<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591</atom:id><lastBuildDate>Mon, 23 Nov 2009 01:11:28 +0000</lastBuildDate><title>Comentando ao acaso</title><description>Muitas vezes queremos expressar algum sentimento, alguma opinião em relação a determinados assuntos. A possibilidade de escrever e montar um registro público destas manifestações me agrada. Farei aqui um espaço para falar, conversar, debater. O blog não tem cunho científico, literário, nada disso. Usando algumas notícias publicadas na mídia ou fatos cotidianos, as conversas virão em seguida.  Erros gramaticais e possíveis mudanças de opinião poderão acontecer, esteja preparado.</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Vitão)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-405884754844180726</guid><pubDate>Wed, 18 Nov 2009 01:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-18T13:06:57.835-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Amor, dependência e controle</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Sou um pouco cético quando observo as pessoas trocando declarações de amor por aí. Não, não duvido da existência desse sentimento e o acho fundamental para nossa vida, mas acredito que muitas pessoas banalizam esse sentimento por aí afora. E essa é apenas uma das “más aplicações” do conceito de amor. Tentarei mostrar algumas delas nesse pequeno texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez você, caro amigo, já tenha reparado essa situação: uma pessoa que mal conhece a outra e já a trata pela alcunha de amor. É provável que a pessoa que diga isso nem perceba tanto, mas será que quem ouve não acha, no mínimo, estranho? Bom, eu acharia. Mais do que estranho, acharia vazio, desnecessário e, com toda certeza, falso. Alguns substantivos, como amor, amigo, entre outros, não devem ser dito tão desnecessariamente, não devem ser vulgarizados, colocados no mesmo patamar de outros com menos intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra situação é a confusão que existe entre amor e dependência. Essa dependência, aliada ao comodismo, faz com que algumas pessoas confundam os sentimentos, achando que amam aqueles que apenas estão cotidianamente em suas vidas, que são presentes como uma carteira ou um celular, que farão falta quando “sumirem”, mas que poderiam ser substituídos por outra pessoa, sem maiores traumas. Acontece que optar por essa troca não é tarefa simples e, dessa forma, as pessoas vão levando seus relacionamentos, deixando passar o tempo e não se dando conta de que isso só aumentará o sofrimento quando essa relação se romper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser dependente de outra pessoa tem diversas implicações negativas. Não se vive uma vida dessa forma, senão corre-se o risco de não ver a maior parte de suas vontades satisfeitas, de ver que sua vida passou em função de outra, em função de desejos de outra pessoa, muitas vezes não coincidindo com os seus. O problema é que quase sempre quem está nessa situação não consegue visualizar que a vida corre dessa maneira. Quem vive iludido, achando que tudo é em função do amor, até briga quando outra pessoa faz algum comentário sobre essa situação, acha que é inveja, ciúmes, etc. Pode até ser mesmo, mas em muitos casos não é. Quem está de fora consegue enxergar coisas diferentes, pode ver o mal que a pessoa está fazendo a si mesmo se enganando dessa maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, acho interessante falar no amor como subsidio para controle. É importante, caro amigo, dizer que essa situação não é necessariamente o contrário da dependência, já que muitas pessoas controladoras são, ao mesmo tempo, extremamente dependentes. De fato, talvez essas duas características andem lado a lado, mas não necessariamente na mesma proporção. Por amor, controla-se os passos da outra pessoa. Com a justificativa do amor, sacrifica-se um descanso, uma coisa importante a ser feita, para exercer o controle. Quem controla precisa abdicar de atividades necessárias para ter tempo de controlar. Quem é controlado, considera essa “dedicação” excelente, acredita que o amor faz com que ela tenha toda atenção do mundo, não conseguindo ver, todavia, qual a real intenção desse tipo de atitude. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No mais, é isso. Sei que pode parecer uma visão muito pessimista, mas penso que nada mais é do que a observação um pouco mais fria, um pouco menos romântica, de situações cotidianas. Lógico que tem muita gente feliz com a vida desse jeito, mas talvez esse conceito de felicidade, esse suposto ápice que ela acha que vive, não seja absolutamente nada em vista do que ela poderia viver se pensasse de outra forma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-405884754844180726?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/11/amor-dependencia-e-controle.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8747928415111463969</guid><pubDate>Sun, 18 Oct 2009 12:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-18T10:59:33.230-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Dizendo adeus</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Palavra forte, essa adeus, não é mesmo? Traz uma ideia bruta, um peso maior do que parece ser possível carregar. Em um primeiro momento, talvez seja essa a impressão inicial que se tem, mas com o passar do tempo, é possível ver que somos capazes de suportar qualquer peso que for, apesar de não termos essa consciência inicial, visto que sair da zona de conforto, para testar novas possibilidades, não é habitual para ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém gosta de perder, ninguém quer ficar por baixo. Acontece que isso é necessário para que se abra um leque de novas possibilidades. É muito cômodo ficar numa situação que, embora pareça confortável, só se desgasta a cada dia que passa. Sair dessa situação não é enganar ninguém, ainda que o outro lado refute em aceitar. As mudanças são imprescindíveis, muda-se o jeito, muda-se a pessoa, muda-se o local, tudo em busca de algo que satisfaça as necessidades de um determinado momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mudamos, somos vistos como traidores, como escrotos (desculpem esse tipo de expressão, mas é literalmente o que já ouvi em determinando momento de minha vida), traíras, idiotas, enfim, palavras que denotam a insatisfação daqueles que são diretamente atingidos por nossas ações. Talvez elas estejam com alguma razão, mas é improvável pensar numa vida vivida em função do desejo alheio. Cada vida é única