAAAAAAAABw/Mz3LxT1pIOg/s1600/DSC03797.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WUjm2-DrBgY/TfRBAQTsPWI/AAAAAAAAABw/Mz3LxT1pIOg/s320/DSC03797.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617186107871214946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family: Arial;color:#333333"&gt;“Um cachorro não precisa de carrões, de casas grandes, ou roupas de marca, um graveto esta ótimo pra ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro, dê seu coração pra ele e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir... extraordinário?” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;São com estas palavras, ditas no excepcional filme “Marley &amp;amp; Eu”, que inicio mais uma conversa. Ter um cachorro próximo é uma experiência que todos deveriam viver. Apesar de saber que não é uma verdade, tento crer que existem apenas duas categorias de pessoas: as que amam os cachorros e as que ainda não os conhecem a ponto de desenvolver este sentimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;Quem tem ou teve este prazer de compartilhar parte da vida com um cão, vai compreender perfeitamente as linhas que se seguem. Somente quem conhece sabe ver nos olhos daquele animalzinho o tanto de amor que ele sente por seus donos, o sentimento de proteção que ele desenvolve, a necessidade de dar e receber afeto pelo maior tempo possível. É a essência do amor puro, incondicional, sem desejo de algo em troca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;É somente nesta relação que você observa todos os fundamentos pregados por muito aí, fundamentos que as pessoas deveriam seguir, mas não conseguem por motivos diversos, que já estão impregnados na nossa alma. Os humanos jamais atingirão o patamar da pureza dos cães. Ali você enxerga o perdão verdadeiro, reconhece a alegria por sua presença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;Quem você conhece que te admira o tempo todo? Que tenta quebrar as barreiras da comunicação para tentar te entender? Que arrisca a vida para te defender de situações perigosas? De onde acha que nasceu o conceito de lealdade? Veio dali, caro amigo, da relação que o cão tem com seu dono, isso sim é fidelidade, é respeito, é carinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;Não passe desta vida sem uma experiência assim. Quando der, adote um cachorrinho, traga para seu cotidiano um amigo de verdade. Funciona de maneira oposta aos relacionamentos entre humanos. Geralmente a gente começa bem e vai conhecendo os defeitos, vai se decepcionando. Já com os cães é ao contrário. No início pode ser um pouco difícil, a adaptação tem problemas, mas com o tempo você verá que suas apostas não foram em vão, que sua vida foi pequena até o momento em que você se deixou levar por uma das experiências mais emocionantes de sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;&lt;b&gt;É isso. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;Obs: Além do "Marley &amp;amp; Eu', recomendo também outro filme chamado "Sempre ao seu lado", com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial"&gt; &lt;span style="color:#333333"&gt;Richard Gere. Este texto é em homenagem a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;&lt;b&gt;Cely&lt;/b&gt;, uma das coisas mais lindas que já ocorreram em minha vida.Na foto aí ela aparece com sua nova amiga, Laurinha (clone do cachorro dos Simpsons), sobrevivente da tragédia na região serrana do Rio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1658498688522614714?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1658498688522614714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1658498688522614714' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1658498688522614714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1658498688522614714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/06/amor-incondicional.html' title='AMOR INCONDICIONAL'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WUjm2-DrBgY/TfRBAQTsPWI/AAAAAAAAABw/Mz3LxT1pIOg/s72-c/DSC03797.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8284422372892129301</id><published>2011-06-07T00:21:00.000-03:00</published><updated>2011-06-07T00:23:14.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>VITALÍCIO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Estar em um lugar que te faz bem, encontrar pessoas que iluminam sua alma, viver aquilo que realmente deseja para aquele momento. Eu disse algo de errado? Algo fora da lei? Claro que não. O que há de errado nisso? Nada, absolutamente nada. Mas vá tentar fazer isso quando deseja para ver o que acontece. Muitas pessoas não entendem, te criticam, te julgam por atitudes que nem sempre você vai ter. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Como pesar suas atitudes na balança da moral? Ou na balança do bom senso? É possível realmente fazer isso? Não sei, é plausível pensar que as coisas que te agradam vão ser sempre julgadas? E até que ponto você vai suportar críticas e desconfianças cada vez que resolve o seu destino, que decide o que você quer?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por que as pessoas se preocupam mais em olhar para a vida de outras pessoas? Será esta a explicação do sucesso dos big brother`s (pode escrever esta palavra assim?) da vida? Olhar para os problemas alheios minimiza os nossos? Por alguns instantes até pode parecer que sim, mas no fundo as coisas andam de maneiras bem diferentes. Procurar diminuir as coisas que nos afligem apenas buscando problemas maiores na vida de outras pessoas é atitude patética, mesquinha, de gente que se faz parecer viver em um patamar mais alto que os demais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mundinho pequeno, tempo de vida ainda menor, e quais as razões para se limitar desta forma? Respeite as outras pessoas, não invada o espaço que traga desconforto a elas, mas não se imponha barreiras sem sentido, barreiras criadas pela inveja, pela mediocridade alheia. Deixar de fazer coisas que te agradam, coisas que te deixam mais leve, que te dão a sensação de que valeu a pena viver naquele dia, que valeu a pena optar por estar ali, apenas por receio, medo, vergonha, vai fazer você viver uma meia vida, viver menos do que poderia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não pode ser chamado de anarquia. Deve ser chamado de felicidade. Precisa ser encarado como meta de alegria, foco em viver, na essência de sentido desta palavra. Cada momento encarado como único, de verdade, sem demagogia. Extraia algo de bom em tudo que viver, pense nas experiências, em quanto aprendeu, em quais sentimentos trocou, no quanto agradou e foi agradado. Encarar os dias assim é a maneira menos traumática de passarmos este pequenos estágio chamado vida.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;É isso. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8284422372892129301?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8284422372892129301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8284422372892129301' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8284422372892129301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8284422372892129301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/06/vitalicio.html' title='VITALÍCIO'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1425257737827164106</id><published>2011-05-08T14:34:00.003-03:00</published><updated>2011-07-23T17:35:51.396-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>ENTORPECER</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ser aquilo que você não é, fazer coisas que talvez não fizesse, estar em locais improváveis. Desligar-se do mundo real, viver uma realidade diferente. Não, não estou falando sobre distúrbios psíquicos, loucura. Converso aqui apenas sobre um hábito comum para muita gente, o hábito de ingerir bebida alcoólica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quais são as razões que levam uma pessoa a beber? O sabor, paladar, deve ser um dos motivos que ficariam por último se fôssemos fazer uma lista. Lógico que no caso dos vinhos, espumantes, o paladar é primordial. Falo sobre as outras bebidas, cerveja, vodka, pinga, entre outras. Aquelas bebidas consumidas em botecos, casas noturnas, que são tomadas por apenas um motivo: entorpecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dentro da linha entorpecer, aparecem outras razões. Uns bebem para esquecer um problema, outros para ficarem menos acanhados, alguns tantos embriagam para viver em um momento situações que acreditam que não viveriam caso estivesses sóbrios.  A bebida acaba virando um refúgio, um porto seguro, uma necessidade. Mas ela cobra um preço alto para isso, não deixa barato os minutos de prazer que pode proporcionar. Este preço pode ser resumido em uma simples sentença: falta de limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E o que são, afinal, esses limites? Até que ponto é aceitável um desvio de conduta? E o que é a tal conduta? Como pode ser observado, são questão subjetivas, visto que isso depende da medida em que se interfere na esfera alheia a ponto de causar incômodo. É difícil definir o quanto uma atitude pode ser considerada ofensiva a outras pessoas ou mesmo aos chamados bons costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, é bem mais simples ter a certeza de que a bebida é ingrediente sempre (quase sempre, há exceções) presente em conflitos na noite, em confusões, responsável pela chamada ressaca moral, aquela dor na consciência que se tem ao acordar, quando a razão volta à mente, trazendo lembranças de coisas ruins que aconteceram, de pessoas que se magoaram, de frases que nunca deveriam ter sido ditas. É o lado cruel da bebida, trazendo à dura realidade de volta, realidade muitas vezes piorada com o consumo do álcool da noite anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como sempre, a regra é ponderar. Caso goste, dá para beber até certo ponto, até o momento em que ainda se detém os reflexos, as atitudes. É preciso ser mais forte que a bebida, apesar de ser extremamente difícil este controle após algumas doses. Não se deve colocar a solução passageira de problemas em um copo de cerveja, em uma dose de vodka. Não se deve achar que as coisas que te perturbam vão embora dali para frente. Usar a bebida como refúgio tende a piorar a percepção das coisas ruins quando o efeito do álcool passar, isso se, neste meio tempo, outros problemas até mais graves não surgirem. Pense nisso, é difícil, lógico, o mundo parece não aceitar quando uma pessoa decide parar de beber. Ou ela muda o estilo de vida completamente, abandonando os locais que gosta de ir e até mesmo os amigos próximos, ou será constantemente alvo de chacotas pelo fato de não mais acompanhá-los no brinde. Mas se a convicção for firme, se beber estiver realmente causando problemas, o caminho é evitar o máximo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1425257737827164106?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1425257737827164106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1425257737827164106' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1425257737827164106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1425257737827164106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/05/entorpecer_08.html' title='ENTORPECER'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4205924786135128536</id><published>2011-04-07T19:53:00.003-03:00</published><updated>2011-07-23T17:34:57.765-03:00</updated><title type='text'>MOMENTO DE DISCUTIR A QUESTÃO DAS ARMAS DE VERDADE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hvt1VW5L1Mg/TisvNwuQ0TI/AAAAAAAAACI/XciDD-zVcLs/s1600/armas.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-hvt1VW5L1Mg/TisvNwuQ0TI/AAAAAAAAACI/XciDD-zVcLs/s1600/armas.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O acontecimento de tragédias como a que ocorreu na escola do Realengo, no Rio de Janeiro, com diversas crianças mortas com arma de fogo, provocam discussões acaloradas sobre diversos pontos. Independente das outras questões, como desvios de personalidade, falta de segurança nos estabelecimentos públicos (principalmente os da periferia), um assunto que deve, ou deveria, ser amplamente debatido neste momento é a questão das armas em nosso país. Uma discussão profunda, não debates vagos como os que ocorreram quando da aplicação do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Este Estatuto perdeu a chance de se tornar um marco no enfrentamento da violência, ou em parte dela, no Brasil. Uma lei que poderia ser firme na questão da propriedade de armamento de fogo, se deixou levar por questões menores, influenciadas, sobretudo, por &lt;i&gt;lobby&lt;/i&gt; da indústria armamentista no país. Para começar a série de falhas nesta lei, é preciso falar do referendo proposto para discutir o acesso às armas. Com um gasto total de cerca de 600 milhões de reais na organização do referendo, o país foi incitado a votar se queria ou não a venda de armas e munições e, após muita propaganda a favor da indústria bélica, a maioria optou pela continuidade do comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma fortuna que poderia ser alocada em outros pontos sensíveis, como educação e saúde, ou mesmo na segurança pública, foi gasta em um referendo no qual nada se explicou a uma população pouco esclarecida sobre o assunto. Independente do resultado, o que o país queria, e ainda quer, é que o acesso às armas de fogo seja limitado e controlado pelo Estado. Ainda que o comércio seja feito nos moldes anteriores, é preciso que estas armas cheguem apenas nas mãos de quem realmente precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entendo o argumento de que o povo deve ter o direito de se defender, ainda mais em um momento em que a violência aparece cada vez mais no cotidiano. É lamentável uma casa ser invadida por bandidos e um pai de família não poder se defender a contento. Do mesmo modo, o argumento de que bandidos se sentem mais seguros quando sabem que os alvos de assaltos quase nunca poderão reagir também é válido. Acontece que a segurança pública deve ser como o nome diz, ou seja, pública, responsabilidade estrita do Estado, que deve agir com pulso firme, fornecendo a segurança que o povo necessita, no momento em que precisa. Esta responsabilidade não deve ser transferida à população. Ainda moramos em um país regulado por leis e, quer queira ou não, elas devem ser respeitadas, tanto por parte do povo quanto, principalmente, por parte do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ainda falando do Estatuto de Desarmamento, vejo uma fragilidade muito grande quando o mesmo trata dos crimes referentes ao porte e a posse de armas de fogo. Desconfio sinceramente das intenções de uma pessoa comum que anda com uma arma. Ainda que ela tenha em mente apenas a sensação de segurança, o simples ato de estar armada a coloca como potencial criminoso e potencial vítima de crimes mais graves, que não ocorreriam caso ela estivesse desarmada. A chance de ocorrer um incidente envolvendo esta arma é potencializada, quer seja numa briga de trânsito, numa discussão de bar, enfim, com uma arma na cintura, é possível que simples desentendimentos se transformem em homicídios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O crime de porte, por exemplo, que é aquela situação em que a pessoa traz consigo a arma de fogo, deixou de ser temido pelos criminosos. Isso porque o bendito Estatuto colocou como pena para este tipo de crime de dois a quatro anos de reclusão. Ainda que o crime seja inafiançável, esta pena é pequena, pois pode ser cumprida em regime semi aberto ou até mesmo aberto, dependendo dos antecedentes de quem o comete. Como uma pessoa anda armada pelas ruas, é presa e logo depois posta em liberdade? Que tipo de intimidação uma lei desta quer impor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não temos, em nosso país, a cultura armamentista, como acontece com os EUA, por exemplo. Aqui não se vendem armas em grandes redes, não é comum ver indivíduos desfilando com armas pelas ruas. Por tudo isso, é preciso que o país aprofunde as discussões sobre este tema. É preciso enfrentar o comércio ilegal de armas, mas também é preciso que as pessoas desautorizadas tenham medo da lei, saibam que a punição por estarem com uma arma de fogo de forma ilegal será pesada, se intimidem com a presença da polícia e deixem de portar e ter a posse de armas. A cultura de paz precisa prevalecer e o Estado precisa assumir com pulso forte, de vez, seu papel na Segurança Pública no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4205924786135128536?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4205924786135128536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4205924786135128536' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4205924786135128536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4205924786135128536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/04/momento-de-discutir-questao-das-armas.html' title='MOMENTO DE DISCUTIR A QUESTÃO DAS ARMAS DE VERDADE'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hvt1VW5L1Mg/TisvNwuQ0TI/AAAAAAAAACI/XciDD-zVcLs/s72-c/armas.gif' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4486989867685745995</id><published>2011-03-01T23:57:00.001-03:00</published><updated>2011-03-01T23:58:46.833-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>UM ELOGIO À VITÓRIA DISSIMULADA</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Deparei-me com uma frase que me fez pensar. Ela diz: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica&lt;/i&gt;”. O autor desta frase é Norman Vincent, um escritor americano que pregava o positivismo, talvez pelo fato de também tiver sido pastor, daqueles que conduziam multidões em suas aparições. Quanta verdade existe nesta pequena frase, quanta filosofia de vida, quantas pessoas!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O que você, caro amigo, já fez, ainda que estivesse passando por cima de seus princípios éticos, em prol de um elogio, de uma promoção, de um reconhecimento? Talvez nem tantas coisas assim, mas por algum momento de nossas vidas, quem sabe apenas um momento, nos vislumbramos com o status, com o poder mais, e deixamos de lado coisas simples que sempre nos nortearam, que sempre cercearam atitudes ruins, daquelas que perturbam quando repousamos a cabeça nos travesseiros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A pergunta sempre é: valeu realmente à pena fazer aquilo? Toda aquela pompa, aquela ostentação, a colheita dos louros da vitória, enfim, ser colocado no patamar mais alto do pódio, em troca de um ato que põe em cheque tudo aquilo que você acredita, no lugar de uma crença que perdurou por toda sua vida e que, inevitavelmente, ainda perdura?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Somos avessos à críticas, ainda que se ouça por aí discursos que destoam disso (apesar de considerá-los que soam um tanto falso), não gostamos de ser contrariados, rechaçados. A crítica, ainda que feita de maneira suave, com o intuito de engrandecer, sempre atinge de uma maneira dura. Quando fazemos algo com vontade, empenho, e ainda assim esta ação vira alvo de críticas, o sentimento é de derrota, de desânimo. Não deveria.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O remédio para lutar contra tudo isso vem de dentro, vem das atitudes. Que tal fazer as coisas porque realmente acredita nelas, porque elas andam alinhadas com seus princípios, com suas verdades? Que tal pensar que em troca de um evasivo elogio vem um sentimento de gratidão, ainda que este não seja claramente exteriorizado? Que tal pensar que sua atitude realmente fez bem a outra pessoa, ainda que tenha passada despercebida por quem você quisesse que a notasse?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Procure dar valor às críticas, tente enxergar a verdade nelas. Em alguns casos somos criticados sem propósito, quer seja por inveja, quer seja por rancor. Em outros, são críticas infundadas, apenas para desmerecer um trabalho feito. Mas em outros tantos, elas aparecem para nos alertar, mostrar que algo não vai bem, que talvez aquilo que enxergamos está sob a perturbadora nuvem da certeza absoluta que insiste em ficar entre nossos olhos e a ação almejada. É aí que entra a importância das críticas, de tentarmos nos colocar a certa distância, para aí sim obter clareza e a convicção de que optamos pelo caminho certo, o caminho do bem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4486989867685745995?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4486989867685745995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4486989867685745995' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4486989867685745995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4486989867685745995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/03/um-elogio-vitoria-dissimulada.html' title='UM ELOGIO À VITÓRIA DISSIMULADA'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-564708101020222227</id><published>2011-02-16T23:11:00.001-02:00</published><updated>2011-03-03T20:15:10.795-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>AFINAL, O QUE QUEREM AS MULHERES?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em primeiro lugar, peço desculpas pelo título, mera cópia de uma série de nossa querida (?) Rede Globo. Após isso, afirmo que não sei responder e não tenho a menor pretensão de fazer isso, afinal de contas, ninguém sabe o que uma mulher realmente quer. Mas sei de uma coisa que mulher não quer: homens chatos, daqueles melosos demais, pegajosos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É comum não darmos valor para coisas fáceis, daquelas que a posse se dá no momento de nosso desejo. Não sei de onde vem a explicação disso, mas caminhar até se atingir um objetivo tem sim seu valor, ainda mais quando este objetivo está quase inacessível em determinando momento.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;O ser humano está sempre em buscar de superar seus limites, de dar aquele passo além, de conquistar o inimaginável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pensando nisso, busco na memória alguns casos em que vi como um cara pegajoso consegue afastar as mulheres em um período tão curto de tempo, logo naquela fase da conquista, onde tudo (ou quase tudo) é lindo, ninguém tem defeitos, o mundo gira em torno só daquela relação. Geralmente as pessoas se dão bem neste início, as pequenas arestas aparentes são facilmente contornadas, em prol de uma esperança de que a relação vai dar certo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E eis que surge a figura do meloso. O meloso é aquele cara que fica com uma menina e espalha aos quatro ventos que está apaixonado, que encontrou a mulher da vida dele. Minutos após ele já está comprando milhares de presentes, buscando comprar um amor que não está, jamais, a venda. Não bastasse isso, ele vai e coloca uma bela foto dele com a menina na capa de suas redes sociais. Achou pouco? Para completar, ele liga a todo o momento, querendo saber como a menina está, onde está, com quem está. É o Big Brother do xarope, ele quer ver e saber da menina 24 horas por dia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Muitas mulheres vão dizer que ficariam encantadas com um cara assim, que desse este tanto de atenção, tivesse esta quantidade de zelo. Eu duvido. Não estou afirmando que toda mulher gosta de cafajestes, que preferem ser mal tratadas, que não gostam de atenção. Absolutamente, não é isso. Só afirmo que este tipo de atitude, sufocante, pode até parecer legal no início, mas afasta qualquer mulher quando perdura por muito tempo. Todo mundo gosta de ser paparicado, mas ninguém troca estes mimos por uma falta de liberdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No início é que se estabelece algumas bases da relação. Lógico que com o tempo alguns traços da personalidade, sejam eles bons ou ruins, podem aparecer e ajudar no encantamento ou na desilusão, mas o inicio é importante para se passar uma boa imagem, mostrar o valor que se tem. Querer comprar e sufocar pode ter efeito inverso, afastar a pessoa ou, em casos mais críticos, provocar o uso daquela pessoa, que vai ser útil enquanto estiver dando algo, mas que perderá espaço assim que outro, com gestos bem mais simples, tomar o espaço que permaneceu vazio naquele coração.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-564708101020222227?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/564708101020222227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=564708101020222227' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/564708101020222227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/564708101020222227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/02/afinal-o-que-querem-as-mulheres.html' title='AFINAL, O QUE QUEREM AS MULHERES?