e deve ser vivida de acordo com a vontade de seu respectivo dono (obviamente respeitando alguns limites, principalmente aqueles que não atingem a esfera alheia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar não significa necessariamente girar 180º. Pode-se mudar algum detalhe e essa pequena alteração, por menor que seja, traz paz e conforto para quem mudou. Quem está do outro lado, ou seja, quem tem que suportar essa mudança, precisa enxergar o bem que isso pode fazer para o outro. Sacrificar significa renunciar voluntariamente, dedicar com ardor. Vez em outra esse tipo de sacrifício pode ser crucial para que o entendimento volte a reinar entre as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamos sempre que conhecemos o outro lado. Quanta inocência, quanta ingenuidade! Sabemos muito pouco de qualquer outra pessoa, por mais próximos que sejamos dela. Conhecer o íntimo, os desejos, intenções, anseios, é muito mais difícil do que se imagina. Pense em você mesmo, caro amigo: você revela tudo o que se passa em seu interior? Deixa as pessoas conhecerem seus sentimentos mais profundos? Penso que a resposta só pode ser negativa. Revelar tudo nos torna vulneráveis, temos receio disso, medo de ficarmos expostos demais ante as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa falta de conhecimento alheio leva às brigas, aos desentendimentos, causa confusão, visto que imaginamos uma coisa que não corresponde à realidade. Ficamos frustrados por não dominar os sentimentos da outra pessoa, mas é preciso saber que isso é tarefa impossível. Não vale a pena se prender a isso. Relaxe, viva o que der, o quanto der, com a maior intensidade possível. Se vai dar certo, se vai durar? Não sei. Apenas penso que não há outro caminho menos espinhoso para irmos preenchendo nossas vidas com momentos importantes, agradáveis e que ficarão guardados conosco enquanto vivermos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8747928415111463969?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/10/dizendo-adeus.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7115968875845934228</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 16:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-15T13:58:48.107-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cotidiano</category><title>Nossos dados vazaram!!!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Em primeiro lugar, peço desculpas pela falta de originalidade nessa postagem. Mas ao ler esse texto do Luiz Fernando Veríssimo, pensei sobre essa situação em que nossos dados cadastrais são comercializados entre as empresas, tirando nossa privacidade, nos importunando com diversas ligações de call center, com pessoas querendo vender produtos os mais diversos possíveis. Já questionei algumas atendentes de telemarketing sobre como a empresa em que ela trabalha sabia tantos dados meus, já que eu nunca havia feito cadastro com eles. A resposta sempre é a mesma: não sei! (ou, melhor: não estarei sabendo responder essa pergunta, senhor!) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos ao excelente texto do Veríssimo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;PEDINDO UMA PIZZA EM 2015&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Pizza Hot, boa noite!&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Boa noite, quero encomendar pizzas...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Pode me dar o seu NIDN?&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Sim, o meu número de identificação nacional é 6102-1993-8456-54632107.-Telefonista: Obrigada, Sr.Lacerda. Seu endereço é Av. Paes de Barros, 1988 ap. 52 B, e o número de seu telefone é 5494-2366, certo? O telefone do seu escritório da Lincoln Seguros é o 5745-2302 e o seu celular é 9266-2566.&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Como você conseguiu essas informações todas?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Talvez não seja uma boa idéia...&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: O quê?&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Consta na sua ficha médica que o Sr. sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: É, você tem razão! O que você sugere?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Por que que o Sr. não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Sr. vai adorar!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Como é que você sabe que vou adorar?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: O Sr. consultou o site "Recettes Gourmandes au Soja" da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, às 14:27h, onde permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: OK, está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: É a escolha certa para o Sr., sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Quanto é?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: São R$49,99.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Você quer o número do meu cartão de crédito?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Lamento, mas o Sr. vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Duvido que consiga, o Sr. está com o saldo negativo no banco.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos. Se o Sr. estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?- Telefonista: Peço desculpas, mas reparei aqui que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: @#%/§@&amp;amp;?#&gt;§/%#!!!!!!!!!!!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Gostaria de pedir ao Sr. para não me insultar... não se esqueça de que o Sr. já foi condenado em julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: (Silêncio)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Mais alguma coisa?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Não, é só isso... não, espere... não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt;: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;-&lt;strong&gt;Telefonista&lt;/strong&gt;: E machucar o joelho? O Sr. mora no andar térreo! &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7115968875845934228?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/09/nossos-dados-vazaram.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-6761978276670745792</guid><pubDate>Tue, 04 Aug 2009 18:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-04T15:13:49.955-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>O que busca?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias estamos na batalha, colocando em prática vários verbos: estamos estudando, trabalhando, “concursando”, etc. Tudo isso em busca de um ideal, de algo que vá nos fazer feliz. Será? Qual será essa felicidade que a gente sempre busca, qual será esse ideal que quando chega não supre na totalidade as nossas expectativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que buscamos, afinal? Buscamos bons empregos, boas faculdades, bons relacionamentos, tudo isso a troco de que? Para se ter estabilidade financeira, ter dinheiro para fazer o que quiser, seriam as respostas diretas a estas questões. Mas isso é muito pouco, muito vago, é um fim que não paga o preço do meio em que se viveu para obtê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente passa longos anos sacrificando suas vidas em prol de um objetivo que não é claro nem mesmo para elas. O simples objetivo de passar em um concurso, por exemplo, apenas para se ter um emprego de renome e ter uma vida financeira mais tranquila não é justificativa plausível para tanto sacrifício. Deixamos de lado nossos amigos, pessoas com as quais nos relacionamos, família, enfim, vários pilares que nos sustentam nos piores momentos apenas para ser um servidor público e ter nosso salário ali na conta todo mês? Acredito que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra de ordem é ponderação. Penso que qualquer objetivo que você tenha em mente pode e deve ser alcançado sem o sacrifício total de outras relações. Ao contrário de pregações do tipo “Willian Douglas”, acredito que há sim possibilidade de conciliar a vida profissional com a vida pessoal. E não é uma conciliação como ele afirma, de você usar o tempo quase que exclusivamente para estudo ou trabalho e deixar o que sobra para se divertir. É possível fazer bem as duas coisas e é importante que se faça isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense bem: hoje você está em busca dos seus sonhos e se dedica exclusivamente a eles, abdicando de outras coisas que lhe dão prazer. Daqui a alguns anos, terá o que sonhava. Tudo bem, seu desejo foi realizado. Mas o que te dá prazer hoje em dia, provavelmente não dará daqui uns tempos. A idade faz com que percamos o prazer em desfrutar de certas coisas, seja uma pelada com os amigos, seja uma cervejinha no boteco “pé sujo”, ou até mesmo uma micareta de pegação desenfreada. E aí, valeu a pena não ter passado por essas experiências em prol da busca de um ideal que você nem mesmo sabe se lhe renderá satisfação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa vida é o somatório de experiências. O celular de última geração, o carrão, o apartamento chique dificilmente entrarão em suas conversas e relatos de seu passado. Mas suas experiências sim, farão parte de sua memória, dirão quem você é e quem você foi, falarão muitas coisas sobre sua personalidade. Não há porque deixar essas oportunidades passarem sem vivenciá-las, não há porque ser somente mais um ser que tem, mas que não é. O ter passa, se torna obsoleto, sem utilidade e com alta dosagem de futilidade. O ser não, o ser fica, se impõe, é sempre uma soma na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, caro amigo, cuidado com o estilo de vida que adota. Tudo bem em buscar ganhar mais, ter estabilidade, ter reconhecimento na sua carreira. Mas em nada isso vai servir se você não viveu sua vida, se não passou por experiências que, quando for mais velho, ainda que tenha muito dinheiro, não voltarão jamais. Viva mais, use seu tempo de forma mais coerente. Não seja um viciado em trabalho ou estudo, deixando de lado pessoas bons, momentos bons. O preço que você pagará por essa omissão não terá como ser ressarcido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-6761978276670745792?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/08/o-que-busca.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7901216481515027603</guid><pubDate>Tue, 07 Jul 2009 04:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-07T01:24:33.950-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>O que? Quando? Como?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Você, caro amigo, com certeza já passou por momentos em que teve que optar por uma coisa e, ao mesmo tempo, abrir mão de outra que considerava importante. Isso é rotineiro em nossas vidas. Em diversas situações somos forçados a optar, algumas vezes com tempo para pensar, outras vezes com decisões tendo que ser tomadas ali, na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrir mão de determinadas coisas causa angústia, sofrimento, arrependimento, vontade de voltar atrás na decisão, principalmente quando a opção escolhida não supre a necessidade, não tem o resultado esperado. Algumas vezes esse retorno é possível, mas na maioria das vezes não. Como administrar esse tipo de situação, minimizando os impactos na nossa vida e na das outras pessoas envolvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse jogo de escolha não temos nenhum instrumento que irá analisar quantitativamente as opções e dar o veredicto sobre qual será mais benéfica para nossas vidas. Amigos, parentes, pessoas próximas, sempre poderão das suas opiniões, tentar mostrar um ponto de vista diferente que pode até clarear as idéias, trazer soluções diferentes. Acontece que a decisão final é nossa e, por isso, pesa na decisão um fator que entra em cena nessa hora, chamado intuição. É a intuição que fazer a balança pender para determinado lado logo de cara, logo quando estamos prestes a ter que tomar a decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da intuição é que ela é carregada de emoção, ao passo que o mais exigido numa hora dessas seria a razão. Seria, pois somente a razão nos prega ao chão, não nos deixa sonhar mais alto, vislumbrar possibilidades. Por isso a intuição se faz tão importante numa escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, caro amigo? Esse texto não é resposta para nada, assim como penso que nenhum outro é. Mas esse, em especial, é somente para deixar registrado aqui meu desejo de mudar. Mudar em que ainda não sei. Mas mudar, apenas mudar. O universo conspira para isso, dá sinais, cada dia mais claros, que essa mudança está chegando. É preciso enxergar isso, ver que não existe somente um lado da moeda, que não existe somente uma fruta no pé. A estação é inverno, mas vem aí a primavera para fazer a árvore da sua vida florescer, dar frutos novos, frutos que saciarão seus desejos, que te mostrarão novos sabores. Viva esses sabores, esses cheiros, extraia da vida um novo suco, um suco que garantirá uma energia até então desconhecida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7901216481515027603?