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3266098357034637837</id><published>2011-01-14T18:11:00.004-02:00</published><updated>2011-01-18T20:56:37.453-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>FUGA</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Casos próximos de incidentes envolvendo mortes costumam chamar minha atenção, sobretudo quando estas acontecem com pessoas novas, em momentos e situações inesperadas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Dias desses recebi a noticia de uma pessoa, nova, 18 anos apenas, que se foi. Já seria espantoso se fosse uma morte natural ou até mesmo um acidente, mas o que causou mais surpresa foi o fato dela ter optado por isso, resolveu que seu tempo por aqui já havia chegado ao fim. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A grande pergunta que se faz num momento desses é quais são os motivos de uma atitude dessas. O que pode ter levado a tamanho extremismo? Não entrarei nos méritos deste caso, até porque não tenho conhecimento da realidade desta pessoa, não saberia dizer quais foram as causas daquilo. O que mais chama atenção em casos assim é a falta de sinais, ou melhor, a falta da percepção dos sinais que as pessoas emitem quando não estão bem, quando precisam de atenção. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A resposta aos problemas é individual e o que pode parecer simples para uma pessoa, pode ser uma tempestade para outra. Além disso, a crítica é fácil quando se está de fora, quando não estamos no centro do furacão. E aí vem outra pergunta: o que você tem feito, de verdade, para identificar os conflitos internos e ajudar as pessoas que estão à sua volta? É bem provável que a resposta seja muito pouco ou até mesmo nada. Por pior que possa parecer, esse tipo de comportamento é natural, porque o ser humano carrega consigo uma boa dosagem de egoísmo. E essa dosagem aparece, em seu ápice, em episódios que envolvem suicídios. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Encerrando a vida, a pessoa tem uma falsa sensação de que as coisas caminharão melhor daqui para frente. Os problemas internos, as angústias, estes sim cessarão na última respiração, mas e os outros problemas? E os novos conflitos que surgirão? E o trauma nas pessoas queridas? Pensa-se nisso naquele momento decisivo, na hora de definir se é realmente aquilo que se deseja fazer? Acredito que a resposta seja negativa. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;egocentrismo&lt;/span&gt; mostra aí sua faceta mais escancarada, você resolve seus conflitos e deixa a bomba nas mãos dos outros. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Tenho consciência que, ao chegar neste limite, a pessoa já não está bem, alguma coisa muito importante a corrói a cada dia mais, a convivência com si mesmo torna-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;insustentável&lt;/span&gt;. Ainda que tudo isso esteja ocorrendo,&lt;a name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt; o caminho da resolução, com total certeza, não é esse optado, ou melhor, não deve ser esse. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Não se resolve os problemas com a fuga, quer seja na mudança física, no abandono, quer seja com o suicídio. Deixar as coisas para trás, com o intuito de achar que sua simples ausência vai resolver ou minimizar os conflitos, é mostra de fraqueza. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fugir, largar, deixar, abandonar, são verbos típicos daqueles que não batem de frente com seus problemas, que esperam sempre que outras pessoas venham para resolver situações quase sempre criadas por elas mesmas. Afinal de contas, é muito mais simples largar a bomba nas mãos dos outros do que assumir que errou, que ainda que a culpa tenha sido sua, quase sempre é possível reverter, diminuir os impactos, dar um ponto final e partir para uma reabilitação. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pense nisso, caro amigo. Seu problema, comparado com o que ocorre com um tanto de pessoas por ai, é praticamente nada. Vai fugir só por isso? Vai abandonar tudo o que criou, largar quem gosta de você, para, lá longe, achar que as coisas vão entrar no eixo? Não combina contigo essa atitude, erga seus ombros, empine o nariz e olhe de frente, que você verá que é muito maior do que qualquer situação que te incomode. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;OBS&lt;/span&gt;: Segue aí uma música do Jorge e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Matheus&lt;/span&gt;, chamada "Aí já era". Achei bonita, boa letra, boa melodia. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5IWi7LOZ7S8&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5IWi7LOZ7S8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5IWi7LOZ7S8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3266098357034637837?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3266098357034637837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3266098357034637837' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3266098357034637837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3266098357034637837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2011/01/fuga.html' title='FUGA'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3297324305951148113</id><published>2010-11-30T01:17:00.003-02:00</published><updated>2011-07-23T17:33:07.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>COMPRE DROGA, LEVE CARRO QUEIMADO DE BRINDE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ma30294Smic/TisvqdTGzHI/AAAAAAAAACM/MFNc8H9l7AQ/s1600/drogas.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="http://4.bp.blogspot.com/-ma30294Smic/TisvqdTGzHI/AAAAAAAAACM/MFNc8H9l7AQ/s320/drogas.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O país assiste, aterrorizado, cenas de guerra urbana que costumavam passar apenas na TV, em países distantes daqui. Milhares de policiais com armas longas, tanques e blindados das forças armadas, pintura de guerra nas faces dos guerreiros. Tudo isso para entrar em uma comunidade pobre do Rio de Janeiro, em uma favela que há anos convive com a realidade da criminalidade e que não sabe o que é ter a presença do Estado naquela região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bem coordenada, a operação conseguiu, até o presente momento, obter sucesso. Não houve, como era esperado, confrontos sangrentos entre os bandidos e os policiais. O Estado conseguiu retomar aquele território e, segundo informações da mídia, pretende instalar no Complexo do Alemão a chamada UPP – Unidade de Polícia Pacificadora, que se trata, em linhas simples, da presença constante de unidades policiais na comunidade, afastando a criminalidade, sobretudo o tráfico de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os números das apreensões são assustadores. Apenas no segundo dia de operação naquele local, a polícia mostra o quanto o tráfico de drogas é importante para as quadrilhas. Mais de quarenta toneladas de maconha, duzentos quilos de cocaína, uma centena de armas, entre elas fuzis e metralhadoras, milhares de munições e granadas foram exibidas à população, mostrando que muita coisa ainda pode ser encontrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As grandes questões feitas neste momento tratam das possibilidades de entrada dessas drogas e dessas armas nas comunidades. Os especialistas, e os leigos também, sempre mencionam a questão da proteção das fronteiras, a facilidade que os traficantes têm para trazer esse material, sem nenhum tipo de fiscalização. Óbvio, essa é uma questão crucial no combate ao crime organizado, dificultar o acesso a produtos ilícitos, aumentar a máquina estatal que fiscaliza, combate e pune quem atua dessa forma. Mas outra questão, já antes debatida, sobretudo quando do lançamento do filme Tropa de Elite, versa sobre o papel importantíssimo dos usuários de drogas. Afinal de contas, quem vai fumar aquelas quarenta toneladas de maconha? Alguém vai pagar, e caro, por essa droga, vai movimentar toda essa máquina do tráfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há quem acuse até mesmo de fascista o discurso de quem coloca a culpa, também, nos usuários de drogas. Para muitos, os usuários, habituais ou não, são pessoas doentes, que precisam de tratamento médico e não de uma intervenção policial. São, segundo eles, o elo mais fraco dessa corrente, a parte sensível, não podem ser visto como culpados por uma, segundo os defensores dessa corrente, ineficiência estatal no combate às drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por mais que se tente argumentar nesse sentido, é claro para todos que somente existe venda de drogas se existir alguém para comprá-las. Ainda que o usuário não tenha ciência disso, ele é sim a origem de grande parte desse conflito. Naquele momento em que ele busca uma boca para comprar sua droga, um grande número de pessoas se mobiliza para que esta venda ocorra. São os olheiros, de olho nas polícias e nos traficantes rivais, os vendedores, as pessoas que, por alguns trocados ou mesmo por ameaça, aceitam que a droga seja guardada em suas casas e, lógico, o fornecedor maior, aquele que alimenta aquela determinada localidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Toda essa estrutura toda não pode ficar desguarnecida, então a solução é buscar armas cada vez mais fortes, com calibres usados &lt;st1:personname productid="em guerras. A" st="on"&gt;em guerras.  A&lt;/st1:personname&gt; briga pelos melhores pontos de venda costuma mobilizar dezenas de bandidos, que não se importam se pessoas inocentes serão atingidas.  O rendimento financeiro com esse tipo de conduta é imensurável, sendo um dos que mais movimentam a economia mundial. Para se ter uma ideia, essas primeiras apreensões de drogas no Complexo do Alemão causaram um prejuízo de aproximadamente R$200 milhões. O tráfico de drogas é a atividade mais rentável no mundo da criminalidade, mas precisa de uma figura essencial para que toda essa engrenagem se mova: o usuário, o comprador, aquele que usa por necessidade fisiológica, aquele que usa para aparecer, não importa, aquele que alimenta todo esse sistema e que, indubitavelmente, gosta de jogar a culpa pela violência atual nos ombros alheios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;É isso. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3297324305951148113?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3297324305951148113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3297324305951148113' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3297324305951148113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3297324305951148113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/11/compre-droga-leve-carro-queimado-de.html' title='COMPRE DROGA, LEVE CARRO QUEIMADO DE BRINDE'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ma30294Smic/TisvqdTGzHI/AAAAAAAAACM/MFNc8H9l7AQ/s72-c/drogas.gif' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4357540147628414533</id><published>2010-11-14T04:40:00.003-02:00</published><updated>2010-11-25T00:43:29.346-02:00</updated><title type='text'>Sobre Dilma, violência e liberdade</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eis mais uma página da história que vivo, ou melhor, vivemos. Outro dia mesmo estudava sobre militares no poder, alternância forçada na política do café com leite, crises e mais crises na tentativa de se restabelecer uma nova forma de democracia. Agora, agora mesmo, podemos ver coisas até então inimagináveis, como população indo às ruas pedindo &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;i&lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=685&amp;amp;&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=BizOTOaCB4L48Aae7s3PAQ&amp;amp;ved=0CCMQBSgA&amp;amp;q=impeachment&amp;amp;spell=1"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;mpeachment&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, operário na presidência e, para surpresa (agradável para uns, nem tanto para outros) geral, vem aí uma mulher que comandará as políticas no Brasil até, no mínimo, 2014.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Brasil passa por um período de transformação que ficará marcado; escreve, lentamente, as linhas da nova história, que nossos netos apenas terão acesso pelas fontes de informação, terão acesso às mudanças, sentirão os reflexos, positivos ou negativos, desse período no qual vivemos atualmente. É meio assustador pensar que estamos no centro do furacão, que somos testemunhas de fatos que serão registrados nos livros de História.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A questão central desse texto é falar, superficialmente, sobre a luta pela liberdade. Durante a campanha eleitoral recebi diversos emails falando sobre o passado de Dilma R&lt;a href="http://www.dilma13.com.br/conteudo/main"&gt;&lt;span style="color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;ousseff&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, sobre como ela lutou, literalmente, contra a opressão. O conteúdo dessas mensagens era para desabonar o passado da candidata, tentando mostrar um lado criminoso, mostrar atitudes que foram alcunhadas até mesmo de terroristas pelos autores das mensagens.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não entrarei nos méritos e nem mesmo pesquisei sobre a veracidade dessas informações, até porque muita coisa foi perdida e outro tanto está sem acesso. Criar boatos em cima de suposições é fácil, mas faz com que nos tornemos críticos sem fundamento, faz com que formemos falsas verdades, que se espalham com velocidade incontrolável através da internet.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A motivação que inspira essa linhas é ver o quanto se briga por liberdade. Muitas pessoas vivem oprimidas, com medo de tomarem atitudes, deixam de lado coisas que dão prazer por motivos os mais diversos possíveis, muitos beirando, até mesmo, certa banalidade. Alguns deixam de fazer o que gostam pelo simples fato de que outras pessoas falarão dela. Vivem em função do que o outro pensa, do que o outro irá achar, apesar de, na realidade, nem ao menos ter conhecimento de como aquela outra pessoa realmente encara determinado assunto, apesar de isso ser irrelevante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ser livre é fazer o que dá vontade, desde que não prejudique o outro. Liberdade é buscar a fonte de prazer, é estar no momento certo, com as pessoas certas, certas para você, obviamente. Liberdade é viver aquele dia, é aproveitar ao máximo todos os momentos, acreditar que nossa passagem aqui é breve, que um dia perdido não volta mais, que as escolhas baseadas em opiniões alheias geralmente são cerceadas da plenitude da alegria.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A crítica que foi feita é que Dilma teve que recorrer às armas naquele período. E você, caro amigo, também não recorreria, caso tivesse sua liberdade ameaçada por pensamentos autoritários, ditatoriais, impeditivos? Hoje em dia é muito fácil criticar, já que vivemos em uma democracia, em um país onde as escolhas são, até certo modo, respeitadas. Mas e antigamente? Imagine-se tendo como um colega de classe alguém infiltrado, um agente do governo que está ali apenas para ver quem não concorda com o regime, delatar e fazer o coitado sofrer as barbáries que já conhecemos. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quem não pegaria, se preciso fosse, em armas, lutando para que isso fosse interrompido? Talvez aquelas mesmas pessoas que hoje são omissas a casos de corrupção, que aceitam as coisas como elas são, que deixam os outros fazerem o trabalho por elas. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Esse tipo de pessoa é exatamente quem critica os que vão à luta, que correm atrás de benefícios não somente próprios, mas em prol da coletividade. Ser livre é ter opção de poder pensar, mas, sobretudo, é, me desculpando pela contraditoriedade dos vocábulos, ter a obrigação de pensar, no sentido de refletir e agir em prol dessa mesma liberdade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;É isso.  &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4357540147628414533?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4357540147628414533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4357540147628414533' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4357540147628414533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4357540147628414533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/11/sobre-dilma-violencia-e-liberdade.html' title='Sobre Dilma, violência e liberdade'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-768382251385312195</id><published>2010-11-08T22:10:00.002-02:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.309-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Partir</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se eu partir, saiba que fui feliz&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Se eu partir, saiba que vivi o que quis&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Se eu partir, acredite, em parte, o que falam de mim&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Partindo, deixo aqui uma marca, que ainda não sei qual&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pouco ou muito tempo? Não sei&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Talvez o tempo suficiente para conviver, para viver&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vou. Sem mágoas, sem rancores&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vou. Pedindo desculpas por erros&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vou. Pedindo reconhecimento pelos acertos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ei, ainda está aí?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não sei ainda para onde vou&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Será que te vejo lá?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Será que lembrará de mim?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Até quando? Quanto? Como?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;. &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ficam as boas lembranças,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;os bons momentos, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;aquele dia inesquecível,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;aquela foto engraçada,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;aquele olhar penetrante&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E o tempo vai também&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Com ele, os pensamentos, os sentimentos,&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;tornam-se poucos, raros, esporádicos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Daquele que um dia te fez feliz&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E que agora, partiu&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-768382251385312195?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/768382251385312195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=768382251385312195' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/768382251385312195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/768382251385312195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/11/partir.html' title='Partir'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-116867275659078298</id><published>2010-10-16T00:43:00.001-03:00</published><updated>2010-10-16T00:44:49.048-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>É possível escolher?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando se questiona qual o melhor lado, entre a ignorância e o saber, o conhecimento, obviamente que todas as pessoas (ao menos as mais sensatas), optarão pelo lado do conhecimento, da sabedoria, da ciência. Ninguém quer ser taxado de ignorante, de um alienado das coisas ao redor. Tudo bem, olhando sob um ponto de vista mais amplo, é possível e viável pensar dessa forma. Acontece, caros amigos, que a ignorância ou, numa melhor concepção do termo que pretendo usar, a não-ciência, não é lá de toda ruim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Vivemos em uma era conhecida como sendo a da informação, do conhecimento cada vez mais amplo e disseminado entre todas as classes e culturas. Claro que isso não passa de um discurso politizado, de potências que tentam mostrar que a globalização quebrou todas as barreiras, começando pela interação de conhecimento. Essa quebra de barreiras, na verdade, não passa da vontade dos grandes em invadir os outros países com seus produtos e serviços, fortalecendo a própria economia e destruindo a alheia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Voltando ao assunto inicial, acredito ser importante pensar sobre isso. Quantas e quantas vezes não ficamos mal porque uma informação chegou até nossos ouvidos? Não estou pregando aqui a aplicação plena daquele ditado “o que os olhos não veem o coração não sente”, mas penso que em muitos casos a ignorância, ou melhor, o não-saber, pode ter seu valor. Tentarei explicar...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Qual a chance de uma pessoa ser roubada? Depende, certo? Se for usar uma estatística bem simples, é uma chance dividida pelo número de habitantes do lugar. Se for apurando o estudo, começa-se a olhar os hábitos, os riscos, enfim, diversos fatores. Enfim, no final das contas, percebe-se que as chances são parecidas, que todos nós estamos suscetíveis a esse tipo de evento. Já que pode ser considerado isso, qual a diferença da pessoa que sabe exatamente os índices de criminalidade do local onde vive para a pessoa que não sabe? Talvez a pessoa que saiba vá se prevenir mais, andar mais atenta, evitar certas atitudes. A outra pessoa vai andar mais relaxada, displicente até, não deixando de fazer nada do que gosta por conta de medos adquiridos com o conhecimento de determinada situação.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E aí, qual desses caminhos escolher? Muitas pessoas vão preferir saber toda a verdade, vivendo sob tensão permanente, do que ficarem a mercê dos riscos. Outras já optarão por não tomar conhecimento, deixando ao acaso sua própria sorte. É um exemplo banal, porque nem todas as pessoas com vontade de saber esse tipo de informação terão acesso a ela, e algumas pessoas que realmente desejam ignorar terão que saber, quer seja pela profissão ou algum outro motivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Na política, talvez isso seja feito de forma pensada, quando o sistema não permite que as pessoas busquem mais informações, incentiva o analfabetismo político como forma de manutenção do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;status quo&lt;/i&gt;, como forma da manipulação de uma massa burra, que não consegue discernimento para dar o poder somente àqueles que poderiam fazer alguma coisa útil para a comunidade. Pagamos o preço pelo não saber da maioria das pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outro campo em que o conhecimento também influencia é no relacionamento. Tenho certeza que se soubéssemos, a fundo, como uma pessoa é, já no início do relacionamento, dificilmente iríamos nos relacionar sério com alguém. Nesse sentido, a parte de não saber, de não tomar conhecimento, é fundamental para que o processo de interação possa ser feito aos poucos, já que simultaneamente à chegada de informações que não achamos interessantes, podemos observar outras qualidades que, se equiparadas, pendem para o lado bom e amenizam os defeitos que tanto nos incomodariam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Enfim, o intuito desse texto é provocar uma reflexão, um debate que coloca em pauta a discussão de o que é necessário saber e o que pode ser deixado de lado. Na era da informação, nem tudo que chega aos nossos ouvidos é, de fato, lucro. Muita coisa a gente poderia não ficar sabendo, tendo assim, como prêmio, um passo a mais em busca da nossa felicidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;É isso.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-116867275659078298?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/116867275659078298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=116867275659078298' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/116867275659078298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/116867275659078298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/10/e-possivel-escolher.html' title='É possível escolher?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4212292187694505472</id><published>2010-08-06T01:28:00.005-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.309-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Tem coragem para isso?