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/07/o-que-quando-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4503543157202803676</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 02:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-26T23:34:07.563-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Sonhos interrompidos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O que se faz quando não se consegue aquilo que você tanto batalhou? Chora? Reclama? Fecha a cara e o tempo para quem está próximo a você? Não sei. Cada um tem seu meio próprio de mostrar descontentamento com as adversidades que a vida nos traz. Feliz ninguém fica e isso é consenso. Talvez a única alternativa reconfortante seja pensar que aquele momento não era o ideal para se ter a coisa almejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém gosta de perder. A gente pode até saber perder, e é importante que saibamos mesmo. Mas gostar de perder é um sentimento difícil, para não dizer impossível, de ser encontrado. Perder nos faz tirar lições, ver onde erramos, onde erraram conosco, ver o que poderia ter sido diferente. Ainda assim não é possível definir com exatidão o que teria acontecido caso tivéssemos feito diferente. De todo modo, é chato demais não conseguir as coisas.... ainda mais quando se batalha tanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é certa: ficar lamentando, somente, não adianta. Ainda mais quando essa lamentação vira um hábito de vida. Chega uma hora que ninguém mais tem pena de você, as pessoas nem querem mais ouvir suas histórias. A vida é assim. A gente sensibiliza as outras pessoas por um tempo, mas depois isso só tem importância mesmo para nós. Se com a morte, evento terrível, acontece isso, que dirá com um problema seu, uma coisa mal resolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, caro amigo, as coisas não andam sempre da maneira que a gente acha que deva andar. E que bom que é assim, senão o mundo seria uma verdadeira zona, já que os gostos, as vontades e desejos são variáveis. E bom que seja assim também para que possamos crescer como pessoas, para que possamos encarar as coisas com mais seriedade, dedicando nosso tempo e nossas habilidades com mais afinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega de lamento! A fase ruim se foi como uma gota de chuva que passou. O ciclo da água é lento, mas é certo. Com o tempo a gota que passou vai evaporar, virar nuvem e voltar. Como a fase ruim, a chuva com aquela gota nem sempre vai atingir a mesma pessoa, nem sempre a crise retorna. Não faça a dança da chuva, não atraia novas crises. Dê um ponto final nessa história e recomece outra. O final nunca é igual, pois o enredo vai mudar, você vai mudar, e para melhor, tenha certeza absoluta disso. Quando a gente quer de verdade, nem sempre a gente consegue, mas sempre a gente arruma forças para superar o que não deu certo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4503543157202803676?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/05/sonhos-interrompidos.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2375731385581300084</guid><pubDate>Sat, 28 Feb 2009 03:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-08T22:09:37.342-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Tentar</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Tentar. Essa é uma daquelas palavras que nos rodeia, uma espécie de mantra que é dito por muitas pessoas, mas colocado em prática por poucas. A coragem de buscar o desconhecido, de entrar numa questão em que a possibilidade de dar errado é grande o suficiente para desanimar os mais fracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todas as vezes estamos aptos a tentar. Talvez tenhamos uma espécie de bloqueio que nos impeça de ir muito além da nossa capacidade. Será? Difícil ser preciso nessa resposta. Essa bloqueio pode até existir, mas é temporal, momentâneo. Em um instante pode ser que lhe falte força para buscar o que está além do alcance, o que não deve ser visto com um ponto final na questão, mas apenas uma vírgula. Quem sabe esse interstício temporal não ocorra para que haja uma melhor preparação para encarar o desafio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso superar o medo. O verbo tentar abre o campo da possibilidade, de aventurar, de empregar os meios necessários para obter algo que se deseja. Não é um verbo de comando fixo, que carrega o peso da não execução. Tentando se obtém experiência, maturidade para que, na próxima tentativa, o sucesso esteja mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo esse texto tentando (ops!) mostrar a mim mesmo a importância de ir atrás daquilo que acredito, mas que tenho ciência que posso não conseguir. Quero acreditar mais na hipótese do sucesso do que do fracasso, mas não me abstenho de imaginá-lo como uma possibilidade. Algumas vezes escrevo como desabafo, outras com o intuito de internalizar a ideia, como é esse caso. A força de vontade busca suas energias em diversas fontes. Acreditar em você, no seu potencial, é motivação para tentar e buscar aquilo que você quiser. Se não der, não era para você, talvez seu talento seria sub-aproveitado naquela meta desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2375731385581300084?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/02/tentar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-536057942332662445</guid><pubDate>Fri, 16 Jan 2009 14:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:34:52.685-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Eu, tu, ELES</title><description>&lt;div align="justify"&gt;É indiscutível que precisamos de outras pessoas em nossas vidas, que precisamos compartilhar nossas vitórias e, sobretudo, nossas derrotas, com intuito de minimizar o sofrimento e tentar enxergar soluções sob outros pontos de vista. É natural que busquemos este auxílio, seja ele com os pais, namoradas, amigos, enfim, qualquer pessoa que nos seja próxima e que esteja pronta para nos ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conforto de estar amparado em braços confiáveis não tem preço, é importante para nos reerguer nos piores momentos, nos trazer de volta à realidade e nos mostrar que qualquer problema, por pior que seja, é passageiro. Sabemos disso, mas só nos atentamos quando ouvimos de outra pessoa, já que nos períodos de crise enxergamos em ângulo reduzido, vendo pouca ou nenhuma saída para o que nos aflige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é saber até que ponto estamos buscando este apoio e a partir