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao pensarmos na coragem para agir, logo nos vem em mente a ideia de bravura, de força e determinação unidas para alcançar aquilo que se pretende. Coragem significa um algo a mais, aquela última energia gasta com afinco. A coragem já foi e talvez ainda seja uma arma de sedução. Nos primórdios, os machos mais corajosos, que enfrentavam grandes caçadas, suportavam extremas variações de temperaturas, conseguiam as melhores mulheres, tinham mais privilégios em suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, coragem também pode significar ousadia. Sem a ousadia, a vida segue num marasmo, em uma apatia sem tamanho. Se hoje temos tecnologias que facilitam nossas vidas, é porque alguém ousou, buscou algo desconhecido com a pretensão de atender a uma determinada demanda, tentou resolver um problema, simplificar uma tarefa. Ousadia é oposto à preguiça, comodismo. Estar em uma zona de conforto pode ser bom, mas as coisas podem melhorar ainda mais se dermos um passo além dessa zona, para buscar um desconhecido que torne nossas vidas ainda melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São poucas as pessoas que têm essa ousadia, essa coragem de ir além. Muitas preferem ficar onde estão, ainda que total ou parcialmente insatisfeitas com a situação, mas jamais ousam mudar, ousam pensar além daquilo que vivem atualmente, onde pode existir muito mais, existir um caminho que a satisfaça, que engrandeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver sem ousar é viver em preto em branco, é passar nesse mundo sem nenhuma cor, é ser manipulado por uma maioria que pensa da mesma forma, manipulado por um sistema que conforta para não estimular a ousadia. Ousar sempre tem um preço que, manifestado em sua menor forma, aparece na máscara da desconfiança alheia. De todo modo, é um preço que vale a pena ser pago, é um risco que se deve correr, para não passarmos por essa vida apenas por passar, para não ocuparmos apenas um espaço, mas sim o espaço, o nosso lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto passível de alguma reflexão é que, ao ficarmos inertes diante de uma situação que já está além da monotonia, estamos também impedindo outra pessoa de procurar um caminho melhor. Iludir alguém é diferente de manter a pessoa em um estado de pseudo-satisfação. Deixá-la nesse estado não ajuda, não faz bem. São meses e até mesmo anos de experiências que em nada engrandecem. É preciso, nesse caso, reconhecer que ao lado da pessoa contribuímos menos para sua melhoria do que se a deixássemos livre, buscando novas sensações. Estar por estar não é e nunca será o melhor caminho a ser seguido, visto que as repercussões negativas atingem os dois lados envolvidos na relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, caro amigo, pense sim no que está vivendo atualmente. Pense, mas não deixe de agir. A análise de alternativas é sempre viável, mas não se deixe levar por pena ou mesmo receio de ficar só. Pense que a decepção não faz apenas mal. Ela tem o poder de nos tornar mais fortes, de suportar outras crises e, assim, sair melhor delas. Observe os sinais a sua volta, veja que a vida proporciona oportunidades para vivermos momentos inusitados, experiências únicas, fatos que marcarão para sempre em nossas mentes. O momento pode ser esse, a virada pode acontecer agora. Não hesite, apenas ouse, aja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________&lt;br /&gt;Termino o texto com uma magnífica citação de Fernando Pessoa, divulgada ultimamente por Cleo Pires, em seu ensaio para a Playboy:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4212292187694505472?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4212292187694505472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4212292187694505472' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4212292187694505472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4212292187694505472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/08/tem-coragem-para-isso.html' title='Tem coragem para isso?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3303343247016680107</id><published>2010-07-29T21:44:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.310-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Pá - Pum!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eis que de repente tudo vai bem, tudo do jeito que planejamos e, como num passe de mágica, o trem sai dos trilhos e as coisas começam a dar errado. Pior de tudo que isso costuma acontecer quando estamos num suposto auge, quando tudo está funcionando perfeitamente. O que fazer nesses momentos? Muitas pessoas se desesperam, outras colocam a culpa nos deuses em que acreditam, outros ficam relaxados e esperam passar. Qual será o melhor caminho para esses momentos da vida? Há alguma receita pronta para amenizar os impactos de situações desagradáveis? Acredito que sim e tentarei mostrar um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por pior que a situação pareça estar, com certeza ela não é definitiva e, se olharmos para o lado, veremos que tem gente vivendo bem pior e nem por isso arrancou ou quer arrancar todos os fios de cabelo. A questão é enxergar o que se passa exatamente assim, ou seja, que se passa, algo passageiro, que tende a voltar ou à normalidade ou, com o tempo, nos colocar novamente em uma zona de conforto adaptada ao novo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indignar-se diante de fatos inesperados e ruins é, com certeza, o pior caminho. Em muitos casos, é preciso ver que nós mesmos é que provocamos aquela situação, nós a criamos e, desta forma, temos a obrigação de entender e procurar reverter, se isso ainda for possível. Colocar a culpa em outras pessoas também é o caminho percorrido por muitos. O fato de jogar a responsabilidade para outros alivia momentaneamente, mas depois a carga de culpa, para as pessoas que ainda demonstram algum sentimento coletivo, fica maior que o normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais nos remoemos com fatos desagradáveis, pior fica. Reclamar de tudo, apontar erros dos outros, ficar inerte, pouco vai resolver. Bola pra frente, deixa baixar a poeira, se for o caso, e busque a solução do problema. Se não tiver como resolver, parta para outra, vislumbre alguma alternativa, que o mundo gira, o tempo está passando, e sua vida vai ficar com esse corte na história caso você se sente na cadeira ou então encoste em algum muro de lamentações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3303343247016680107?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3303343247016680107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3303343247016680107' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3303343247016680107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3303343247016680107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/07/pa-pum.html' title='Pá - Pum!'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2505360750977301694</id><published>2010-07-25T20:39:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.310-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Honesto?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gosto de começar alguns textos com definições de dicionários. Acredito que tenha visto muito isso nos textos (antigos, que são os melhores) do Max Gehringer. Saber melhor o que uma palavra significa, abre campo para a reflexão, faz a gente usar melhor as palavras em determinados momentos, enfim, ajuda na comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje pensei nessa questão do ser honesto. Antes de tentar expor alguma coisa sobre isso, recorro ao amigo Aurélio para ver que honesto pode ter o significado mais óbvio, que quer dizer correto, decente, probo, mas pode significar também conveniente, adequado. Engraçado como uma palavra pode ter esse leque de aplicações, como pode, dependendo do ponto de vista, ter aplicações até mesmo divergentes de ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A honestidade é um conceito muito amplo, difícil de enquadrar taxativamente todas as condutas. Pode variar até mesmo de cultura para cultura. O Brasil não é lá muito bem visto quando se fala em honestidade, visto o famoso hábito do jeitinho brasileiro. Muitas pessoas usam e abusam desse jeitinho para se dar bem, para conseguir vantagens. Não sei se isso vem de criação, da genética, da índole (sabe-se lá de onde vem isso também). Só sei que algumas pessoas agem mais dessa maneira que outras. Aqui não adianta ter falso moralismo, todos nós já levamos alguma vantagem, seja ela a coisa mais banal que for, em algum momento de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aquela máxima que de que se deve, além de ser honesto, parecer ser honesto. Tudo bem, é importante demonstrar a honestidade, mostrar que hábitos desonestos não são bem vindos. Mas só mostrar, ou melhor, tentar mostrar mais do que o necessário, torna o gesto um pouco artificial, parece que estamos fazendo aquilo lá para aparecer. Ser honesto deve ser um hábito, não uma escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi essas linhas por um acontecimento dia desses. Fui a uma loja de tênis, loja conhecida, e achei um tênis que já “paquero” faz tempo, mas ainda falta coragem de pagar a grana que pedem por ele. Pois bem, cismei de passar lá e vi o tênis com mais de R$100,00 de desconto. Na hora já pedi um pra experimentar e, lógico, já peguei a caixa e fui pagar. Para minha surpresa, na hora do pagamento, o preço estava acrescido com o valor do suposto desconto. Chamei o gerente para reclamar e quando ele chegou, viu que a diferença do valor foi devido a um erro do funcionário que coloca as etiquetas. O código do consumidor não estabelece a diferença para isso, apenas menciona que o consumidor pagará o valor que estiver declarado, independente se esse valor está abaixo do normal. Legalmente eu levaria o tênis bem mais barato, mas e moralmente? Com toda certeza essa diferença seria (ainda ouvi o gerente cochichando isso com outro funcionário) descontada do salário do funcionário que errou. Achei que não valeria a pena, não me sentiria bem sabendo que um cara que ganha um pouco mais de um salário mínimo levaria aquele baque no final do mês. Deixei o tênis por lá, mas voltei pra casa com a sensação de que, indiretamente, ajudei alguém a ficar mais tranquilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2505360750977301694?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/2505360750977301694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=2505360750977301694' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2505360750977301694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2505360750977301694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/07/honesto.html' title='Honesto?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1415597816210947841</id><published>2010-06-30T23:33:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.310-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Mascarando</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Caso nosso cartão de visitas trouxesse todas as informações, absolutamente todas, sobre cada proprietário, as relações humanas estariam fadadas ao caos. O mundo não sobreviveria nem um dia dessa maneira. Como já falei em outros tempos, uma pequena dose (ou grande, depende do ponto de vista) de mentira se faz necessária para uma convivência mais pacífica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é, caro amigo, que constantemente nos vemos envoltos a mentiras que são, de certo modo, desnecessárias. Não há como mensurar isso de plano, não é possível ver se naquele determinado momento a mentira extravasou o limite da normalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No calor da conversa, naquela “acareação”, soltamos algo a mais ou a menos do que a realidade, isso é natural. Mas com o passar do tempo, se realmente quisermos isso, é possível parar e analisar se realmente aquela mentira foi importante, se deveríamos ter dito aquilo e até que ponto a verdade dita iria mudar alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso em algumas mentiras que ouvi ao longo da vida. Penso que muitas delas não passaram de uma tentativa de proteção para atitudes mesquinhas, feitas sem pensar e que com certeza teriam repercussão negativa, como, enfim, tiveram quando a verdade veio à tona. Valeu a pena ter mentido? Valeu a pena manter uma máscara que não se sustentaria por tanto tempo? “(...) O mundo é tão pequeno afinal, o mundo é tão pequeno afinal..”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1415597816210947841?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1415597816210947841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1415597816210947841' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1415597816210947841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1415597816210947841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/06/mascarando.html' title='Mascarando'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7346627930424130005</id><published>2010-06-01T23:52:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.311-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Rebobina para você ver!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;E aí, vai fazer o que agora? Quantas e quantas vezes não nos pegamos pensando assim, tendo que tomar uma posição em frações de segundos, decisões que poderão repercutir por muito tempo em nossas vidas. É assim, caro amigo, que vamos formando as pequenas histórias que, ao final, formarão a nossa novela completa. Essa possibilidade de escolher em qual linha percorrer, de criar uma espécie de um fluxograma infinito, é que torna a vida mais prazerosa, nos motiva a buscar sempre o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas dessas decisões não têm volta, é preciso entender que a vida, a partir daquele ponto, seguirá em caminho diferente, que outras pessoas virão, outras ideias, abrindo campo para novas decisões. Mas e daí, não é sempre assim? Talvez. A ruptura de uma escolha não precisa ser, necessariamente, abrupta. Um caminho mais provável que minimize traumas é tentar criar uma zona de transição, uma possibilidade de retorno caso as coisas não dêem certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que há situações que exigem uma conversão total de sentidos, sem qualquer chance de se pensar em ficar no meio termo. Essas situações são, sobretudo, aquelas que se arrastam por um longo tempo, que ficam nos perturbando por extensos períodos, exigindo, assim, uma decisão mais firme, ruptura para o renascimento. É difícil detalhar quando agir dessa forma, mas é importante pensar que esse tipo de atitude é importante, ou melhor, fundamental para que possamos viver a nossa vida, largar rancores e deixar o passado no lugar que ele merece, ou seja, no próprio passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um velho ditado popular que fala que Deus dá o frio conforme o cobertor. Discordo quando se atribui a um Deus as mazelas sofridas. Mas esse ditame possui um outro significado, mais interessante, que é o de dizer que as coisas sofridas são suportáveis, não são mais do que podemos aguentar. A única diferença é que para saber o quanto você suporta, ou o quanto suportaria, só há um modo: vivenciando a situação. Aí, caro amigo, fica ruim, ninguém quer fazer esse teste para saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar no lado bom da situação querendo apenas enxergar o outro lado para ver se vale a pena seria cômodo demais. Quem não gostaria de fazer um test drive para qualquer tipo de coisa? Você vai lá, vive aquele momento, observa como as pessoas a sua volta irão reagir e se a coisa ficar feia, volta pro status quo anterior e tudo fica lindo. Utopia quem pensa que pode reverter qualquer coisa, que pode, com palavras ou atitudes, devolver a consideração que as pessoas tinham antes da mudança. Não muda. Minimizar um impacto causado não é sinônimo de retorno ao passado, ao jeito que era antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse pequeno texto estava guardado há certo tempo aqui no computador. Ficou por aqui, esperando uma finalização, alguma melhora. Acredito que não consegui nem um nem outro, mas é melhor ele ir ocupar um lugarzinho entre os outros do que ficar aqui escondido, intocável. Geralmente é assim, vem uma fase de maior intensidade na escrita, depois isso passa, dando lugar a textos monótonos e/ou repetitivos, após outra fase vem... e assim vai... ainda bem que meus poucos, mas queridos leitores, são pacientes e sempre aparecem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7346627930424130005?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7346627930424130005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7346627930424130005' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7346627930424130005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7346627930424130005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/06/rebobina-para-voce-ver.html' title='Rebobina para você ver!'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8737972102161345373</id><published>2010-05-25T00:01:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.311-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A bolha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Constantemente vejo pessoas contestando obviedades, programas ditos populares, coisas da chamada cultura de massa. Não há nada de mal em se contestar alguma coisa, independente do que seja, mas desde que se tenha ao menos um motivo para isso. Contestar significa questionar, discutir, confirmar alegando alguma razão. Nunca deve ser confundido com crítica sem embasamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa desconectar do mundo para ser diferente dos demais. Não precisa não ver a rede globo para se achar superior intelectualmente. Basta ter discernimento para saber o que é bom, para saber o que se deve absorver e o que se deve descartar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fugir do trivial, apenas por fugir, é sem propósito e insano. Deixar de cumprir as facilidades que foram conquistadas apenas para não parecer mais um, é imbecilidade. Podemos ser diferentes sim, conquistar um espaço apenas com nosso conteúdo. Para a gente saber o que é bom, é preciso ao menos conhecer o que é ruim. Só criticar, estando de fora, parece-me despeito, inveja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enxergo um discurso hipócrita quando vejo críticas aos modismos. Não consigo pensar uma pessoa que não se veja dentro deles. Tem gente que usa esmaltes com cores fortes, sutiã com essas cores também (sim, está meio gay isso, mas é a única coisa que consegui pensar sobre um modismo que pegou recentemente... ou você queria que eu falasse sobre as pulserinhas do sexo?)... e aí, é modismo ou não é? Claro que sim! E só porque usa isso quer dizer que a pessoa é manipulada pela mídia, é alijada do processo pensante social? Absolutamente, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participar de um evento não significa dar adeus a tudo aquilo que se tem, a toda carga cultural que carregamos antes dele. É mais uma informação, que pode ou não ser útil um dia, mas que vai acrescentar experiência em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8737972102161345373?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8737972102161345373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8737972102161345373' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8737972102161345373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8737972102161345373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/05/bolha.html' title='A bolha'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4718038483251475873</id><published>2010-05-16T18:47:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.311-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Tem carta para você!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O tempo passa, muita coisa muda, mas acredito que nossa essência se mantém, ao menos aquela característica mais profunda, aquela linha na qual caminhamos durante toda nossa vida. Digo isso porque constantemente me vejo fazendo hoje em dia coisas que já fazia há muito tempo. Coisas pequenas, mas que são traços marcantes de personalidade, de gostos, de fatos ou situações que me já me atraiam antes e que ainda chamam minha atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras escritas sempre me favoreceram na conquista de relações, seja no campo da amizade ou mesmo em relações amorosas. Acredito que me expresso melhor por aqui e talvez por isso consiga passar uma imagem mais real do que sou, visto que num encontro casual, pessoalmente, o tempo para essa exposição é menor e em muitos casos as pessoas não dão oportunidade para você mostrar algumas características legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa questão de iniciar relações através de contatos escritos é muito antiga pra mim. Lá pelo ano de 1999, acredito eu, fui fazer uma viagem ao Rio de Janeiro e fiquei mexendo no computador da minha irmã. Não tinha computador em casa àquela época e o acesso a esse tipo de equipamento era bem restrito, ainda mais com possibilidade navegar pela internet. Pois bem, estava lá navegando e eis que entro em um chat, desses parecidos com Uol, Terra, não me lembro bem. Eis que nessas conversas encontro uma menina e a conversa vai rolando. O papo foi legal e a gente queria conversar mais, mas como eu não tinha computador, sugeri que trocássemos endereços e a partir dali nos comunicássemos através de cartas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num certo dia, algumas semanas após essa conversa pela internet, chego da escola e minha mãe diz “Victor, tem carta para você!”. Fiquei empolgado e fui abrir a carta para ler logo. De cara já percebi que a carta vinha perfumada e tudo mais. Não lembro bem se essa carta já veio com foto, mas ela chegou bem no início da troca de cartas. Fato é que mal lia e já corria para escrever e responder o mais rápido possível. E assim foi, fomos trocando cartas por um bom tempo, acho que por mais de um ano. Não lembro bem quando paramos com isso, ou o motivo, mas sei que não escrevemos mais e a coisa parecia ter morrido por ali. Parecia! Com as facilidades da internet, consegui encontrar essa menina, Lilian. Foi uma surpresa muito grande para ambos e foi muito gostoso lembrar daquele tempo, das cartas que até hoje são guardadas por ambos com muito carinho. Tempo legal, sem essa pornografia que impera na internet, sem interesses, só o carinho de um pelo outro, uma amizade construída pelas letras, semana a semana...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, esse texto foi só pra deixar um registro de como uma simples conversa pode mudar as coisas, pode abrir oportunidades de conhecer pessoas legais. Como é possível, com ela, poder mostrar um lado seu que poucas pessoas sabem. O mundo precisa de mais chances assim, dessa possibilidade de interação sem interesse... já pensou em quantas pessoas bacanas não conhecemos apenas porque num primeiro momento ela não despertou nossa atenção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: esse texto é uma homenagem também para a Grazi, a famosa Cinderela, com a qual mantive também uma relação assim. Grazi, minha querida, sinto falta das cartinhas... mas ainda bem que pelo menos agora você entra no email pra ler, né?&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4718038483251475873?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4718038483251475873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4718038483251475873' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4718038483251475873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4718038483251475873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/05/tem-carta-para-voce.html' title='Tem carta para você!'