de que instante esta ajuda vira interferência, intromissão excessiva. Há pessoas que são extremamente dependentes de outras, que precisam a todo momento saber qual a opinião daqueles que os cercam, que vivem em função do que o outro pensa. E, para fechar a lógica, há pessoas que vivem para controlar a vida de outras, que querem emitir opinião sobre tudo, controlando cada passo daquele que se deixa dominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente este tipo de controle é feito pelos pais. Talvez por um sentimento de frustração por não ter obtido êxito em algum ponto da vida, em alguma profissão, certos pais têm por hábito controlar tudo o que os filhos fazem, querendo que eles sigam por caminhos que, em última análise, seriam seguidos, caso fosse possível, por eles próprios. E não é somente no campo profissional que isso é visto. Alguns pais manipulam a ponto de controlar o que o filho vai vestir, como vai se comportar em um evento, com quem vai namorar. E você, caro amigo, deve imaginar que estou falando de uma relação de pais com uma criança, certo? Errado! Este tipo de relação acontece até mesmo quando o filho atinge a fase adulta, quando já tem suas características e personalidade bem definidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual seria o motivo desta relação “eu-mando-você-faz”? Genericamente falando, penso que seja a dependência. E não somente dependência financeira, como muitos pensam. Conheço casos de pessoas que já teriam condições de cortar o cordão umbilical, mas que sentem medo de sair de casa, de perder aquele conforto, e por isso se submetem a este processo de interferência, vivem em função do que os pais desejam. Trocam a liberdade pelo conforto, vendem uma das coisas mais preciosas por um preço medíocre. Será que vale a pena? Bom, eu penso que não e pelos casos que observo, vejo que as pessoas que optam por esse estilo de vida não são felizes, não vivem com aquele prazer de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só de pensar em perder o conforto, a roupa lavada pela mamãe, a comidinha pronta, algumas pessoas vão deixando as coisas acontecerem, sem perceber que, num certo momento da vida, acordarão para a realidade e observarão que não fizeram nada daquilo que queriam fazer, que tudo o que foi feito até então teve manipulação externa. Só que esse momento de acordar pode ser muito tarde e as oportunidades perdidas não mais voltarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passei por esse tipo de situação em certo momento. Não com os pais, já que sempre tive uma criação muito liberal, mas com os sogros. Fui me deixando envolver demais, expondo demais a vida, deixando-os saber tudo o que se passava no relacionamento. Até certo ponto não me incomodava, já que tínhamos de tudo com eles, era praticamente um relacionamento entre pais e filhos. Acontece que, com o passar do tempo, a interferência foi se excedendo, foi chegando a um ponto de querer saber a todo momento para que lugar sairíamos, qual horário do retorno, quem foi conosco, enfim, exigiam informações como se fossem realmente meus pais, pais de um adolescente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com algumas pessoas que conheço, vendi minha liberdade por um conforto, por um apoio. Paguei caro por isso e vi que minha vida era controlada, em certo ponto, por outras pessoas. Minha sorte é que essa interferência se restringia mais ao relacionamento, apesar de, algumas vezes, respingar na minha vida particular. Mas ainda assim aquilo me incomodava. Como nós devemos tirar lições das coisas que acontecem, vi que não valia mesmo a pena manter este tipo de relacionamento com os sogros. Eles são importantes sim, não é para brigar, ficar cada qual no seu canto. Mas também não é para ter tanto contato, ter uma dependência que se transformará, inevitavelmente, em uma interferência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-536057942332662445?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2009/01/eu-tu-eles.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2393514634595467553</guid><pubDate>Mon, 01 Dec 2008 21:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:36:29.458-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Exteriorizar</title><description>&lt;div align="justify"&gt;No nosso convívio diário somos constantemente cobrados a expressar o que estamos sentindo, ainda que esta expressão não seja necessariamente a realidade. Em todos os momentos as pessoas querem saber o que sentimos e esta resposta é dada, em diversas ocasiões, até mesmo pela linguagem corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo um pouco da generalidade e partindo para o campo do relacionamento, esta necessidade de expressão toma forma ainda mais forte. O pólo passivo na conversa quer ouvir sempre o que a outra parte tem a dizer e cobra, sobretudo, expressão de sentimento. Nem sempre o que se fala e o que se ouve é verdade, visto que a mentira se faz necessária em alguns momentos, como eu já relatei no texto “A mentira acalentando a alma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, homens, somos cobrados quase que diariamente a dizer o que se passa em nossa cabeça no que tange ao relacionamento. Falar o que estamos sentindo, se gostamos, o quanto gostamos, o que pretendemos. Parece, aos olhos alheios, que esta é tarefa fácil, quase sistemática. Não é. E explicarei o motivo desta falta de sintonia entre quem quer ouvir e quem é quase obrigado a falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou falar por toda a categoria masculina, já que há muita diferença entre nós. Falarei sobre mim e sei que muitos colegas irão se identificar, já que observo o mesmo comportamento, em relação a este assunto, mesmo em pessoas que possuem personalidade diversa da minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece, caro amigo, que nós temos sim uma extrema dificuldade em externar o que sentimos. Não é tarefa muito fácil chegar e falar “te amo”, “estou apaixonado por você”, “você é a mulher da minha vida”. Na maior parte das vezes é exatamente isso que sentimos, mas esperamos a mulher enxergar isso de outras maneiras, sabendo que são estes sentimentos que fazem parte da nossa vida em comum. Problema maior é que é complicado a mulher enxergar isso de outras maneiras e ela precisa, necessariamente, de ouvir isso de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, expresso o que sinto através das ações. Não tive uma criação com muito contato corporal, com expressão de sentimentos. Apesar de todo o amor materno que recebi, ele