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4666539018540769816</id><published>2010-03-11T02:13:00.002-03:00</published><updated>2010-03-11T02:15:23.850-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>(Des) apegar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Se existe algo que realmente me faz refletir sobre muitas coisas, esse algo é o fenômeno da morte. Esse ainda não é o texto definitivo que quero escrever sobre o assunto, pois primeiro vou pesquisar a fundo como a morte é vista pelas religiões para poder, enfim, dissertar sobre esse tema que tanto chama minha atenção. De todo modo, seguem algumas linhas, que me vieram como uma quentura no peito, pedindo para aqui estarem nesse momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte, e aqui não posso fugir daquele pensamento clichê, é uma das únicas, senão a única, certeza que temos nessa vida. Nascemos? Vamos morrer! Mas e daí, por que falar disso agora? Porque a morte influencia praticamente tudo em nossa vida. Deixamos de fazer coisas por medo de morrer, fazemos outro tanto por medo de morrer, vivemos o tempo todo com esse receio, ainda que não pensemos nisso constantemente. A morte é um verdadeiro freio social. Tirando o lado religioso, no qual não quero entrar no mérito agora, ela segura nossos anseios, impede que façamos coisas que, apesar de nos darem prazer, antecipariam a morte, diminuiriam nossa permanência por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vejo uma pessoa já bem idosa, sem consciência, ou mesmo alguém que sofreu um acidente e vive (ou sobrevive) em um estado vegetativo, penso que seria melhor não permanecer nesse estado. Não pretendo discutir a questão da eutanásia, mas acredito que em determinadas situações ela não é ruim. Acontece que esse é um ponto de vista de quem está de fora. É provável que quem esteja passando por isso, com raras exceções, queira mais é viver, acredita que a luta deve ser até o final, até quando os remédios e aparelhos não mais surtirem efeitos. Quem está vivo não quer morrer, ainda que essa ideia de vida nos pareça um tanto superficial, ante o estado em que a pessoa se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana ocorreu a morte de um jogador de futebol de salão, que ao dar um carrinho, teve sua perna perfurada por um pedaço de madeira que se soltou da quadra. Ele foi socorrido, mas morreu no hospital, com hemorragia. Vejo isso e penso na estupidez que é a morte, como ela vem dos modos mais impensáveis possíveis, como atinge as pessoas de maneira improvável. Como um cara que sai de casa para jogar bola morre assim? Como alguém que vai passar o ano novo em Angra dos Reis morre soterrado? Como uma missionária vai ao Haiti para ajudar e perde sua vida por lá? Até esse trecho, caro amigo, muitas pessoas já perderam a vida ao redor do mundo, das mais diversas maneiras possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de trágico, o evento morte também tem seu lado positivo (não pense que é somente para os donos de funerárias). Quando a morte se aproxima, quer seja por uma passagem abrupta, como um acidente, ou menos célere, como nas doenças, acontece uma espécie de revolução na vida das pessoas, ou ao menos era para acontecer. As pessoas que passaram pelo estado de quase morte conseguem enxergar coisas por um ponto de vista bem diferente daquelas pessoas que não tiveram essa sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal mudança é o desapego a coisas materiais e a concentração de energias nos sentimentos e nas relações. Passar por isso faz o dinheiro, os carrões e os bens perderem grande parte de seu brilho. Para que acumular milhões de dólares, se você pode acumular centenas de amigos de verdade. Para que andar de Ferrari, se você pode pegar um ônibus lotado de pessoas legais, que querem seu bem? Por que tomar champagne ao lado de pessoas esnobes, se é bem mais agradável dividir aquela cervejinha com os amigos de infância que sempre estiveram presentes em sua vida? Uma pessoa com muitos bens estará sempre cercada de gente, mas nunca de pessoas. Basta secar a fonte, o dinheiro ir embora, que a maior parte desse povo vai junto, atrás de outras pessoas dispostas a pagar por uma falsa felicidade ao lado de gente não menos falsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar próximo à morte ou conviver com alguém que passe por isso, faz pensar um pouco diferente, ainda que essa diferença seja sutil. É o momento de ver que nada daquilo que se tem importa, que o que vale a pena é aquilo que se é, o seu ser, seu carisma e estima que as outras pessoas mantém por você. Morreu, é o fim. Ficam as posses, o dinheiro guardado. Dinheiro mais caro do mundo, pois deixou de ser gasto naquilo que iria fazer feliz, naquilo que iria dar prazer. Valeu a pena guardar tanto? Claro que não! Desapegue-se da matéria, apegue-se às relações, invista na emoção e o retorno estará garantido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4666539018540769816?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4666539018540769816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4666539018540769816' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4666539018540769816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4666539018540769816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/03/des-apegar.html' title='(Des) apegar'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7829224198637938389</id><published>2010-03-04T13:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.312-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>MONALISE-SE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando Leonardo da Vinci pintou a Mona Lisa ou, como queiram, La Gioconda, deve ter dado, e aí vem a opinião de um leigo, foco em toda o conjunto, em questões que envolvem cores, luminosidade, posições, entre outras coisas. Tudo isso é de extrema importância para a composição da obra, mas a característica mais intrigante e famosa desse quadro, que talvez nem Leonardo tenha se atentado tanto, é o sorriso da mulher, o conhecido e enigmático sorriso da Mona Lisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me pergunte como nem por que, mas foi realizado um estudo matemático sobre esse sorriso e, pasmem, através da análise de um computador constatou-se que Mona Lisa é uma mulher 83% feliz, 9% enjoada, 6% atemorizada e 2% incomodada (Wikipedia). Imaginem só: se ela é altamente feliz com aquele sorrisinho de canto de boca, que dirá então o da Fafá de Belém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente do estilo ou mesmo da intensidade, a verdade é que o sorriso é fundamental na nossa vida. Rir, quando o sorriso vem de dentro, faz bem, ajuda a esquecer problemas, abre portas para novas relações. Um sorriso, quando é dado com sentimento, de verdade, provoca alterações no corpo, dá uma pausa em todo negativismo que nos ronda e joga na corrente sanguínea alguma substância que relaxa, que nos deixa com uma sensação de conforto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrir é a ponta de um iceberg chamado pensamento positivo. Pessoas que pensam assim, que agem sempre com o intuito de que as coisas darão certo, sorriem mais. Mas isso não quer dizer, necessariamente, que quem vive mostrando os dentes por aí seja uma pessoa positiva. Muitas pessoas tentam passar uma imagem de felicidade, mas no fundo estão se corroendo, sofrendo e, ainda que não percebam, entrando em um círculo vicioso ainda maior, já que ao não assumirem os problemas, ao tentarem mascará-los, a angústia vem muito maior do que é na verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro lado também não é benéfico. Pessoas emburradas, mal humoradas, que não conseguem achar graça em nada, sofrem por dentro, não gostariam de estar nesse estado de espírito, mas pouco fazem para mudar, quer seja por orgulho, quer seja por receio de serem vistas como inocentes demais, iludidas, ingênuas. Há pessoas que só enxergam as coisas com esse tipo de olhar, só pensam de forma negativa, não observam que praticamente tudo pode ter um lado positivo, nem que seja apenas a experiência de ter vivido um momento ruim, experiência essa que servirá para nos deixar menos vulneráveis caso esses eventos ocorram novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar enxergar as coisas sob um ponto de vista menos pessimista é o caminho. Obviamente que não estou incentivando que se abandone o espírito crítico, que se deixe de lado a raiva, a reprovação, quando a situação assim exigir. Mas tudo isso tem um limite, ou seja, aquele momento é sim importante, mas não é recomendável internalizar isso, levar a ferro e a fogo, fazer dele uma constante em sua vida. Isso sim faz mal, nos diminui como seres humanos, coloca sobre nossas cabeças uma nuvem carregada de energias ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aviso aqui, caro amigo, é pensar e fazer o bem sempre. Mas o que é esse tal bem? Acredito ser aquilo que mexe conosco e que, ao mesmo tempo, não interfere negativamente na vida de ninguém. Além disso, sorria! Rir de piadas, de situações, relembrar fatos engraçados do passado, mas rir. Passar a vida de mau humor não vai melhorar em nada seu cotidiano, vai afastar pessoas legais do seu caminho. Um sorriso bem dado abre portas, portas físicas e sentimentais...pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7829224198637938389?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7829224198637938389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7829224198637938389' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7829224198637938389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7829224198637938389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/03/monalise-se.html' title='MONALISE-SE'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8623833434520812118</id><published>2010-02-24T00:32:00.002-03:00</published><updated>2011-08-29T17:53:47.836-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Então é não, senão...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estatisticamente, possuímos apenas duas alternativas quando somos questionados, ou seja, 50% de chance de usar um sim, 50% de usar um não. Pena que a estatística não é usada nas relações, no contato com as outras pessoas no nosso dia a dia. Diariamente nos vemos diante desse conflito, de usar o sim ou o não de acordo com o que realmente queremos, e não apenas para agradar ou não magoar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficar em cima do muro nem sempre resolve, apesar de ser uma solução menos traumática em muitos casos. A chance de não causar transtornos é menor se não assumirmos uma postura que venha contrariar pontos de vistas alheios. Diga-me, caro amigo, se você já conviveu com pessoas assim, que tentam ser sempre conciliadores de tudo e de nada, que não adotam o ponto de vista apenas para não baterem de frente com ninguém, ainda que esse pequeno embate em nada interferirá em sua vida. É mais fácil encontrar esse tipo de pessoas do que se imagina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser flexível é uma característica importante, não é necessário bater o pé e brigar apenas para satisfazer o ego. As mudanças de opiniões ocorrem naturalmente, na medida em que vamos amadurecendo, vendo que nada é imutável, que o ponto de vista de hoje pode não ser, necessariamente, o de amanhã. O nome disse é evolução. Evoluímos quando somos capazes de nos colocar no lugar do outro, para tentar entender o motivo daquela opinião; evoluímos ao aceitar que nosso ponto de vista é retrógrado, que não cabe mais naquele momento, naquela situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer sim a tudo e a todos vai nos tornar pessoas mais queridas, é bem provável que isso aconteça. Fato é que, ser solícito sempre é bom para quem está de fora, mas pode ser terrível para quem age assim a todo o momento. Fazer coisas que nos desagradam apenas para satisfazer desejos de outros não é produtivo, não nos tornam pessoas melhores. As coisas realizadas dessa maneira não carregam a carga do prazer, da nossa dedicação. Isso pode nem ser notado por quem recebe, mas nós, que produzimos, vemos que ali não tem a perfeição que um ato feito de coração teria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perde-se muito ao evitar o uso do não. Perde-se confiança, porque as pessoas começam a ver que sua personalidade é frágil, que não possui valores próprios, ideais. Perde-se oportunidade, visto que despendemos tempo e energia em tarefas que não nos satisfazem.  E, por fim, perde-se a auto estima, pois iremos viver sempre em função daquilo que esperam de nós, e não do que realmente acreditamos, bastando que outra pessoa diga um sim melhor que o nosso para que aqueles que achamos estar ao nosso lado nos deixem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite em você, saiba que dizer não a alguém pode ser benéfico, pode mudar o destino daquela pessoa. No início pode até aparecer uma mágoa pelo fato dela ter sido contrariada, de não ter o desejo satisfeito. Mas ela vai amadurecer, vai refletir, ver que nem sempre se tem aquilo que se quer, que o mundo não vai dar o mesmo tratamento que os pais deram. Com isso ela vai buscar o melhor, correr com as próprias pernas, enxergar que ela consegue sem ter que depender de ninguém. E, tenha certeza, um dia ela será grata por ter ouvido aquele sonoro não de você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8623833434520812118?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8623833434520812118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8623833434520812118' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8623833434520812118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8623833434520812118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/02/entao-e-nao-senao.html' title='Então é não, senão...'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-259654606221722104</id><published>2010-02-11T16:07:00.001-02:00</published><updated>2010-02-11T16:20:41.480-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Orgulhoterapia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Ninguém gosta de ser contrariado e, se fosse possível, as coisas deveriam acontecer sempre do modo que pensamos ser melhor. Sim, é um pensamento egoísta e que, felizmente, deixamos de colocar em prática por diversas questões, principalmente quando pensamos que isso só vai dificultar as relações interpessoais, que vai nos tornar pessoas menos sensíveis às causas alheias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um reage de uma maneira quando observa que não se seguiu aquilo que pensava, que achava ser a melhor opção. Uns ficam tristes, outros irritados, cabisbaixos e até mesmo depressivos. Há aqueles que internalizam e sofrem sozinhos e aqueles que deixam transparecer, não importando com o que as pessoas em volta irão achar daquele comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, variando apenas quantitativamente de pessoa para pessoa, um sentimento vem à tona nesse momento. Esse sentimento é o que conhecemos por orgulho. Buscando auxílio do meu amigo Aurélio novamente, orgulho pode ser definido, no sentido que busco aqui, como um “conceito elevado ou exagerado de si próprio; amor-próprio demasiado; soberba”. Será que tal sentimento já rondou seu coração alguma vez, caro amigo? Bem provável que sim, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é passível de crítica se isso já lhe ocorreu alguma vez. É natural sentirmos isso quando nos vemos em situações nas quais somos contrariados. Nosso amor próprio faz com que as possibilidades de resolução daquele determinado problema sejam reduzidas. Em alguns casos, não conseguimos enxergar que apenas uma atitude, uma palavra, poderia minimizar os impactos negativos de nossas decisões. Mas não, preferimos assumir aquela postura como uma verdade absoluta, sem qualquer possibilidade de alteração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O orgulho só nos diminui, apesar de parecer o contrário. A própria valorização, se feita de forma demasiada, também nos diminui. Não aceitar o ponto de vista contrário, ou ao menos tentar compreendê-lo, idem. Como visto, caro amigo, se isolar dentro de seu imaginário, de suas convicções, pode ser maléfico, pode torná-lo uma pessoa menos querida, menos acessível. O que se ganha sendo intransigente? Absolutamente nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa orgulhosa não assume que errou, não consegue pronunciar a palavra desculpa. Em muitos casos tem ciência que não agiu corretamente, que poderia ter adotado outra postura. Fica sem conversar com pessoas queridas porque não enxerga nada além do seu próprio ponto de vista. Perde dias, meses e até mesmo anos de um bom relacionamento com uma pessoa querida, ainda que essa pessoa tente restabelecer a relação. E para que tudo isso, a troca de que? Mais uma vez é resposta é: para nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito que se dizer a uma pessoa que tem no orgulho a base de seus sentimentos. É muito complicado querer mostrar a ela que existe outro caminho, que outro ponto de vista pode ser mais interessante. Ela mesma precisa mudar, impor barreiras a esse sentimento, enxergar que em nada ele pode beneficiar. Isso é um processo de auto conhecimento, de evolução, que deve ser duradouro, uma batalha diária. Uma transformação lenta e gradual, com pitadas caprichadas de humildade, compaixão, bom senso, enterrando esse orgulho o mais fundo possível, para que ele jamais volte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como lidar com pessoas assim? Eis uma resposta ainda mais complicada. É louvável tentar contato, aparar arestas, mostrar o outro ponto de vista de uma forma mais sutil, menos conflituosa. Mas até que ponto, até quando é possível agir dessa maneira? Acredito que seja até o momento em que sua vida não será anulada por causa disso. Correr atrás de alguém que não aceita que errou, que não vê que estamos perto para ajudar, é desgastante e, na maioria dos casos, não surte resultados. Fique bem consigo mesmo, pense que você fez o máximo que poderia ter feito. Um dia, e é bem provável que esse dia chegue, o orgulhoso verá que poderia ter sido diferente, que ele jogou fora a chance de ser feliz naquele momento por pura vaidade. Aí será tarde, bem tarde...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-259654606221722104?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/259654606221722104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=259654606221722104' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/259654606221722104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/259654606221722104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/02/orgulhoterapia.html' title='Orgulhoterapia'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1772263821936304529</id><published>2010-01-26T02:15:00.001-02:00</published><updated>2010-01-26T12:01:03.071-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Velando a hipocrisia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A hipocrisia, segundo meu amigo Aurélio, trata-se de impostura, fingimento, simulação ou falsidade. Mais do que isso, é um comportamento inerente ao ser humano, que utiliza esse subterfúgio para parecer mais sensível, menos frio e calculista. Somos constantemente hipócritas, tentamos passar uma imagem melhor do que carregamos em nossa essência, agimos seguindo algumas convenções sociais, ainda que desagrade, apenas para sermos mais bem aceitos na comunidade na qual vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se existe outro lugar onde melhor vejo a expressão da hipocrisia do que um velório. O ambiente é muito triste para a maioria das pessoas, um ente querido que se foi, uma vida reduzida a um corpo dentro de um caixão. Todo esse clima proporciona um tipo de conversa, que acontece após aquele momento de impacto de ver a pessoa morta, que é amparada, na maioria das vezes, por discursos hipócritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papo geralmente é o mesmo: “é, a gente precisa aproveitar mesmo a vida, nunca sabemos quando vamos embora desse mundo” ou então “a gente não leva nada dessa vida, não devemos ser apegados a coisas materiais, não se leva nada no caixão”. Papo furado! Observe as pessoas e veja: quem mais fala isso são as que agem justamente ao contrário do que estão pregando, que vivem apenas em função das coisas, não dos seres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte deveria mesmo abrir nossos olhos para essas questões. Por que ser tão apegado a bens, a coisas? Por que não ajudar a quem precisa? Por que não fazer coisas que dão prazer apenas para guardar dinheiro, ou apenas para não ficar mal visto no grupo social, ainda que o desejo não seja ilegal ou imoral, por exemplo? De fato, o discurso nos cemitérios é a verdade que se deseja, mas não a verdade que se busca, a que se manifesta em nosso cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver a vida sem ter esse apego excessivo à matéria seria muito melhor. Ajudar quem precisa, dentro das nossas possibilidades, é uma dádiva. Infelizmente nosso sistema é cruel, só existem pessoas ricas porque há uma grande massa pobre que é constantemente explorada. Sem isso o sistema não seria possível. Mas há alternativas para minimizar essas questões, para fazer com o que nosso semelhante sofra menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou falando, caro amigo, apenas de ajudar financeiramente a quem precisa. Lógico que isso também é necessário, mas não deve ser visto como única alternativa. Ser educado, em muitos casos, é uma forma de ser melhor com as pessoas. Cumprimentar o porteiro, ou a faxineira, não deve ser feito apenas porque é bonito mostrar para as pessoas que você é um ser humano legal, mas sim porque o seu desejo é esse, é ser gentil com qualquer pessoa, independente da posição social que ela ocupe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que a violência nos assuste, vejo uma situação onde ela, a violência, se manifesta de forma velada, mas não menos cruel que as demais. Ao pararmos nos sinais, as pessoas vêm vender coisas e, em muitos casos, fechamos ou vemos as pessoas fecharem os vidros e fixarem o olhar para frente, ignorando quem está ali tentando ganhar algum dinheiro com o trabalho. O ato de ignorar é uma violência sem tamanho. Ter a sensação de estar invisível é muito traumático, é doloroso. Isso motiva outras atitudes agressivas que nos parecem atos isolados de criminalidade, mas que trazem em suas raízes o sentimento de raiva, de sofrimento, de querer demonstrar que existe da pior maneira possível, mostrando poder de dominação através de atos violentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de falar, de pregar alguma verdade, é bom pensar se realmente agimos daquela maneira. Dar conselhos é bom, mas segui-los, antes de externá-los, é ainda melhor. Pense nisso e reflita um pouco sobre suas atitudes, se elas condizem o que você pensa, se combinam com a imagem que as pessoas têm de você e se de fato elas conseguem melhorar alguma coisa nesse nosso mundinho tão estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1772263821936304529?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1772263821936304529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1772263821936304529' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1772263821936304529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1772263821936304529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/01/velando-hipocrisia.html' title='Velando a hipocrisia'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4655824848250280933</id><published>2010-01-21T02:35:00.002-02:00</published><updated>2010-01-21T02:50:16.100-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Meu dia é hoje, minha hora é agora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De onde veio o tal juízo? E as tais regras de conduta, quem as inventa? Não pretendo responder a esse tipo de pergunta, mas sempre me pego questionando o que determina que a gente faça um tipo de coisa e não outro diametralmente oposto. A sociedade gosta de cobrar atitudes, mas não corresponde com essas mesmas atitudes quando se encontra em situação semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico observando alguns programas de igrejas, sobretudo as evangélicas, que passam na televisão madrugada adentro (viu que falta faz uma TV a cabo?). Observo os discursos, as teorias, as possíveis soluções para os problemas (todos eles, frisa-se). Vejo uma fala sem conteúdo, um jeito de ser que eles determinam, mas que os próprios não seguem em seu cotidiano. É muito mais fácil dar pitacos na vida alheia do que mostrar, com exemplos, como se deve fazer. Uma pena que esse tipo de comportamento não fica apenas na telinha, mas é percebido o tempo todo, em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse fundar uma igreja, uma seita, sei lá, seria a Igreja do Bom Senso. E o que eu pregaria nessa igreja? Faça o que quiser, na hora que quiser, do jeito que bem entender, e respeite apenas uma regra, um dogma: seu ato não pode ter nenhum, absolutamente nenhum, reflexo negativo em nenhuma pessoa. Parece simples? Não é, de forma alguma. Praticamente todos nossos atos vão respingar em alguém. Muitas pessoas que não têm nada a ver com nossa vida são atingidas por coisas que fazemos. Isso vai desde um pensamento mais global, como jogar um lixo no chão, até uma coisa mais próxima, como uma palavra mais ríspida dita em um momento inoportuno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega um momento em que é hora de dar um basta, mostrar que a vida corre independente de outra pessoa, independente do seu emprego e, não se assuste, da sua família também. Corre um tempo em que é preciso respeitar as vontades do coração, da sua emoção. Se for para ir embora, vá. Se for para dar um basta na relação, dê, não hesite. Quantas e quantas vezes você deixou de fazer algo que queria pensando em outras coisas sem a menor importância? Aposto que nessa última semana mesmo que se passou isso ocorreu contigo. Lógico que não é para enlouquecer, esquecer que as contas vêm ao final do mês, deixar de lado as leis e regras, magoar demais pessoas queridas. Como dito antes, tente não atingir ninguém com suas vontades, mas não fique preso a convenções sociais imbecis, que não são contestadas por ninguém e que seguem aí, influenciando a vida das pessoas, amarrando as vontades, cerceando os desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua vida é só essa que você tem, caro amigo. Não vou entrar no mérito do pós-morte, isso não vem ao caso agora. Independente da teoria, só hoje você está aqui de fato. O seu passado conta sim, muito. Mas o seu presente é que te dá a chance de mudar, fazer diferente, buscar sua felicidade, sua realização. Ninguém sabe o que será do futuro, como será o dia de amanhã, se teremos as mesmas oportunidades de hoje. Não quero ficar esperando que as coisas se amoldem aos meus gostos. Se posso, vou lá e mudo, simples assim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos muito pouco tempo! E muita coisa pra conhecer! Não se limite, não vire um quadro preso em molduras que você nem mesmo sabe quem construiu. Você nasceu sem bula, sem manual de instruções, não precisa ser metódico na conduta de sua vida. A liberdade de escolha é um dos grandes trunfos que dispomos e, portanto, devemos usar e abusar desse recurso. E tem mais uma: sem essa de ficar arrependido, se martirizando, vivendo amargurado por uma escolha que, teoricamente, não tenha dado certo. Pode não ter ficado do jeito que você achou agora, mas poderia ter ficado muito pior se a situação antiga tivesse se mantido. Ou vai negar que se a situação estivesse realmente boa, você pensaria em mudar? Duvido... se pensou em mudar, é porque algo incomodava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva, caro amigo, as mudanças de rumo que a vida nos proporciona. O novo sempre atrai, puxa nossas energias. Por que não mudar, não experimentar? Nada te impede, nada te segura. Experimente e saboreie o belíssimo gosto da mudança de vida, de hábitos, paradigmas, entre outras coisas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4655824848250280933?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4655824848250280933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4655824848250280933' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4655824848250280933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4655824848250280933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/01/meu-dia-e-hoje-minha-hora-e-agora.html' title='Meu dia é hoje, minha hora é agora'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-6906174155622683569</id><published>2010-01-15T15:15:00.002-02:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.312-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Survive</title><content type='html'>Descupem-me por entrar numa área que não conheço e que, confesso, não sou muito chegado.. estou falando da área das poesias, poemas... sei que existem grandes obras de arte nesse campo, mas às vezes fico sem paciência para ler...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... de todo modo, estava por aqui e saiu isso aí... sei lá se isso é bom, se é de péssimo gosto, mas saiu isso... "baixou o santo" aqui e rabisquei essas linhas que se seguem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nas despedidas&lt;br /&gt;nas minhas mentiras&lt;br /&gt;nas minhas friezas&lt;br /&gt;nas minhas indiferenças&lt;br /&gt;e ainda assim sobreviveu o amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nas minha dores&lt;br /&gt;nos meus dilemas&lt;br /&gt;nas pressões e impressões&lt;br /&gt;e ainda assim sobreviveu o amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e o amor&lt;br /&gt;que sobreviveu e ainda sobrevive&lt;br /&gt;pode ser O amor&lt;br /&gt;amor de ambos&lt;br /&gt;amor dos dois, amor de dois, amor a dois&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-6906174155622683569?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/6906174155622683569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=6906174155622683569' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6906174155622683569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6906174155622683569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/01/survive.html' title='Survive'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2787124167229732762</id><published>2010-01-06T01:07:00.001-02:00</published><updated>2010-01-06T14:48:45.400-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Positivo atrai negativo, negativo atrai positivo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em muitos casos, as leis da física são aplicadas ao nosso cotidiano, são usadas metaforicamente para explicar situações do nosso dia a dia. Uma dessas leis sempre me chamou a atenção, não pela sua aplicabilidade, mas sim pelo seu uso disseminado, que acaba se tornando uma verdade para muitas pessoas. É a famosa lei que fala que os opostos se atraem. Sim, é uma lei da física, visto que é utilizada nos imãs. E somente neles, creio eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse jargão é utilizado quando algumas pessoas vêem relacionamentos entre indivíduos que são, aparentemente, muito diferentes entre si. A única explicação encontrada no momento é essa, ou seja, que são tão diferentes que se atraíram mutuamente. É realmente possível ocorrer um relacionamento entre duas pessoas que se diferem de forma tão intensa? Acredito que a resposta é não. Um relacionamento, na essência da palavra, acontece quando há pensamentos em comum, desejos semelhantes, ideias que não sejam antagônicas a ponto de colocar cada um de um lado da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que às vezes nos deparamos com umas figuras que são, em princípio, tão diferentes da gente, que nos chamam a atenção, despertam algum desejo. Há duas explicações iniciais: ou sua atenção foi ligada por uma curiosidade imensa, ou há, em seu interior, vontade de ser semelhante àquele que você passou a admirar. Talvez, por causa dos caminhos tortuosos que a vida nos leva, não foi possível assumir determinada personalidade, desenvolver certos hábitos e, por isso, algumas coisas que aparentemente são diferentes do que pensamos nos chamam tanto a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então, como que fica a bendita história da atração? Mais uma vez nesse texto, bifurcarei (existe essa palavra?): a atração possui dois sentidos, a depender do tipo de relação. Em uma coisa mais simples, como alguém ficar com outra pessoa numa noite, há menos exigência de quesitos. Talvez a simpatia, a beleza ou um corpo bonito bastam para atrair. Não se exige muito, já que a relação ocorre apenas naquele momento. Penso que, ainda nesses casos, é possível ver que outros quesitos são exigidos. Vai me dizer que você nunca levou um fora de alguém quando achava que já estava tudo conquistado? O que ocorreu ali foi o realce de diferenças, sua “lataria” agradou, mas o interior nem tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro lado da atração acontece nos relacionamentos mais estáveis. Nesses há uma necessidade muito maior de pensamentos semelhantes, empatia. Não há como conviver diariamente com uma pessoa que pensa de forma tão diversa da sua. Lógico, seu chefe pode pensar assim, seus colegas de trabalho também, mas aí a relação é forçada, você engole algumas coisas para evitar atrito. Mas num namoro, por exemplo, é preciso que ambos estejam com o mesmo pensamento, que ajam no mesmo sentido, que busquem o mesmo ideal. Já acreditou em um namoro no qual você não via futuro? Você lutava e lutava e a cada dia mais vocês se afastavam? Não havia aquela sinergia esperada em um relacionamento? Pois é, talvez a explicação esteja mais ou menos por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para investir em uma relação assim. Quando os dois buscam coisas tão diferentes, foram criados em ambientes tão diversos, passaram por realidades distintas, é preciso ponderar. Há alguma possibilidade de uma parte ceder e entender que o caminho da outra tende a ser melhor? Ela consegue ao menos enxergar que o que se busca é bom para ambos? Se não for possível isso, desista, não insista num relacionamento desses. Ainda que você sofra, verá que é melhor assim. Ou vive-se uma relação de ilusão, com alguma parte agindo de forma teatral e se corroendo por isso, ou parte-se para outro caminho, deixando livre a pessoa que está ao seu lado e buscando alguém que possa estar mais compatível com seus pensamentos e anseios. Esse é um provável caminho em busca de uma estabilidade menos traumática.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Obs: Esse texto foi escrito em uma madrugada de plantão, com quase 12 horas no trabalho. Sei que não ficou lá essas coisas, mas perdoem-me, escrevi assim mesmo, cansado e com sono... um dia qualquer desses eu tento arrumar... ou não!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2787124167229732762?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/2787124167229732762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=2787124167229732762' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2787124167229732762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2787124167229732762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2010/01/positivo-atrai-negativo-negativo-atrai.html' title='Positivo atrai negativo, negativo atrai positivo'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7314085310247867879</id><published>2009-12-31T02:11:00.000-02:00</published><updated>2009-12-31T02:12:07.008-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Você veio aqui para que?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ano novo que se aproxima, metas que serão estabelecidas, antigos hábitos que serão deixados (ao menos no campo da tentativa) de lado. É sempre a mesma história. Uma quinta que vira sexta e tudo mudará completamente na vida de todos. Pena que não é tão simples assim. A energia da virada do ano nos faz pensar em muitas coisas, em muitas mudanças, mas o tempo vai passando e continuamos agindo da mesma forma, com a mesma rotina, torcendo para chegar logo o fim do próximo ano para que possamos novamente nos renovar com essa energia. É a mesma história das dietas que começam apenas nas segundas-feiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa época me faz pensar em qual meu papel por aqui, nessa bolinha coberta de água. Não quero entrar num campo filosófico, de discussão de valores sociais, de essência do ser. Apenas penso que se estou aqui é porque há alguma razão de ser e, se existe tal razão, eu tento caminhar da melhor maneira possível. Sabe a história de se fazer a diferença no mundo? Pois é, eu penso nisso sim. Não tenho pretensões em ser Gandhi ou Mandela, não estou aqui para desarmar a bomba atômica, mas tenho convicção que posso fazer a diferença sim na vida de muitas pessoas. E como posso fazer isso? Simples! Com meu trabalho, qualquer que seja ele, realizado de forma honesta, com energia e foco na resolução de problemas alheios, sem desejar recompensas ou reconhecimentos globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível descobrir logo nosso papel? Acredito que não. Muitas pessoas passam anos, envelhecem e morrem sem saber de fato a que vieram aqui. Trabalham, batalham, mas não sentem em seu íntimo que estão fazendo a tal diferença. Isso gera um sentimento de frustração que muitas vezes não é compartilhado e morre com a pessoa. Você quer isso para sua vida? Quer passar anos e anos trabalhando em uma coisa que não lhe faz feliz? Lutar tanto e ver que você poderia ter feito outra coisa mais útil, não só para a sociedade, mas para sua vida? Claro que não. Ninguém quer isso, mas são poucos os que se atentam, são raros os que têm coragem para parar o ônibus e pedir para descer, para embarcar em outra direção, em uma vida que definitivamente tenha sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobrir o que te faz feliz nem sempre é tarefa simples. Demanda tempo, reflexão, conversas, estudos. Mas esteja certo, caro amigo, essa dedicação vai valer a pena. Trabalhar naquilo que te faz bem é muito bom. O tempo passa mais rápido, o salário tem um valor maior, você é recompensado a todo o momento pelas mínimas coisas que acontecem. O árduo, do famoso “trabalho árduo”, desaparecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema de se buscar aquilo que te satisfaça é que, como as outras coisas na vida, há um preço a ser pago. Há casos em que a própria pessoa banca a mudança, mas na maioria das vezes é preciso abrir mão de muitas coisas, de conforto, dinheiros dos pais, segurança. Não são todas as pessoas que estão dispostas a viver uma vida, ou parte dela, de sacrifícios em busca de um sonho. Não são todas as pessoas que enxergam além do dinheiro, que trabalham para que a visão não fique restrita ao campo monetário. Talvez aí esteja grande parte das frustrações dos tempos atuais, já que, por uma pseudo segurança, abre-se mão de um futuro promissor, em uma carreira onde a capacidade da pessoa pode ser explorada ao máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil. Revire seu baú de memórias, veja como agia quando criança, adolescente. Tente lembrar das coisas que gostava de brincar, do seu comportamento na escola, na rua. Parece uma tarefa boba, mas é possível ver que muita coisa dessa época vai refletir na sua escolha por uma profissão, ainda que você não faça uma ligação imediata desses dois momentos. E outra: não fique muito tempo em um lugar que te faça infeliz. Troque, corra atrás de outras coisas, veja seus talentos, seus dons e busque fazer atividades que possam parecer brincadeiras, que aí sim seu trabalho renderá muito mais e dará a você, diariamente, a sensação de dever cumprido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7314085310247867879?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7314085310247867879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7314085310247867879' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7314085310247867879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7314085310247867879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/12/voce-veio-aqui-para-que.html' title='Você veio aqui para que?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8985705572456507604</id><published>2009-12-28T01:56:00.002-02:00</published><updated>2009-12-28T16:09:55.874-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Reagindo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É engraçado como as pessoas reagem de forma tão diferente quando se veem diante de um conflito. As reações são inesperadas e por mais que pensemos que vamos controlar, só é possível saber qual seu perfil quando a situação realmente acontece. Podemos até prever um pouco, já que a reação tem relação com a personalidade. Mas em um conflito o nível de adrenalina aumenta, ficamos estressados e reagimos, podendo parecer, quando a cabeça esfriar, que não foi um de nós que fizemos aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há diversas formas de se encarar um conflito. Segundo a doutrina que estuda a mediação de conflitos, as soluções mais usadas são o enfrentamento (verbal ou físico), a resolução (ou, ao menos, a tentativa) ou se ignora o problema. Cada uma dessas alternativas traz vantagens e desvantagens e são usadas de acordo com o perfil da pessoa e da real necessidade de determinando conflito ser solucionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, opto pela opção de ignorar. Sei que não é a melhor, mas com ela evitam-se brigas, discussões, embates. Lógico que não vai resolver o problema, mas pelo menos outros não são criados. A grande desvantagem dessa opção acontece quando a outra parte envolvida também ignora. Isso cria um círculo vicioso e a coisa não anda, o problema não é resolvido e a relação, que antes era excelente, torna-se insuportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que opta pelo enfrentamento. Ainda me assusto quando vejo essas pessoas buscando resolver os problemas dessa forma. Uma amiga, para resolver uma questão com um rapazinho pra lá de mentiroso, procurou o endereço da namorada atual do cara e foi lá falar, na frente da moça, inclusive, algumas verdades, desmascarando muitas mentiras que ele contava para ambas. Para piorar um pouquinho, essa minha amiga não tem, ao menos aparentemente, esse tipo de perfil. Ficou aí um bom exemplo de como a gente não sabe exatamente que tipo de atitude que vamos tomar quando tivermos que agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há uma receita de bolo para se resolver problemas. Cada um anseia uma reação diferente e cabe a nós decidirmos qual tipo de resolução daremos àquele caso. Fato é que nossa opção terá reflexo na posição da outra parte e, dependendo do que a gente escolher, pode magoar e piorar ainda mais as coisas. Vivemos numa cultura de não tolerar os erros alheios e temos muita dificuldade em aceitar que erramos. Pedir desculpas é algo raro hoje em dia. Buscar o diálogo, o entendimento, é tarefa que não é mais realizada. Perdem-se boas amizades por conta de fatos que nem ao menos sabemos do que se trata. Nem mesmo a causa do conflito é esclarecida, dificultando, para não dizer impossibilitando, qualquer tipo de acordo. O primeiro passo é saber onde você errou, o que fez para magoar a outra parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal é que não houvesse desentendimentos, mas eles estão aí e precisam ser enfrentados. Buscar o diálogo é sempre a melhor opção, mas não é a única alternativa. Não ser rude e ter humildade são requisitos fundamentais para início de conversa. Aceitar que errou é importante. Pedir desculpas não dói. Ceder em alguma coisa é necessário. A grande questão é colocar em prática essas atitudes, mas o exercício deve ser diário e não podemos esmorecer... uma hora a gente evolui!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8985705572456507604?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8985705572456507604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8985705572456507604' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8985705572456507604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8985705572456507604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/12/e-engracado-como-as-pessoas-reagem-de.html' title='Reagindo'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3499962866337602017</id><published>2009-12-05T23:42:00.001-02:00</published><updated>2009-12-06T00:03:44.957-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Primeiras (e não finais) impressões</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Constantemente ficamos diante dessa situação: somos apresentados a alguém e temos que, naquele curto espaço de tempo, demonstrar que somos “dignos” de interesse, que aquele desconhecido pode conversar conosco sem se arrepender. Para algumas pessoas isso é muito natural, algo quase instintivo. Para outras, entretanto, é tarefa árdua, mas que pode ser minimizada se houver colaboração da outra parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natural as pessoas se conhecerem, acontece praticamente todos os dias. Somos seres movidos pela comunicação e pela necessidade de interação social. Lógico que isso varia de pessoa para pessoa, mas, no geral, é agradável conhecer pessoas novas, ficar sabendo de histórias de vidas diferentes da sua. A questão é como esse início de relacionamento acontece, se há alguma forma de torná-lo mais tranquilo, principalmente para aquelas pessoas caladas ou tímidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, é preciso distinguir uma pessoa calada daquela pessoa tímida, na essência da palavra. O tímido não consegue estabelecer uma relação, fica tenso quando alguém se aproxima, responde em monossílabas, respostas curtas, evitando contato visual, entre outras características. Já a pessoa calada não corresponde necessariamente a uma pessoa tímida. Vários são os fatores desse tipo de comportamento, mas creio que o mais comum é que esse tipo de pessoa prefere, ao menos num primeiro momento, ficar calada para observar o ambiente em que se encontra. Essa observação é muito importante para os calados, com ela é possível ver um pouco da personalidade dos frequentadores do local, ver com que é mais fácil estabelecer um contato inicial, entre outros fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aquela ideia de que a primeira impressão é a que fica. Talvez isso seja verdade, mas é possível, dependendo da imagem que se tem no início, alterar essa impressão inicial. Lógico que um contato inicial muito traumático, com uma pessoa grossa, arrogante ou extremamente inconveniente, por exemplo, dificilmente terá a imagem alterada. Em outros casos, principalmente quando se tem contato com alguém que inicialmente lhe parece desinteressante, fútil, sem uma conversa atraente, há possibilidade de se reverter essa imagem, bastando, para isso, que se dê uma chance para essa pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual tipo de chance? Simples! Puxe conversa, tente entender um pouco mais aquela pessoa que está contigo, coloque na conversa assuntos que mexam com a atenção dela, enfim, dê um pouco de atenção que a coisa anda, você se surpreenderá com o que aquele desconhecido “chatinho” pode oferecer. Mais do que uma simples conversa agradável, esse inicio de relação pode se transformar em uma amizade sólida, com uma atenção que você talvez não tenha daquela pessoa que inicia um relacionamento em segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o caminho mais fácil, e ao mesmo tempo mais difícil, seja nos livrarmos de qualquer espécie de preconceito. O famoso “não fui com a cara” significa que não demos a chance sequer daquela pessoa se apresentar, de conhecer o mínimo de sua personalidade. O fato de a ignorarmos, sob o argumento de que a outra pessoa se mostrou desinteressada, não quis muito papo, não serve e não deve ser usado nessa situação. Dê mais atenção àqueles que estão a sua volta, pense que pode haver uma pessoa interessada em conversar contigo, escutar seus problemas, compartilhar experiências, enfim, alguém que, após se estabelecer confiança, vai ser sempre um ombro amigo pronto para te ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3499962866337602017?