não foi materializado com palavras ou carinhos, mas sim por ações, na maior parte das vezes de cunho altamente altruístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de atitude vale para os dois lados. Tanto para as pessoas que gosto quanto para aquelas por quem não tenho tanta admiração assim. No caso destas, minha expressão resume-se ao ato de ignorar. Não sou de xingar, brigar, ficar falando mal. Apenas ignoro, como se aquela pessoa nunca tivesse feito parte do meu convívio. Acho melhor agir assim. Sei que em muitas vezes deixo de resolver conflitos que poderiam ter melhor solução, mas é um ato semi-institivo de me afastar das coisas que me incomodam. E isso não é uma mera fuga de problemas. É diferente. No caso dos problemas, procuro resolvê-los, não deixando que se tornem uma bola de neve. Este tipo de comportamento é mais limitado ao campo interpessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo isso tudo para tentar demonstrar que muitas vezes você pode estar cobrando demais dentro de seu relacionamento. Ao invés de cobrar apenas palavras, tente observar o que é feito por você, o quanto a outra pessoa sacrificou interesses pessoais em seu favor. As atitudes têm muito mais valor que palavras soltas no ar. Lembro-me de um exemplo que marcou isso para mim: um amigo estava num início de relacionamento ainda e, por uma fatalidade do destino, perdeu seu pai. Nessas horas aparecem muitos “amigos”, parentes distantes e outras pessoas que realmente sentiram o baque daquela perda. Entre todas essas pessoas, a que mais me chamou a atenção foi a namorada deste amigo. Como era bem no começo do namoro, não sabíamos como seria o comportamento dela. Muitas se afastariam, deixariam o assunto para a família somente. Não foi isso que ela fez. Ficou ao lado dele por todo o tempo, dando um enorme apoio, sacrificando seu trabalho, seu descanso. Precisava falar que o amava? Coloque na balança um gesto assim e uma mera exteriorização e veja o que pesa mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar é importante sim, mas não é tudo. Muito mais coisas podem ser ditas com gestos. Enxergue isso e veja que a pessoa que você coloca na parede para falar o que você quer ouvir, às vezes está dizendo isso, através das ações, há muito tempo. Leve em consideração que a pessoa pode ser tímida, pode ter dificuldades de ficar falando. Você pode não ser assim, pode falar a todo momento, mas lembre-se que as pessoas são diferentes e é o respeito a estas diferenças que faz com que um relacionamento seja bem sucedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2393514634595467553?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/12/exteriorizar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-7067369917369861202</guid><pubDate>Sat, 01 Nov 2008 16:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:03.104-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Reviravoltas</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Época de aniversário é momento em que refletimos sobre nossa vida, remoemos o passado em busca de respostas para coisas que não andam bem. Mas também é momento de focar nossa visão à frente, buscando sempre perspectivas de melhoras. A chegada da nova idade mexe com nossa cabeça, nos faz pensar diferente do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez este texto assuma um tom de desabafo. Ficar longe de casa, das pessoas queridas, faz com que este seja a válvula de escape. Mas, diferente dos outros textos, já que o momento também é diferente, este desabafo aqui não assumirá nenhum traço de melancolia. Ao contrário, será a fotografia do momento feliz que passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei o aniversário sozinho. Nem mesmo os novos colegas que fiz ficaram sabendo. Não gosto de sair divulgando e, caso fiquem sabendo, legal, não me incomoda receber parabéns. Se estivesse vivendo um outro momento, com certeza seria doloroso passar uma data assim só. Mas não foi. A realidade que me cerca faz com que qualquer nuvem carregada de tristeza se transforme em respingos ao me atingir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É extremamente gratificante fazer aquilo que você gosta, que você batalhou para conquistar. Não existe tarefa chata, mas sim tarefa que é realizada pela pessoa errada, talvez em um momento errado. Se todos pudessem fazer o que dá prazer, as coisas seriam mais tranqüilas. Todos nos nascemos com aptidões para determinados setores, mas somente a minoria consegue o encaixe perfeito entre este dom e seu ofício. É uma luta cruel, mas é preciso forças. Seu momento agora pode não estar agradável, você pode ir para o trabalho sem motivação alguma, mas tenha em mente que isso é temporário e que, se você realmente quiser mudar sua vida, você consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar quando está ruim é necessário. Somente reclamar, sem tomar nenhuma atitude, não resolve absolutamente nada. Quantos exemplos de amigos que querem passar em concursos públicos, mas chegam do trabalho e sentem em frente à TV, vão beber, enfim, fazer tudo menos estudar? É difícil, é desgastante, diversas vezes pensamos em desistir, em largar tudo e esperar para ver o que acontece. E aí a bola de neve não pára de crescer. Vamos reclamar mais ainda, aumentar o desgosto de ir trabalhar, viraremos uns chatos, descontando até mesmo em pessoas próximas a nós as nossas angústias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, caros amigos, a dica é essa. Passei um bom tempo em busca de soluções para minha vida. Demorou sim, sei que perdi chance de diminuir este tempo já que em muitas situações fui displicente, deixei de fazer uma obrigação para poder apenas matar o tempo. Claro que ainda não tem nada resolvido, que as coisas não estão do jeito que eu quero, mas uma boa parte do caminho já foi feita. O que você quiser fazer você consegue. Basta que você se empenhe para isso. Veja-se fazendo aquilo que te dá prazer, pense como se estivesse na carreira, vivenciando as situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que este texto fugiu um pouco dos padrões dos outros. Uma amiga disse-me que sofro do mal do escritor depressivo, que só consegue escrever coisas razoáveis quando passa por momentos ruins. De fato, as idéias aparecem mesmo nestes momentos. Mas entre vivenciar um momento feliz e escrever textos ruins ou ficar triste para escrever melhor, fico com a primeira opção. Perdoem-me, meus amigos, mas pensem que o desprazer de ler algo ruim é compensado pela felicidade do amigo que vos fala. É uma troca justa? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-7067369917369861202?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/11/reviravoltas.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3482028199456729697</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2008 00:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:03.105-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>A importância do feio e da derrota</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Não sei como é para você, caro amigo, mas uma manhã ensolarada funciona para mim como um estímulo para acordar mais alegre, para aproveitar mais aquele dia. Mesmo com sono, tendo dormido mal, basta ver o sol chegando, um céu sem nuvens, que o humor muda, a perspectiva de ficar bem durante todo o dia também. Acredito que o Sol tem este poder de interferir no humor das pessoas. Prova disso é a diferença dos nordestinos para os sulistas do Brasil. No Nordeste, apesar de tudo, das crises, da pobreza, pessoal está sempre rindo, sem disposto. Já no Sul acontece justamente o contrário: pessoas que têm um nível de vida relativamente melhor, mas que andam sempre com a expressão fechada, parecendo estar de mal com a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, amigos, disse isso tudo porque, ao valorizar aquele dia maravilhoso que se iniciava, percebi a importância do dia nublado, cinza, feio. Se ele não existisse, com toda certeza eu não daria valor para o dia limpo, não veria o Sol com os mesmos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, penso nesta situação como uma lição para o nosso dia-a-dia. Sempre buscamos o melhor, damos o nosso melhor a fim de conquistar vitórias sucessivas. É assim como todo mundo. Ninguém gosta de perder, nem mesmo no par ou ímpar. Quem falar que gosta está mentindo ou é candidato a assumir a vaga de Madre Teresa de Calcutá. Gostar de perder não existe; saber perder é uma dádiva, mas este “saber” deve ser entendido na maior concepção possível da palavra. É saber como entender, analisar e ver onde errou, o que influenciou a derrota e o que vai (vai, e não deve) ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A derrota vem para todos, é natural. No momento que ela chega é terrível, parece que o mundo tende ao caos, que nunca mais recuperaremos as forças. É questão temporal, em breve passa. Tenho certeza que você se lembra de mais momentos bons do que os ruins. Mas aí que entra a importância do insucesso: dar valor maior ao sucesso, à vitória, às conquistas. Só vencer não tem graça. Fazendo uma metáfora muito ruim, pego um caso de quando jogo videogame com um primo de 11 anos. Ele consegue ser pior que eu e não ganha nenhuma partida do futebol virtual. Que graça tem jogar assim? Nenhuma! As vitórias somente têm aquele gostinho bom quando durante a partida surge a possibilidade da derrota. Lutamos mais, nos esforçamos mais para vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, quando passar por um momento assim, tente encarar desta forma. A derrota, o feio, sempre passa. Como diz um ditado popular “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. Vivemos ciclos, numa roda-gigante que alterna momentos felizes com decepções. Problema que esta roda não possui a regularidade de um relógio. Como se fosse um moinho. É tarefa nossa soprar o vento que o movimenta. Quando ele estiver no lado ruim, furacão, para passar ligeiro. Do lado bom, brisa marítima, lenta, para valorizar o momento e deixar ainda o perfume do mar na nossa lembrança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3482028199456729697?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/09/importncia-do-feio-e-da-derrota.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-8906719048404093492</guid><pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:03.105-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Mundo mundo vasto mundo</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sei se este é um sentimento coletivo ou uma paranóia individual minha. De todo modo, é uma sensação que incomoda, faz sentir menor. Não ocorre em todos os momentos, aparecendo, sobretudo, quando sinto que o tempo passou e nada produzi, ou seja, literalmente falando, matei o tempo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Falo da sensação que tenho quando imagino que o mundo corre, as coisas acontecem, pessoas nascem e morrem, e aqui estou, preso a uma bolha, a um pequeno círculo, sem saber ao menos o que se passa na casa do vizinho ao lado. Pense bem, só neste tempo em que você leu este pequeno trecho do texto, quantas coisas, boas ou ruins, já aconteceram. Acha isso estranho? Já pensou sobre isso? &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Quantas vezes já deixamos de fazer alguma coisa e nos arrependemos logo depois por não ter feito? E se tivéssemos lá, o que seria diferente? Aparentemente nada. A Terra continuaria girando do mesmo modo. Não para nós, obviamente. Cada escolha implica numa diferente reação do mundo, do nosso mundo, do mundo daquele que nos cercam. Pensando desta forma, é uma responsabilidade enorme cada decisão que tomamos. Talvez por isso, por um instinto que nos previna desta paranóia, é que analisamos, ação por ação, o que vai ser melhor para nós. &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Arrepender por não ter feito algo ou por ter tomado aquela decisão, o que é pior? Não sei. Acredito que a linha de se arrepender do que não se faz somente é melhor. Não tomar a decisão, não fazer, é pior em dois sentidos: primeiro por saber que uma decisão em contrário poderia ser boa, depois por ter perdido a chance de mudar alguma coisa, nem que seja uma mudança boa de humor, ainda que temporariamente. Quando a gente faz, na maioria dos casos é possível ou retornar ao ponto de origem, ou deixar a coisa como está. Não fazendo, fica difícil saber o que poderia ser, além da decepção pela falta de coragem pela omissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Há remédio para este sentimento de ser pequeno perto da imensidão do mundo? Talvez. É um remédio natural, que deve ser tomado em doses homeopáticas. Basta viver, usufruir o bem maior que temos, a liberdade de opção. Ir a uma festa ou ficar em casa num sábado à noite, o que é melhor? Vai ser melhor sempre aquilo que o coração mandar fazer no momento. Mas não basta escutá-lo, sob o risco de confundir suas “falas” com outros sentimentos, como a preguiça, por exemplo. Antes de tomar uma decisão, pense, reflita, não responda de pronto. Quantas vezes fomos a um lugar achando que seria horrível e na verdade foi muito bom? E quantas vezes aconteceu o contrário? Aposto que a primeira situação ocorre muito mais que a segunda, não? &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Não quero passar em casa enquanto o mundo gira. Vivemos em um formigueiro, então que conheçamos, ao menos, as formigas que aqui vivem conosco. Para conhecê-las, temos que ir a lugares, aos eventos. A internet ajuda nisso, mas é insuficiente, já que ao mesmo tempo em que une pessoas com interesses semelhantes, as afastam, pela frieza de um monitor e pela comodidade que trás, que se transforma numa preguiça de sair dali.