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3499962866337602017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3499962866337602017' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3499962866337602017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3499962866337602017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/12/primeiras-e-nao-finais-impressoes.html' title='Primeiras (e não finais) impressões'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4640717212578396949</id><published>2009-11-28T21:36:00.002-02:00</published><updated>2011-08-29T17:54:36.312-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Síndrome do reclamão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tenho certeza que não preciso perguntar se você, caro amigo, já teve contato com uma pessoa “portadora” dessa síndrome. Em linhas gerais, consiste naquela pessoa que reclama de tudo e de todos, que acha que nada está bom. Obviamente que esses não são os únicos sintomas e cada reclamão desenvolve alguns outros, de acordo com sua personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar junto a um reclamão é tarefa extremamente complicada e requer muita habilidade, visto que a possibilidade de contágio, dependendo do dia em que você estiver, é alta. Caso ele te pegue desprevenido, com a alta estima baixa, chateado com alguma coisa, é provável que você se torne um, ao menos naquele momento. O único remédio nesse caso é refletir antes de ficar reclamando, pensar que isso não resolverá absolutamente nada os seus problemas e, provavelmente, apenas tornarão a percepção desses ainda maiores do que já são de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reclamão pensa que o mundo gira em torno dele e que há uma eterna conspiração de tudo e de todos contra ele. Se algo acontece, é porque ele estava na situação, senão seria diferente, correria tudo bem, tudo normal. Não, reclamão, não é isso. Os problemas acontecem com todo mundo e todo mundo sente da mesma forma. Ninguém tem sorte ou azar o tempo todo, as coisas passam, independente de quem esteja no foco da situação. Pare de pensar que tudo o que acontece é porque você está envolvido. Você é apenas mais um na engrenagem que move o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós tem sua importância no mundo, na família, no nosso círculo social, mas uma coisa muito fria e realista precisa ficar clara aqui: ser importante não significa ser fundamental, ser decisivo para que as coisas continuem funcionando. Quando a pessoa morre, ela deixa saudades, familiares e amigos ficam tristes, sentem falta. E só. Tudo continua do mesmo jeito, o jogo de futebol do seu time vai acontecer no próximo domingo, seu cachorro vai comer ração normalmente, seu namorado ou companheiro vai arrumar outra pessoa. É inevitável. E justo, muito justo. Ou você queria que todos entrassem em um luto infinito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa: só reclamar resolve? Pergunto isso porque o que mais se vê nesse tipo de pessoa são reclamações vazias, carentes de uma ação simultânea. Reclamar quando está ruim é normal, todo mundo faz. Mas quem reclama e age é uma coisa, quem reclama só por reclamar é que chateia. E os portadores da “síndrome do reclamão” já acordam reclamando, reclamam ao longo do dia e dormem da mesma forma. Basta olhar para a vida deles que se observa que a maioria das reclamações não procede, que ele fala de coisas que não existem e que as coisas que têm algum fundamento continuam da mesma forma, visto que ele nada faz para mudar a situação. Não muda por medo, por fraqueza, por saber que pode ficar muito pior do que virtualmente está, mas ainda assim continua reclamando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reclamões possuem outra característica em comum, que é a de falar muito de si, de só falar na primeira pessoa. Como pensam que estão no centro do mundo, acreditam fielmente que sua posição ali, naquele momento, quer dizer alguma coisa. Expõem opiniões sobre tudo e sobre todos, do cocô à bomba atômica (essa citação é do Jô Soares), entram em polêmicas desnecessárias apenas para impor o ponto de vista e ficam extremamente chateados e furiosos quando discordam dessas opiniões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se você, caro amigo, se viu nesse texto (o que é difícil, porque os reclamões não aceitam opinião de ninguém, sobretudo quando se critica o modo de agir), repense alguns valores da sua vida, imagine que quem está ao seu lado não é obrigado a aguentar seu temperamento e que viver assim só afasta do seu convívio pessoas que lhe querem bem. Se você for um chefe assim, muitas pessoas ainda ficarão do seu lado, mas apenas por questões profissionais, puxando o saco de alguém insuportável e que, se tivesse escolha, seria a última pessoa a se querer por perto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva mais, reclame mesmo, aja para mudar o que te incomoda, mas não queria que as pessoas tenham pena de você, não queria que todos mudem seu modo de viver apenas porque você não está feliz em determinada situação. Seja mais altruísta, pense menos em dinheiro, em posse, pense mais no outros, em como você pode ajudar. Isso vai te tornar um ser humano melhor, alguém que quando envelhecer vai olhar para trás e ver que valeu a pena ter vivido, que ficou marcado na memória das pessoas por suas atitudes positivas.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4640717212578396949?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4640717212578396949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4640717212578396949' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4640717212578396949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4640717212578396949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/11/sindrome-do-reclamao.html' title='Síndrome do reclamão'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-405884754844180726</id><published>2009-11-17T23:15:00.002-02:00</published><updated>2009-11-18T13:06:57.835-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Amor, dependência e controle</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sou um pouco cético quando observo as pessoas trocando declarações de amor por aí. Não, não duvido da existência desse sentimento e o acho fundamental para nossa vida, mas acredito que muitas pessoas banalizam esse sentimento por aí afora. E essa é apenas uma das “más aplicações” do conceito de amor. Tentarei mostrar algumas delas nesse pequeno texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez você, caro amigo, já tenha reparado essa situação: uma pessoa que mal conhece a outra e já a trata pela alcunha de amor. É provável que a pessoa que diga isso nem perceba tanto, mas será que quem ouve não acha, no mínimo, estranho? Bom, eu acharia. Mais do que estranho, acharia vazio, desnecessário e, com toda certeza, falso. Alguns substantivos, como amor, amigo, entre outros, não devem ser dito tão desnecessariamente, não devem ser vulgarizados, colocados no mesmo patamar de outros com menos intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra situação é a confusão que existe entre amor e dependência. Essa dependência, aliada ao comodismo, faz com que algumas pessoas confundam os sentimentos, achando que amam aqueles que apenas estão cotidianamente em suas vidas, que são presentes como uma carteira ou um celular, que farão falta quando “sumirem”, mas que poderiam ser substituídos por outra pessoa, sem maiores traumas. Acontece que optar por essa troca não é tarefa simples e, dessa forma, as pessoas vão levando seus relacionamentos, deixando passar o tempo e não se dando conta de que isso só aumentará o sofrimento quando essa relação se romper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser dependente de outra pessoa tem diversas implicações negativas. Não se vive uma vida dessa forma, senão corre-se o risco de não ver a maior parte de suas vontades satisfeitas, de ver que sua vida passou em função de outra, em função de desejos de outra pessoa, muitas vezes não coincidindo com os seus. O problema é que quase sempre quem está nessa situação não consegue visualizar que a vida corre dessa maneira. Quem vive iludido, achando que tudo é em função do amor, até briga quando outra pessoa faz algum comentário sobre essa situação, acha que é inveja, ciúmes, etc. Pode até ser mesmo, mas em muitos casos não é. Quem está de fora consegue enxergar coisas diferentes, pode ver o mal que a pessoa está fazendo a si mesmo se enganando dessa maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, acho interessante falar no amor como subsidio para controle. É importante, caro amigo, dizer que essa situação não é necessariamente o contrário da dependência, já que muitas pessoas controladoras são, ao mesmo tempo, extremamente dependentes. De fato, talvez essas duas características andem lado a lado, mas não necessariamente na mesma proporção. Por amor, controla-se os passos da outra pessoa. Com a justificativa do amor, sacrifica-se um descanso, uma coisa importante a ser feita, para exercer o controle. Quem controla precisa abdicar de atividades necessárias para ter tempo de controlar. Quem é controlado, considera essa “dedicação” excelente, acredita que o amor faz com que ela tenha toda atenção do mundo, não conseguindo ver, todavia, qual a real intenção desse tipo de atitude. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No mais, é isso. Sei que pode parecer uma visão muito pessimista, mas penso que nada mais é do que a observação um pouco mais fria, um pouco menos romântica, de situações cotidianas. Lógico que tem muita gente feliz com a vida desse jeito, mas talvez esse conceito de felicidade, esse suposto ápice que ela acha que vive, não seja absolutamente nada em vista do que ela poderia viver se pensasse de outra forma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-405884754844180726?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/405884754844180726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=405884754844180726' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/405884754844180726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/405884754844180726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/11/amor-dependencia-e-controle.html' title='Amor, dependência e controle'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8747928415111463969</id><published>2009-10-18T10:56:00.002-02:00</published><updated>2009-11-27T18:47:53.688-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Dizendo adeus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Palavra forte, essa adeus, não é mesmo? Traz uma ideia bruta, um peso maior do que parece ser possível carregar. Em um primeiro momento, talvez seja essa a impressão inicial que se tem, mas com o passar do tempo, é possível ver que somos capazes de suportar qualquer peso que for, apesar de não termos essa consciência inicial, visto que sair da zona de conforto, para testar novas possibilidades, não é habitual para ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém gosta de perder, ninguém quer ficar por baixo. Acontece que isso é necessário para que se abra um leque de novas possibilidades. É muito cômodo ficar numa situação que, embora pareça confortável, só se desgasta a cada dia que passa. Sair dessa situação não é enganar ninguém, ainda que o outro lado refute em aceitar. As mudanças são imprescindíveis, muda-se o jeito, muda-se a pessoa, muda-se o local, tudo em busca de algo que satisfaça as necessidades de um determinado momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mudamos, somos vistos como traidores, como escrotos (desculpem esse tipo de expressão, mas é literalmente o que já ouvi em determinando momento de minha vida), traíras, idiotas, enfim, palavras que denotam a insatisfação daqueles que são diretamente atingidos por nossas ações. Talvez elas estejam com alguma razão, mas é improvável pensar numa vida vivida em função do desejo alheio. Cada vida é única e deve ser vivida de acordo com a vontade de seu respectivo dono (obviamente respeitando alguns limites, principalmente aqueles que atingem a esfera alheia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar não significa necessariamente girar 180º. Pode-se mudar algum detalhe e essa pequena alteração, por menor que seja, traz paz e conforto para quem mudou. Quem está do outro lado, ou seja, quem tem que suportar essa mudança, precisa enxergar o bem que isso pode fazer para o outro. Sacrificar significa renunciar voluntariamente, dedicar com ardor. Vez em outra esse tipo de sacrifício pode ser crucial para que o entendimento volte a reinar entre as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamos sempre que conhecemos o outro lado. Quanta inocência, quanta ingenuidade! Sabemos muito pouco de qualquer outra pessoa, por mais próximos que sejamos dela. Conhecer o íntimo, os desejos, intenções, anseios, é muito mais difícil do que se imagina. Pense em você mesmo, caro amigo: você revela tudo o que se passa em seu interior? Deixa as pessoas conhecerem seus sentimentos mais profundos? Penso que a resposta só pode ser negativa. Revelar tudo nos torna vulneráveis, temos receio disso, medo de ficarmos expostos demais ante as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa falta de conhecimento alheio leva às brigas, aos desentendimentos, causa confusão, visto que imaginamos uma coisa que não corresponde à realidade. Ficamos frustrados por não dominar os sentimentos da outra pessoa, mas é preciso saber que isso é tarefa impossível. Não vale a pena se prender a isso. Relaxe, viva o que der, o quanto der, com a maior intensidade possível. Se vai dar certo, se vai durar? Não sei. Apenas penso que não há outro caminho menos espinhoso para irmos preenchendo nossas vidas com momentos importantes, agradáveis e que ficarão guardados conosco enquanto vivermos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8747928415111463969?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8747928415111463969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8747928415111463969' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8747928415111463969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8747928415111463969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/10/dizendo-adeus.html' title='Dizendo adeus'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7115968875845934228</id><published>2009-09-15T13:37:00.005-03:00</published><updated>2009-12-28T02:13:25.120-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>Nossos dados vazaram!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em primeiro lugar, peço desculpas pela falta de originalidade nessa postagem. Mas ao ler esse texto do Luiz Fernando Veríssimo, pensei sobre essa situação em que nossos dados cadastrais são comercializados entre as empresas, tirando nossa privacidade, nos importunando com diversas ligações de call center, com pessoas querendo vender produtos os mais diversos possíveis. Já questionei algumas atendentes de telemarketing sobre como a empresa em que ela trabalha sabia tantos dados meus, já que eu nunca havia feito cadastro com eles. A resposta sempre é a mesma: não sei! (ou, melhor: não estarei sabendo responder essa pergunta, senhor!) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos ao excelente texto do Veríssimo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;PEDINDO UMA PIZZA EM 2015&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Pizza Hot, boa noite!&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Boa noite, quero encomendar pizzas...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Pode me dar o seu NIDN?&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Sim, o meu número de identificação nacional é 6102-1993-8456-54632107.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Obrigada, Sr.Lacerda. Seu endereço é Av. Paes de Barros, 1988 ap. 52 B, e o número de seu telefone é 5494-2366, certo? O telefone do seu escritório da Lincoln Seguros é o 5745-2302 e o seu celular é 9266-2566.&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Como você conseguiu essas informações todas?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Talvez não seja uma boa idéia...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: O quê?&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Consta na sua ficha médica que o Sr. sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: É, você tem razão! O que você sugere?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Por que que o Sr. não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Sr. vai adorar!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Como é que você sabe que vou adorar?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: O Sr. consultou o site "Recettes Gourmandes au Soja" da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, às 14:27h, onde permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: OK, está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: É a escolha certa para o Sr., sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Quanto é?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: São R$49,99.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Você quer o número do meu cartão de crédito?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Lamento, mas o Sr. vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Duvido que consiga, o Sr. está com o saldo negativo no banco.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos. Se o Sr. estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-Telefonista&lt;/strong&gt;: Peço desculpas, mas reparei aqui que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: @#%/§@&amp;amp;?#&gt;§/%#!!!!!!!!!!!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Gostaria de pedir ao Sr. para não me insultar... não se esqueça de que o Sr. já foi condenado em julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: (Silêncio)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Mais alguma coisa?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Não, é só isso... não, espere... não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: E machucar o joelho? O Sr. mora no andar térreo! &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7115968875845934228?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7115968875845934228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7115968875845934228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7115968875845934228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7115968875845934228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/09/nossos-dados-vazaram.html' title='Nossos dados vazaram!!!'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-6761978276670745792</id><published>2009-08-04T15:11:00.002-03:00</published><updated>2010-01-10T14:18:41.003-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O que busca?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias estamos na batalha, colocando em prática vários verbos: estamos estudando, trabalhando, “concursando”, etc. Tudo isso em busca de um ideal, de algo que vá nos fazer feliz. Será? Qual será essa felicidade que a gente sempre busca, qual será esse ideal que quando chega não supre na totalidade as nossas expectativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que buscamos, afinal? Buscamos bons empregos, boas faculdades, bons relacionamentos, tudo isso a troco de que? Para se ter estabilidade financeira, ter dinheiro para fazer o que quiser, seriam as respostas diretas a estas questões. Mas isso é muito pouco, muito vago, é um fim que não paga o preço do meio em que se viveu para obtê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente passa longos anos sacrificando suas vidas em prol de um objetivo que não é claro nem mesmo para elas. O simples objetivo de passar em um concurso, por exemplo, apenas para se ter um emprego de renome e ter uma vida financeira mais tranquila não é justificativa plausível para tanto sacrifício. Deixamos de lado nossos amigos, pessoas com as quais nos relacionamos, família, enfim, vários pilares que nos sustentam nos piores momentos apenas para ser um servidor público e ter nosso salário ali na conta todo mês? Acredito que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra de ordem é ponderação. Penso que qualquer objetivo que você tenha em mente pode e deve ser alcançado sem o sacrifício total de outras relações. Ao contrário de pregações do tipo “Willian Douglas”, acredito que há sim possibilidade de conciliar a vida profissional com a vida pessoal. E não é uma conciliação como ele afirma, de você usar o tempo quase que exclusivamente para estudo ou trabalho e deixar o que sobra para se divertir. É possível fazer bem as duas coisas e é importante que se faça isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense bem: hoje você está em busca dos seus sonhos e se dedica exclusivamente a eles, abdicando de outras coisas que lhe dão prazer. Daqui a alguns anos, terá o que sonhava. Tudo bem, seu desejo foi realizado. Mas o que te dá prazer hoje em dia, provavelmente não dará daqui uns tempos. A idade faz com que percamos o prazer em desfrutar de certas coisas, seja uma pelada com os amigos, seja uma cervejinha no boteco “pé sujo”, ou até mesmo uma micareta de pegação desenfreada. E aí, valeu a pena não ter passado por essas experiências em prol da busca de um ideal que você nem mesmo sabe se lhe renderá satisfação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa vida é o somatório de experiências. O celular de última geração, o carrão, o apartamento chique dificilmente entrarão em suas conversas e relatos de seu passado. Mas suas experiências sim, farão parte de sua memória, dirão quem você é e quem você foi, falarão muitas coisas sobre sua personalidade. Não há porque deixar essas oportunidades passarem sem vivenciá-las, não há porque ser somente mais um ser que tem, mas que não é. O ter passa, se torna obsoleto, sem utilidade e com alta dosagem de futilidade. O ser não, o ser fica, se impõe, é sempre uma soma na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, caro amigo, cuidado com o estilo de vida que adota. Tudo bem em buscar ganhar mais, ter estabilidade, ter reconhecimento na sua carreira. Mas em nada isso vai servir se você não viveu sua vida, se não passou por experiências que, quando for mais velho, ainda que tenha muito dinheiro, não voltarão jamais. Viva mais, use seu tempo de forma mais coerente. Não seja um viciado em trabalho ou estudo, deixando de lado pessoas boas, momentos bons. O preço que você pagará por essa omissão não terá como ser ressarcido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-6761978276670745792?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/6761978276670745792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=6761978276670745792' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6761978276670745792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6761978276670745792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/08/o-que-busca.html' title='O que busca?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7901216481515027603</id><published>2009-07-07T01:18:00.002-03:00</published><updated>2009-12-28T02:06:21.355-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O que? Quando? Como?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Você, caro amigo, com certeza já passou por momentos em que teve que optar por uma coisa e, ao mesmo tempo, abrir mão de outra que considerava importante. Isso é rotineiro em nossas vidas. Em diversas situações somos forçados a optar, algumas vezes com tempo para pensar, outras vezes com decisões tendo que ser tomadas ali, na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrir mão de determinadas coisas causa angústia, sofrimento, arrependimento, vontade de voltar atrás na decisão, principalmente quando a opção escolhida não supre a necessidade, não tem o resultado esperado. Algumas vezes esse retorno é possível, mas na maioria das vezes não. Como administrar esse tipo de situação, minimizando os impactos na nossa vida e na das outras pessoas envolvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse jogo de escolha não temos nenhum instrumento que irá analisar quantitativamente as opções e dar o veredicto sobre qual será mais benéfica para nossas vidas. Amigos, parentes, pessoas próximas, sempre poderão das suas opiniões, tentar mostrar um ponto de vista diferente que pode até clarear as idéias, trazer soluções diferentes. Acontece que a decisão final é nossa e, por isso, pesa na decisão um fator que entra em cena nessa hora, chamado intuição. É a intuição que fazer a balança pender para determinado lado logo de cara, logo quando estamos prestes a ter que tomar a decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da intuição é que ela é carregada de emoção, ao passo que o mais exigido numa hora dessas seria a razão. Seria, pois somente a razão nos prega ao chão, não nos deixa sonhar mais alto, vislumbrar possibilidades. Por isso a intuição se faz tão importante numa escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, caro amigo? Esse texto não é resposta para nada, assim como penso que nenhum outro é. Mas esse, em especial, é somente para deixar registrado aqui meu desejo de mudar. Mudar em que ainda não sei. Mas mudar, apenas mudar. O universo conspira para isso, dá sinais, cada dia mais claros, que essa mudança está chegando. É preciso enxergar isso, ver que não existe somente um lado da moeda, que não existe somente uma fruta no pé. A estação é inverno, mas vem aí a primavera para fazer a árvore da sua vida florescer, dar frutos novos, frutos que saciarão seus desejos, que te mostrarão novos sabores. Viva esses sabores, esses cheiros, extraia da vida um novo suco, um suco que garantirá uma energia até então desconhecida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7901216481515027603?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7901216481515027603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7901216481515027603' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7901216481515027603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7901216481515027603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/07/o-que-quando-como.html' title='O que? Quando? Como?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4503543157202803676</id><published>2009-05-26T23:32:00.000-03:00</published><updated>2009-05-26T23:34:07.563-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Sonhos interrompidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que se faz quando não se consegue aquilo que você tanto batalhou? Chora? Reclama? Fecha a cara e o tempo para quem está próximo a você? Não sei. Cada um tem seu meio próprio de mostrar descontentamento com as adversidades que a vida nos traz. Feliz ninguém fica e isso é consenso. Talvez a única alternativa reconfortante seja pensar que aquele momento não era o ideal para se ter a coisa almejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém gosta de perder. A gente pode até saber perder, e é importante que saibamos mesmo. Mas gostar de perder é um sentimento difícil, para não dizer impossível, de ser encontrado. Perder nos faz tirar lições, ver onde erramos, onde erraram conosco, ver o que poderia ter sido diferente. Ainda assim não é possível definir com exatidão o que teria acontecido caso tivéssemos feito diferente. De todo modo, é chato demais não conseguir as coisas.... ainda mais quando se batalha tanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é certa: ficar lamentando, somente, não adianta. Ainda mais quando essa lamentação vira um hábito de vida. Chega uma hora que ninguém mais tem pena de você, as pessoas nem querem mais ouvir suas histórias. A vida é assim. A gente sensibiliza as outras pessoas por um tempo, mas depois isso só tem importância mesmo para nós. Se com a morte, evento terrível, acontece isso, que dirá com um problema seu, uma coisa mal resolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, caro amigo, as coisas não andam sempre da maneira que a gente acha que deva andar. E que bom que é assim, senão o mundo seria uma verdadeira zona, já que os gostos, as vontades e desejos são variáveis. E bom que seja assim também para que possamos crescer como pessoas, para que possamos encarar as coisas com mais seriedade, dedicando nosso tempo e nossas habilidades com mais afinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega de lamento! A fase ruim se foi como uma gota de chuva que passou. O ciclo da água é lento, mas é certo. Com o tempo a gota que passou vai evaporar, virar nuvem e voltar. Como a fase ruim, a chuva com aquela gota nem sempre vai atingir a mesma pessoa, nem sempre a crise retorna. Não faça a dança da chuva, não atraia novas crises. Dê um ponto final nessa história e recomece outra. O final nunca é igual, pois o enredo vai mudar, você vai mudar, e para melhor, tenha certeza absoluta disso. Quando a gente quer de verdade, nem sempre a gente consegue, mas sempre a gente arruma forças para superar o que não deu certo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4503543157202803676?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4503543157202803676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4503543157202803676' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4503543157202803676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4503543157202803676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/05/sonhos-interrompidos.html' title='Sonhos interrompidos'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2375731385581300084</id><published>2009-02-28T00:28:00.001-03:00</published><updated>2009-03-08T22:09:37.342-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Tentar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tentar. Essa é uma daquelas palavras que nos rodeia, uma espécie de mantra que é dito por muitas pessoas, mas colocado em prática por poucas. A coragem de buscar o desconhecido, de entrar numa questão em que a possibilidade de dar errado é grande o suficiente para desanimar os mais fracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todas as vezes estamos aptos a tentar. Talvez tenhamos uma espécie de bloqueio que nos impeça de ir muito além da nossa capacidade. Será? Difícil ser preciso nessa resposta. Essa bloqueio pode até existir, mas é temporal, momentâneo. Em um instante pode ser que lhe falte força para buscar o que está além do alcance, o que não deve ser visto com um ponto final na questão, mas apenas uma vírgula. Quem sabe esse interstício temporal não ocorra para que haja uma melhor preparação para encarar o desafio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso superar o medo. O verbo tentar abre o campo da possibilidade, de aventurar, de empregar os meios necessários para obter algo que se deseja. Não é um verbo de comando fixo, que carrega o peso da não execução. Tentando se obtém experiência, maturidade para que, na próxima tentativa, o sucesso esteja mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo esse texto tentando (ops!) mostrar a mim mesmo a importância de ir atrás daquilo que acredito, mas que tenho ciência que posso não conseguir. Quero acreditar mais na hipótese do sucesso do que do fracasso, mas não me abstenho de imaginá-lo como uma possibilidade. Algumas vezes escrevo como desabafo, outras com o intuito de internalizar a ideia, como é esse caso. A força de vontade busca suas energias em diversas fontes. Acreditar em você, no seu potencial, é motivação para tentar e buscar aquilo que você quiser. Se não der, não era para você, talvez seu talento seria sub-aproveitado naquela meta desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2375731385581300084?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/2375731385581300084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=2375731385581300084' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2375731385581300084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2375731385581300084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/02/tentar.html' title='Tentar'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-536057942332662445</id><published>2009-01-16T12:44:00.002-02:00</published><updated>2009-02-15T21:34:52.685-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Eu, tu, ELES</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É indiscutível que precisamos de outras pessoas em nossas vidas, que precisamos compartilhar nossas vitórias e, sobretudo, nossas derrotas, com intuito de minimizar o sofrimento e tentar enxergar soluções sob outros pontos de vista. É natural que busquemos este auxílio, seja ele com os pais, namoradas, amigos, enfim, qualquer pessoa que nos seja próxima e que esteja pronta para nos ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conforto de estar amparado em braços confiáveis não tem preço, é importante para nos reerguer nos piores momentos, nos trazer de volta à realidade e nos mostrar que qualquer problema, por pior que seja, é passageiro. Sabemos disso, mas só nos atentamos quando ouvimos de outra pessoa, já que nos períodos de crise enxergamos em ângulo reduzido, vendo pouca ou nenhuma saída para o que nos aflige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é saber até que ponto estamos buscando este apoio e a partir de que instante esta ajuda vira interferência, intromissão excessiva. Há pessoas que são extremamente dependentes de outras, que precisam a todo momento saber qual a opinião daqueles que os cercam, que vivem em função do que o outro pensa. E, para fechar a lógica, há pessoas que vivem para controlar a vida de outras, que querem emitir opinião sobre tudo, controlando cada passo daquele que se deixa dominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente este tipo de controle é feito pelos pais. Talvez por um sentimento de frustração por não ter obtido êxito em algum ponto da vida, em alguma profissão, certos pais têm por hábito controlar tudo o que os filhos fazem, querendo que eles sigam por caminhos que, em última análise, seriam seguidos, caso fosse possível, por eles próprios. E não é somente no campo profissional que isso é visto. Alguns pais manipulam a ponto de controlar o que o filho vai vestir, como vai se comportar em um evento, com quem vai namorar. E você, caro amigo, deve imaginar que estou falando de uma relação de pais com uma criança, certo? Errado! Este tipo de relação acontece até mesmo quando o filho atinge a fase adulta, quando já tem suas características e personalidade bem definidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual seria o motivo desta relação “eu-mando-você-faz”? Genericamente falando, penso que seja a dependência. E não somente dependência financeira, como muitos pensam. Conheço casos de pessoas que já teriam condições de cortar o cordão umbilical, mas que sentem medo de sair de casa, de perder aquele conforto, e por isso se submetem a este processo de interferência, vivem em função do que os pais desejam. Trocam a liberdade pelo conforto, vendem uma das coisas mais preciosas por um preço medíocre. Será que vale a pena? Bom, eu penso que não e pelos casos que observo, vejo que as pessoas que optam por esse estilo de vida não são felizes, não vivem com aquele prazer de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de pensar em perder o conforto, a roupa lavada pela mamãe, a comidinha pronta, algumas pessoas vão deixando as coisas acontecerem, sem perceber que, num certo momento da vida, acordarão para a realidade e observarão que não fizeram nada daquilo que queriam fazer, que tudo o que foi feito até então teve manipulação externa. Só que esse momento de acordar pode ser muito tarde e as oportunidades perdidas não mais voltarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passei por esse tipo de situação em certo momento. Não com os pais, já que sempre tive uma criação muito liberal, mas com os sogros. Fui me deixando envolver demais, expondo demais a vida, deixando-os saber tudo o que se passava no relacionamento. Até certo ponto não me incomodava, já que tínhamos de tudo com eles, era praticamente um relacionamento entre pais e filhos. Acontece que, com o passar do tempo, a interferência foi se excedendo, foi chegando a um ponto de querer saber a todo momento para que lugar sairíamos, qual horário do retorno, quem foi conosco, enfim, exigiam informações como se fossem realmente meus pais, pais de um adolescente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com algumas pessoas que conheço, vendi minha liberdade por um conforto, por um apoio. Paguei caro por isso e vi que minha vida era controlada, em certo ponto, por outras pessoas. Minha sorte é que essa interferência se restringia mais ao relacionamento, apesar de, algumas vezes, respingar na minha vida particular. Mas ainda assim aquilo me incomodava. Como nós devemos tirar lições das coisas que acontecem, vi que não valia mesmo a pena manter este tipo de relacionamento com os sogros. Eles são importantes sim, não é para brigar, ficar cada qual no seu canto. Mas também não é para ter tanto contato, ter uma dependência que se transformará, inevitavelmente, em uma interferência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-536057942332662445?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/536057942332662445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=536057942332662445' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/536057942332662445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/536057942332662445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/01/eu-tu-eles.html' title='Eu, tu, ELES'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2393514634595467553</id><published>2008-12-01T19:07:00.001-02:00</published><updated>2009-02-15T21:36:29.458-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Exteriorizar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No nosso convívio diário somos constantemente cobrados a expressar o que estamos sentindo, ainda que esta expressão não seja necessariamente a realidade. Em todos os momentos as pessoas querem saber o que sentimos e esta resposta é dada, em diversas ocasiões, até mesmo pela linguagem corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo um pouco da generalidade e partindo para o campo do relacionamento, esta necessidade de expressão toma forma ainda mais forte. O pólo passivo na conversa quer ouvir sempre o que a outra parte tem a dizer e cobra, sobretudo, expressão de sentimento. Nem sempre o que se fala e o que se ouve é verdade, visto que a mentira se faz necessária em alguns momentos, como eu já relatei no texto “A mentira acalentando a alma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, homens, somos cobrados quase que diariamente a dizer o que se passa em nossa cabeça no que tange ao relacionamento. Falar o que estamos sentindo, se gostamos, o quanto gostamos, o que pretendemos. Parece, aos olhos alheios, que esta é tarefa fácil, quase sistemática. Não é. E explicarei o motivo desta falta de sintonia entre quem quer ouvir e quem é quase obrigado a falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou falar por toda a categoria masculina, já que há muita diferença entre nós. Falarei sobre mim e sei que muitos colegas irão se identificar, já que observo o mesmo comportamento, em relação a este assunto, mesmo em pessoas que possuem personalidade diversa da minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece, caro amigo, que nós temos sim uma extrema dificuldade em externar o que sentimos. Não é tarefa muito fácil chegar e falar “te amo”, “estou apaixonado por você”, “você é a mulher da minha vida”. Na maior parte das vezes é exatamente isso que sentimos, mas esperamos a mulher enxergar isso de outras maneiras, sabendo que são estes sentimentos que fazem parte da nossa vida em comum. Problema maior é que é complicado a mulher enxergar isso de outras maneiras e ela precisa, necessariamente, de ouvir isso de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, expresso o que sinto através das ações. Não tive uma criação com muito contato corporal, com expressão de sentimentos. Apesar de todo o amor materno que recebi, ele não foi materializado com palavras ou carinhos, mas sim por ações, na maior parte das vezes de cunho altamente altruístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de atitude vale para os dois lados. Tanto para as pessoas que gosto quanto para aquelas por quem não tenho tanta admiração assim. No caso destas, minha expressão resume-se ao ato de ignorar. Não sou de xingar, brigar, ficar falando mal. Apenas ignoro, como se aquela pessoa nunca tivesse feito parte do meu convívio. Acho melhor agir assim. Sei que em muitas vezes deixo de resolver conflitos que poderiam ter melhor solução, mas é um ato semi-institivo de me afastar das coisas que me incomodam. E isso não é uma mera fuga de problemas. É diferente. No caso dos problemas, procuro resolvê-los, não deixando que se tornem uma bola de neve. Este tipo de comportamento é mais limitado ao campo interpessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo isso tudo para tentar demonstrar que muitas vezes você pode estar cobrando demais dentro de seu relacionamento. Ao invés de cobrar apenas palavras, tente observar o que é feito por você, o quanto a outra pessoa sacrificou interesses pessoais em seu favor. As atitudes têm muito mais valor que palavras soltas no ar. Lembro-me de um exemplo que marcou isso para mim: um amigo estava num início de relacionamento ainda e, por uma fatalidade do destino, perdeu seu pai. Nessas horas aparecem muitos “amigos”, parentes distantes e outras pessoas que realmente sentiram o baque daquela perda. Entre todas essas pessoas, a que mais me chamou a atenção foi a namorada deste amigo. Como era bem no começo do namoro, não sabíamos como seria o comportamento dela. Muitas se afastariam, deixariam o assunto para a família somente. Não foi isso que ela fez. Ficou ao lado dele por todo o tempo, dando um enorme apoio, sacrificando seu trabalho, seu descanso. Precisava falar que o amava? Coloque na balança um gesto assim e uma mera exteriorização e veja o que pesa mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar é importante sim, mas não é tudo. Muito mais coisas podem ser ditas com gestos. Enxergue isso e veja que a pessoa que você coloca na parede para falar o que você quer ouvir, às vezes está dizendo isso, através das ações, há muito tempo. Leve em consideração que a pessoa pode ser tímida, pode ter dificuldades de ficar falando. Você pode não ser assim, pode falar a todo momento, mas lembre-se que as pessoas são diferentes e é o respeito a estas diferenças que faz com que um relacionamento seja bem sucedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2393514634595467553?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/2393514634595467553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=2393514634595467553' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2393514634595467553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2393514634595467553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/12/exteriorizar.html' title='Exteriorizar'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7067369917369861202</id><published>2008-11-01T14:57:00.001-02:00</published><updated>2009-02-15T21:37:03.104-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Reviravoltas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Época de aniversário é momento em que refletimos sobre nossa vida, remoemos o passado em busca de respostas para coisas que não andam bem. Mas também é momento de focar nossa visão à frente, buscando sempre perspectivas de melhoras. A chegada da nova idade mexe com nossa cabeça, nos faz pensar diferente do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez este texto assuma um tom de desabafo. Ficar longe de casa, das pessoas queridas, faz com que este seja a válvula de escape. Mas, diferente dos outros textos, já que o momento também é diferente, este desabafo aqui não assumirá nenhum traço de melancolia. Ao contrário, será a fotografia do momento feliz que passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei o aniversário sozinho. Nem mesmo os novos colegas que fiz ficaram sabendo. Não gosto de sair divulgando e, caso fiquem sabendo, legal, não me incomoda receber parabéns. Se estivesse vivendo um outro momento, com certeza seria doloroso passar uma data assim só. Mas não foi. A realidade que me cerca faz com que qualquer nuvem carregada de tristeza se transforme em respingos ao me atingir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É extremamente gratificante fazer aquilo que você gosta, que você batalhou para conquistar. Não existe tarefa chata, mas sim tarefa que é realizada pela pessoa errada, talvez em um momento errado. Se todos pudessem fazer o que dá prazer, as coisas seriam mais tranqüilas. Todos nos nascemos com aptidões para determinados setores, mas somente a minoria consegue o encaixe perfeito entre este dom e seu ofício. É uma luta cruel, mas é preciso forças. Seu momento agora pode não estar agradável, você pode ir para o trabalho sem motivação alguma, mas tenha em mente que isso é temporário e que, se você realmente quiser mudar sua vida, você consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar quando está ruim é necessário. Somente reclamar, sem tomar nenhuma atitude, não resolve absolutamente nada. Quantos exemplos de amigos que querem passar em concursos públicos, mas chegam do trabalho e sentem em frente à TV, vão beber, enfim, fazer tudo menos estudar? É difícil, é desgastante, diversas vezes pensamos em desistir, em largar tudo e esperar para ver o que acontece. E aí a bola de neve não pára de crescer. Vamos reclamar mais ainda, aumentar o desgosto de ir trabalhar, viraremos uns chatos, descontando até mesmo em pessoas próximas a nós as nossas angústias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, caros amigos, a dica é essa. Passei um bom tempo em busca de soluções para minha vida. Demorou sim, sei que perdi chance de diminuir este tempo já que em muitas situações fui displicente, deixei de fazer uma obrigação para poder apenas matar o tempo. Claro que ainda não tem nada resolvido, que as coisas não estão do jeito que eu quero, mas uma boa parte do caminho já foi feita. O que você quiser fazer você consegue. Basta que você se empenhe para isso. Veja-se fazendo aquilo que te dá prazer, pense como se estivesse na carreira, vivenciando as situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que este texto fugiu um pouco dos padrões dos outros. Uma amiga disse-me que sofro do mal do escritor depressivo, que só consegue escrever coisas razoáveis quando passa por momentos ruins. De fato, as idéias aparecem mesmo nestes momentos. Mas entre vivenciar um momento feliz e escrever textos ruins ou ficar triste para escrever melhor, fico com a primeira opção. Perdoem-me, meus amigos, mas pensem que o desprazer de ler algo ruim é compensado pela felicidade do amigo que vos fala. É uma troca justa? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7067369917369861202?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/7067369917369861202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=7067369917369861202' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7067369917369861202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/7067369917369861202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/11/reviravoltas.html' title='Reviravoltas'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3482028199456729697</id><published>2008-09-10T21:51:00.001-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:03.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A importância do feio e da derrota</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não sei como é para você, caro amigo, mas uma manhã ensolarada funciona para mim como um estímulo para acordar mais alegre, para aproveitar mais aquele dia. Mesmo com sono, tendo dormido mal, basta ver o sol chegando, um céu sem nuvens, que o humor muda, a perspectiva de ficar bem durante todo o dia também. Acredito que o Sol tem este poder de interferir no humor das pessoas. Prova disso é a diferença dos nordestinos para os sulistas do Brasil. No Nordeste, apesar de tudo, das crises, da pobreza, pessoal está sempre rindo, sem disposto. Já no Sul acontece justamente o contrário: pessoas que têm um nível de vida relativamente melhor, mas que andam sempre com a expressão fechada, parecendo estar de mal com a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, amigos, disse isso tudo porque, ao valorizar aquele dia maravilhoso que se iniciava, percebi a importância do dia nublado, cinza, feio. Se ele não existisse, com toda certeza eu não daria valor para o dia limpo, não veria o Sol com os mesmos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, penso nesta situação como uma lição para o nosso dia-a-dia. Sempre buscamos o melhor, damos o nosso melhor a fim de conquistar vitórias sucessivas. É assim como todo mundo. Ninguém gosta de perder, nem mesmo no par ou ímpar. Quem falar que gosta está mentindo ou é candidato a assumir a vaga de Madre Teresa de Calcutá. Gostar de perder não existe; saber perder é uma dádiva, mas este “saber” deve ser entendido na maior concepção possível da palavra. É saber como entender, analisar e ver onde errou, o que influenciou a derrota e o que vai (vai, e não deve) ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A derrota vem para todos, é natural. No momento que ela chega é terrível, parece que o mundo tende ao caos, que nunca mais recuperaremos as forças. É questão temporal, em breve passa. Tenho certeza que você se lembra de mais momentos bons do que os ruins. Mas aí que entra a importância do insucesso: dar valor maior ao sucesso, à vitória, às conquistas. Só vencer não tem graça. Fazendo uma metáfora muito ruim, pego um caso de quando jogo videogame com um primo de 11 anos. Ele consegue ser pior que eu e não ganha nenhuma partida do futebol virtual. Que graça tem jogar assim? Nenhuma! As vitórias somente têm aquele gostinho bom quando durante a partida surge a possibilidade da derrota. Lutamos mais, nos esforçamos mais para vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, quando passar por um momento assim, tente encarar desta forma. A derrota, o feio, sempre passa. Como diz um ditado popular “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. Vivemos ciclos, numa roda-gigante que alterna momentos felizes com decepções. Problema que esta roda não possui a regularidade de um relógio. Como se fosse um moinho. É tarefa nossa soprar o vento que o movimenta. Quando ele estiver no lado ruim, furacão, para passar ligeiro. Do lado bom, brisa marítima, lenta, para valorizar o momento e deixar ainda o perfume do mar na nossa lembrança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3482028199456729697?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3482028199456729697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3482028199456729697' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3482028199456729697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3482028199456729697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/09/importncia-do-feio-e-da-derrota.html' title='A importância do feio e da derrota'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8906719048404093492</id><published>2008-07-10T14:37:00.000-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:03.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Mundo mundo vasto mundo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sei se este é um sentimento coletivo ou uma paranóia individual minha. De todo modo, é uma sensação que incomoda, faz sentir menor. Não ocorre em todos os momentos, aparecendo, sobretudo, quando sinto que o tempo passou e nada produzi, ou seja, literalmente falando, matei o tempo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Falo da sensação que tenho quando imagino que o mundo corre, as coisas acontecem, pessoas nascem e morrem, e aqui estou, preso a uma bolha, a um pequeno círculo, sem saber ao menos o que se passa na casa do vizinho ao lado. Pense bem, só neste tempo em que você leu este pequeno trecho do texto, quantas coisas, boas ou ruins, já aconteceram. Acha isso estranho? Já pensou sobre isso? &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Quantas vezes já deixamos de fazer alguma coisa e nos arrependemos logo depois por não ter feito? E se tivéssemos lá, o que seria diferente? Aparentemente nada. A Terra continuaria girando do mesmo modo. Não para nós, obviamente. Cada escolha implica numa diferente reação do mundo, do nosso mundo, do mundo daquele que nos cercam. Pensando desta forma, é uma responsabilidade enorme cada decisão que tomamos. Talvez por isso, por um instinto que nos previna desta paranóia, é que analisamos, ação por ação, o que vai ser melhor para nós. &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Arrepender por não ter feito algo ou por ter tomado aquela decisão, o que é pior? Não sei. Acredito que a linha de se arrepender do que não se faz somente é melhor. Não tomar a decisão, não fazer, é pior em dois sentidos: primeiro por saber que uma decisão em contrário poderia ser boa, depois por ter perdido a chance de mudar alguma coisa, nem que seja uma mudança boa de humor, ainda que temporariamente. Quando a gente faz, na maioria dos casos é possível ou retornar ao ponto de origem, ou deixar a coisa como está. Não fazendo, fica difícil saber o que poderia ser, além da decepção pela falta de coragem pela omissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Há remédio para este sentimento de ser pequeno perto da imensidão do mundo? Talvez. É um remédio natural, que deve ser tomado em doses homeopáticas. Basta viver, usufruir o bem maior que temos, a liberdade de opção. Ir a uma festa ou ficar em casa num sábado à noite, o que é melhor? Vai ser melhor sempre aquilo que o coração mandar fazer no momento. Mas não basta escutá-lo, sob o risco de confundir suas “falas” com outros sentimentos, como a preguiça, por exemplo. Antes de tomar uma decisão, pense, reflita, não responda de pronto. Quantas vezes fomos a um lugar achando que seria horrível e na verdade foi muito bom? E quantas vezes aconteceu o contrário? Aposto que a primeira situação ocorre muito mais que a segunda, não? &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Não quero passar em casa enquanto o mundo gira. Vivemos em um formigueiro, então que conheçamos, ao menos, as formigas que aqui vivem conosco. Para conhecê-las, temos que ir a lugares, aos eventos. A internet ajuda nisso, mas é insuficiente, já que ao mesmo tempo em que une pessoas com interesses semelhantes, as afastam, pela frieza de um monitor e pela comodidade que trás, que se transforma numa preguiça de sair dali.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Então, caro amigo, viva, converse, conheça, se entretenha e se entrelace com o que lhe agrada. O que se busca nesta vida? Certamente não é apenas dinheiro ou bens. É mais que isso. A busca pela felicidade está interligada no contato com outras pessoas. De nada adianta ter tudo e não ter ninguém para compartilhar seus feitos. A sensação de ter conhecido pessoas legais é mais intensa do que a de comprar uma roupa da moda. Esta última passa tão rápido quanto a própria moda, ao passo que a primeira tem efeito prolongado e pode ser repetida inúmeras vezes, bastando que a gente queira.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;É isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Obs: o título deste texto foi tirado do Poema de sete faces, de Carlos Drummond de Andrade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8906719048404093492?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/8906719048404093492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=8906719048404093492' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8906719048404093492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/8906719048404093492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/07/mundo-mundo-vasto-mundo.html' title='Mundo mundo vasto mundo'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1880394822324598351</id><published>2008-06-12T12:30:00.000-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:03.106-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Futebol e interação social</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez você, caro amigo, não goste ou não pratique futebol. E talvez, por isso, não vá compreender muito bem o que irei dizer nas próximas palavras. Ainda assim, é bom que leia e, tenho certeza, passará a compreender um pouco melhor a magia que o futebol exerce nas pessoas. Não é por um acaso que ele é o esporte mais praticado e acompanhado do mundo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vivemos em um mundo cada vez mais individualista e em que, a cada dia mais, as pessoas buscam contatos apenas de cunho profissional, mantendo relações frágeis e vãs. A falta de tempo, a necessidade de apoio em caso de desemprego, o egoísmo, são alguns sustentáculos deste tipo de relacionamento. Como acontece em tudo na vida, quando não se pratica determinada ação, perde-se o hábito e, no momento em que for necessário, as pessoas terão dificuldades em iniciar um relacionamento desprovido dos interesses materiais. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E é nesta linha que entra o futebol. É impressionante o que acontece com as pessoas quando jogam ou mesmo quando assistem a uma partida. No primeiro caso, cito o exemplo de uma pelada, organizada por uma turma de faculdade, por exemplo. Sempre aparece um colega de alguém da sala para jogar. O cara vai lá, entra e joga. Até aí tudo bem. O engraçado é que, passados 5 minutos de jogo, as pessoas que não conhecem este cara já estão conversando com ele, pedindo bola, abraçando na hora do gol e xingando por um passe errado. Tamanha intimidade construída em apenas alguns minutos. Detalhe é que, em muitos casos, um não sabe nem o nome do outro. Ainda assim estão ali, traçando laços de afinidade que, numa situação normal, demorariam meses para serem construídos. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Num estádio, por exemplo, a mesma coisa: pessoas desconhecidas que, ao apito inicial do juiz, tornam-se “amigas” de longa data. Quando o time do coração está mal, sobra xingamento para juiz, jogadores e técnicos. Palavrões que jamais seriam ditos daquela forma, aos berros, perto de pessoas estranhas. E na hora do gol? É um tal de um abraçar ao outro, pular, gritar junto. Quando o time perde uma final é que a coisa fica interessante: um bando de marmanjo chorando, tentando reunir forças para ir embora e esquecer aquela decepção. Homem não chora! Não chora perto dos pais, da mulher... vá a um estádio em dia de final e observe a torcida do time perdedor para você ver!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há também um outro lado. Como pessoas amigas, conhecidas há muito tempo, podem se tornar “inimigas” dentro das quatro linhas. No calor de uma partida, com um jogando para cada lado, basta uma entrada mais forte que o clima esquenta e as coisas só não entram para as vias de fato porque a galera do abafa está sempre presente. Ao esfriar a cabeça, tudo volta à normalidade, com o pessoal rindo daquela situação. Tudo é esquecido e na outra pelada pode ser que aconteça tudo de novo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como vê, o futebol não tem esta força à toa. Ele é mágico, exerce um fascínio, causa sensações inexplicáveis nas pessoas. Um cara frio, que mal abraça a mulher, faz um gol num campeonato importante e só falta beijar os companheiros de time (olha que isso já aconteceu em alguns jogos!). Um cara calmo, que não gosta de briga, é capaz de entrar numa confusão generalizada &lt;st1:personname productid="em campo. E" st="on"&gt;em campo. E&lt;/st1:PersonName&gt; assim seguem as partidas, as peladas e o mundo de emoções que o futebol proporciona às pessoas. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;É isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1880394822324598351?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/1880394822324598351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=1880394822324598351' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1880394822324598351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/1880394822324598351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/06/futebol-e-interao-social.html' title='Futebol e interação social'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3636889302037030406</id><published>2008-05-16T00:39:00.003-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:45.470-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>O uso de algemas pelas polícias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dias desses a Polícia Federal trabalhou em uma operação que desmantelou uma quadrilha que, com a atuação de grandes lobistas, conseguia liberar recursos do BNDES. Várias pessoas estão sendo investigadas e algumas já foram presas temporariamente. Suspeita-se até mesmo que o Dep. Federal Paulinho da Força Sindical esteja envolvido com esta quadrilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, ao prender um advogado, chamado Ricardo Tosto, a PF foi bastante criticada pela OAB e por outros setores da sociedade, somente pelo fato de ter colocado algemas naquele suspeito. Dizia-se que o uso das algemas era constrangedor, intimidatório, desnecessário. Será mesmo? Vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No bendito caso da Isabella Nardoni, a PM paulista utilizou algemas na condução do casal suspeito. No momento da prisão, havia um aparato que envolvia mais de 20 viaturas, centenas de policiais das tropas de elite das polícias civil e militar e aquele mundo de gente hostilizando o casal e gritando palavras de ordem. Seria mesmo necessária a utilização das algemas? Haveria alguma possibilidade de reação dos dois? Claro que não. Mas ainda assim, as “pulseiras” foram usadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos até onde li sobre este episódio, não vi ninguém reclamando, a não ser o pai do Alexandre Nardoni, que havia feito um acordo com a polícia para que a entrega do casal fosse feita de uma forma mais tranqüila, o que também não foi respeitado. No momento que o pai e a madrasta chegavam às suas respectivas delegacias para a formalização da prisão, quase tiveram o braço quebrado, devido ao empurra-empurra dos jornalistas e da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou aqui defendendo ninguém. Não faço parte da equipe de advogados do casal. Estou apenas usando um exemplo atual para mostrar que, talvez por falta de uma padronização, o uso das algemas é um dos assuntos mais controversos dentro do âmbito policial. A legislação pouco fala sobre isso. No Código de Processo Penal, embora não mencione a palavra algema, há uma previsão de que o uso da força somente será permitido em caso de fuga ou para evitar agressão contra o preso e contra terceiros. A Lei de Execução Penal fala que, em seu artigo 199, que o emprego de algemas será regulado por decreto federal, o que ainda não foi feito até o presente momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões são: Por que há diferenciação neste uso? Por que algumas pessoas usam algemas e outras não? Qual o critério utilizado? Em um primeiro momento, penso que o critério se baseia na situação econômica. Isso vale para a maioria dos casos. Pessoas com situação financeira bem favorável dificilmente são algemadas ao serem detidas. Após, penso que o uso também se baseia em um caráter expositivo, não somente das pessoas presas, mas também do órgão coercitivo, querendo mostrar trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que não há regulamentação, a solução é adotar um critério único. Grampo em todo mundo que for detido. Se a justificativa é a segurança da pessoa e dos que a detêm, nada mais justo que o tratamento seja igualitário. Não sei qual deve ser a sensação de ser preso, e espero jamais saber, mas deve ser uma coisa perturbadora. Imagina uma pessoa pacata, mas que está no mundo do crime, por exemplo, de corrupção. Imagine que esta pessoa tem uma arma em casa e, ao saber que vai ser presa, resolve tentar se safar, no calor daqueles acontecimentos. Nunca se sabe qual será a reação de uma pessoa detida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tudo isso o ideal é algemar, deixar a pessoa imóvel por um tempo, para os ânimos se acalmarem e, após isso, verificar se ela tem condição de conversar ou depor sem estar algemada. Seja membro da OAB, juiz, parlamentar ou ladrão de galinhas. Tratamento igualitário, procedimento padrão e menos uma polêmica a ser discutida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3636889302037030406?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/3636889302037030406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=3636889302037030406' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3636889302037030406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/3636889302037030406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/05/o-uso-de-algemas-pelas-polcias.html' title='O uso de algemas pelas polícias'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-6477580747122786769</id><published>2008-05-01T23:56:00.000-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:12.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A mentira acalentando a alma</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A capacidade de pensar é o que mais difere o ser humano dos outros animais. Penso, logo existo, diria Descartes. Penso, minto, logo existo, eu completaria. A mentira é um subproduto do pensar e está encravada na consciência humana. Somos educados e crescemos ouvindo e praticando mentiras diariamente. E talvez não houvesse possibilidade do convívio entre as pessoas se não existisse a mentira para amenizar algumas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cachorro, por exemplo. Ele jamais mente. Se gostar de uma pessoa, abana o rabo, fica perto, chama para brincar. Quando não gosta, late, rosna, morde. Ele não finge ser uma coisa que não é. Apenas demonstra, sem hesitar, o que está sentindo naquele momento. Com os outros animais também funciona assim, em menor ou maior sinal de demonstração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nós, os evoluídos seres humanos, necessitamos da mentira. Por vezes ela serve como um conforto às inquietações. Por outras, para mascarar falsas felicidades, que aumentam ainda mais o ciclo da mentira em nossas vidas. Muitas pessoas fazem de suas vidas uma grande encenação, atuando de forma a convencer que sempre vivem maravilhosamente bem. São pessoas que usam a mentira em sua forma mais cruel, que é a de mentir a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em diversas situações a “auto-mentira” se faz presente. São pais que sabem que suas filhas vão para as casas dos namorados, mas que fingem para si que elas estão com as amigas. São pessoas que fingem estudar enquanto estão com a cabeça em outro lugar, somente para dar uma satisfação de que fazem alguma coisa. Outras que fingem um altruísmo coletivo enquanto o egoísmo as corroem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens e mulheres usam a mentira cada qual a sua maneira. As mulheres mentem mais nas amizades, tecendo elogios falsos umas às outras, sugerindo coisas que não gostariam para elas próprias. Homens mentem em relação ao trabalho, têm vergonha quando não estão no mesmo status que os amigos. Além disso, usam um bocado da mentira nos relacionamentos, que talvez não durassem uma semana se elas não fossem mesmo usadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso saber dosar. Não há como ser verdadeiro todo o tempo, sob o risco de magoar pessoas queridas. Pense como seria ruim se uma amiga lhe perguntasse se está gorda? Por mais que você pense que sim, jamais pode falar isso na lata. A mentira pode e deve ser usada em algumas ocasiões, mas sempre de um modo moderado. Mentir ou omitir uma informação pode trazer a paz ou levar ao inferno. Mais importante do que mentir ou não, é saber até que ponto esta atitude interfere na esfera pessoal do outro e quais seriam as conseqüências reais caso tudo viesse à tona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-6477580747122786769?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/6477580747122786769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=6477580747122786769' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6477580747122786769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/6477580747122786769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/05/mentira-acalentando-alma.html' title='A mentira acalentando a alma'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2089784490020842774</id><published>2008-04-26T21:38:00.000-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:12.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Reflexões em uma noite de sábado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Da minha janela ouço adolescentes tocando violão e cantando na porta de um bar. Quando mais jovem, não era bem esse meu programa preferido, mas ainda assim me parece ser divertido. Se estou em casa hoje, é fruto de uma série de acontecimentos das últimas semanas, entre eles um tombo de moto e, fato que já acontece há bem mais tempo, a chamada restrição financeira para extravagâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar em casa não era bem o que queria. Gosto de sair, conversar com amigos, ver pessoas diferentes. Mas no momento penso que isso não é o melhor para mim. Tenho outras prioridades, que deveriam ser cumpridas neste período de reclusão domiciliar, mas que são realizadas apenas em parte (estudar, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranho é a busca por uma felicidade que nunca vem de forma completa. Sei que ela não existe, que a nós vivemos momentos de felicidades. Isso é mais do que óbvio para mim. Mas há momentos em que as coisas parecem ter saído do eixo, que nada se encaixa. Dias desses fiz um pequeno teste de personalidade em um site e, segunda uma definição no resultado, às vezes entro em um momento que eles denominam “modo-catástrofe”, onde só vejo o lado ruim em todas as possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que todas as pessoas são assim, variando apenas na escala de percepção desse sentimento.  São fases da vida, complicadas, bem verdade, mas que passam, assim como passam também os momentos felizes que vivemos. Talvez fosse banal termos apenas bons momentos. Os ruins têm grande serventia, que é a da valorização dos bons, quando acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é sentir o momento da felicidade? Cada pessoa sente de acordo com o que gosta, com o que considera essencial para sua vida. Algumas pessoas ficam felizes quando ganham dinheiro, outras pela vitória do time, outras pela vitória de outras pessoas. No momento, o que me satisfaz são vitórias pessoais, quando consigo alcançar coisas que desejo, através de meu esforço. Talvez por isso que esteja passando por uma fase um pouco ruim, já que, apesar de algumas aprovações em concursos, andei tendo resultados insatisfatórios. Como disse, acredito ser apenas uma fase que, ainda que existam outros fatores, tem grande parcela de culpa exclusivamente minha. Como mudar? Simples. Mudando. Mudando métodos, rotinas, hábitos, me esforçando mais, fazendo por onde. Já tive fases em que fui um lutador, que batalhei para conseguir o que eu queria. Agora me sinto mais fraco, talvez pela idade, talvez pela falta de motivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que você, caro amigo, não tem nada com meus problemas. Talvez, e espero que sim, você esteja em um bom momento de sua vida. Mas este pequeno relato serve como um alerta, mostrando que sempre a gente vai ter que percorrer os baixos caminhos da alegria, sempre teremos que superar momentos ruins para que o sabor da vitória seja mais gostoso. Pode apostar que em breve estarei aqui falando sobre conquistas, sobre como minha vida mudou. É assim com todos, não temos muitas escolhas. Viva, tente aproveitar seus momentos e tirar lições de qualquer coisa que acontecer, para que você esteja mais preparado quando coisas não tão agradáveis surgirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2089784490020842774?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/2089784490020842774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=2089784490020842774' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2089784490020842774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/2089784490020842774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/04/reflexes-em-uma-noite-de-sbado.html' title='Reflexões em uma noite de sábado'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4606363561193288801</id><published>2008-04-26T01:53:00.000-03:00</published><updated>2009-02-15T21:37:45.471-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>Caso Isabella Nardoni - como não falar sobre?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tudo bem que esta história já ocupa metade dos nossos telejornais. Mas resolvi escrever alguma coisa sobre, com a simples intenção de deixar como registro um dos casos mais estranhos, não pelo crime, mas muito mais pela exposição que ele teve na mídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: é um caso muito cruel, sim, jamais negarei isso. Qualquer morte desta forma é cruel. Apenas acho que casos assim acontecem todos os dias, várias crianças são mortas de diversas formas e pouco se fala sobre. O caso Isabella reina na mídia há quase 1 mês, com diversos personagens que contribuem para que esta exposição se faça cada dia mais presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma semana que ela foi morta, um cara em BH deu um soco na boca de um bebê, matando-o desta forma. Quem ficou sabendo disso? Pouquíssimas pessoas. Era um caso para ser discutido também. Por que este caso da menina da janela caiu na mídia desta forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido a situação financeira das famílias envolvidas? Acredito que sim. Se o caso ocorresse na Cohab, em SP, não haveria tanta repercussão (ou nenhuma, melhor dizendo). Outra coisa que contribui, e muito, para isso, é a necessidade que a grande massa brasileira tem de acompanhar “novelas”, casos que tragam ao cotidiano a vida de outras pessoas, expõe os pontos fracos dos outros. Por que você acha que o &lt;em&gt;Big Brother&lt;/em&gt; faz tanto sucesso assim? Pelo menos motivo, necessidade de esquecer da própria vida através do julgamento dos problemas alheios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia extrapolou seu papel de informar. Passou a acompanhar este caso de uma forma exaustiva e, desta forma, incitou a população ao pré-julgamento, condenando o pai e a madrasta da menina antes mesmo do início da produção de provas no inquérito policial. Hoje em dia a polícia paulistana é obrigada a mobilizar dezenas de policiais para apenas acompanhar os indiciados ao depoimento na delegacia. Uma tropa de elite lá, formada pelo melhores policiais, que recebem as melhores armas e treinamentos, é forçada a fazer escolta de 2 pessoas, de ter que ir à rua onde moravam para cadastrar moradores que poderão entrar no prédio no dia da reconstituição dos fatos. Isso não é brincadeira. E os outros crimes, que certamente estarão ocorrendo na cidade, quem irá combater?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a elucidação deste caso, é preciso que todos os atores envolvidos vejam em que medida sua participação influenciou no tamanho que este caso alcançou. Isso não pode se repetir, sob o risco de termos um colapso do sistema de punição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4606363561193288801?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/feeds/4606363561193288801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=65368695751621591&amp;postID=4606363561193288801' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4606363561193288801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/65368695751621591/posts/default/4606363561193288801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/04/caso-isabella-nardoni-como-no-falar.html' title='Caso Isabella Nardoni - como não falar sobre?'/><author><name>Vitão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00652001752517758225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-G5YYij-9UDg/Tm1rTixL84I/AAAAAAAAADA/mtooU-ple8s/s220/Rio%252C%2B2008.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