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Então, caro amigo, viva, converse, conheça, se entretenha e se entrelace com o que lhe agrada. O que se busca nesta vida? Certamente não é apenas dinheiro ou bens. É mais que isso. A busca pela felicidade está interligada no contato com outras pessoas. De nada adianta ter tudo e não ter ninguém para compartilhar seus feitos. A sensação de ter conhecido pessoas legais é mais intensa do que a de comprar uma roupa da moda. Esta última passa tão rápido quanto a própria moda, ao passo que a primeira tem efeito prolongado e pode ser repetida inúmeras vezes, bastando que a gente queira.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;É isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Obs: o título deste texto foi tirado do Poema de sete faces, de Carlos Drummond de Andrade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-8906719048404093492?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/07/mundo-mundo-vasto-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-1880394822324598351</guid><pubDate>Thu, 12 Jun 2008 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:03.106-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Futebol e interação social</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez você, caro amigo, não goste ou não pratique futebol. E talvez, por isso, não vá compreender muito bem o que irei dizer nas próximas palavras. Ainda assim, é bom que leia e, tenho certeza, passará a compreender um pouco melhor a magia que o futebol exerce nas pessoas. Não é por um acaso que ele é o esporte mais praticado e acompanhado do mundo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vivemos em um mundo cada vez mais individualista e em que, a cada dia mais, as pessoas buscam contatos apenas de cunho profissional, mantendo relações frágeis e vãs. A falta de tempo, a necessidade de apoio em caso de desemprego, o egoísmo, são alguns sustentáculos deste tipo de relacionamento. Como acontece em tudo na vida, quando não se pratica determinada ação, perde-se o hábito e, no momento em que for necessário, as pessoas terão dificuldades em iniciar um relacionamento desprovido dos interesses materiais. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E é nesta linha que entra o futebol. É impressionante o que acontece com as pessoas quando jogam ou mesmo quando assistem a uma partida. No primeiro caso, cito o exemplo de uma pelada, organizada por uma turma de faculdade, por exemplo. Sempre aparece um colega de alguém da sala para jogar. O cara vai lá, entra e joga. Até aí tudo bem. O engraçado é que, passados 5 minutos de jogo, as pessoas que não conhecem este cara já estão conversando com ele, pedindo bola, abraçando na hora do gol e xingando por um passe errado. Tamanha intimidade construída em apenas alguns minutos. Detalhe é que, em muitos casos, um não sabe nem o nome do outro. Ainda assim estão ali, traçando laços de afinidade que, numa situação normal, demorariam meses para serem construídos. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Num estádio, por exemplo, a mesma coisa: pessoas desconhecidas que, ao apito inicial do juiz, tornam-se “amigas” de longa data. Quando o time do coração está mal, sobra xingamento para juiz, jogadores e técnicos. Palavrões que jamais seriam ditos daquela forma, aos berros, perto de pessoas estranhas. E na hora do gol? É um tal de um abraçar ao outro, pular, gritar junto. Quando o time perde uma final é que a coisa fica interessante: um bando de marmanjo chorando, tentando reunir forças para ir embora e esquecer aquela decepção. Homem não chora! Não chora perto dos pais, da mulher... vá a um estádio em dia de final e observe a torcida do time perdedor para você ver!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há também um outro lado. Como pessoas amigas, conhecidas há muito tempo, podem se tornar “inimigas” dentro das quatro linhas. No calor de uma partida, com um jogando para cada lado, basta uma entrada mais forte que o clima esquenta e as coisas só não entram para as vias de fato porque a galera do abafa está sempre presente. Ao esfriar a cabeça, tudo volta à normalidade, com o pessoal rindo daquela situação. Tudo é esquecido e na outra pelada pode ser que aconteça tudo de novo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como vê, o futebol não tem esta força à toa. Ele é mágico, exerce um fascínio, causa sensações inexplicáveis nas pessoas. Um cara frio, que mal abraça a mulher, faz um gol num campeonato importante e só falta beijar os companheiros de time (olha que isso já aconteceu em alguns jogos!). Um cara calmo, que não gosta de briga, é capaz de entrar numa confusão generalizada &lt;st1:personname productid="em campo. E" st="on"&gt;em campo. E&lt;/st1:PersonName&gt; assim seguem as partidas, as peladas e o mundo de emoções que o futebol proporciona às pessoas. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;É isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-1880394822324598351?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/06/futebol-e-interao-social.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-3636889302037030406</guid><pubDate>Fri, 16 May 2008 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:45.470-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cotidiano</category><title>O uso de algemas pelas polícias</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Dias desses a Polícia Federal trabalhou em uma operação que desmantelou uma quadrilha que, com a atuação de grandes lobistas, conseguia liberar recursos do BNDES. Várias pessoas estão sendo investigadas e algumas já foram presas temporariamente. Suspeita-se até mesmo que o Dep. Federal Paulinho da Força Sindical esteja envolvido com esta quadrilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, ao prender um advogado, chamado Ricardo Tosto, a PF foi bastante criticada pela OAB e por outros setores da sociedade, somente pelo fato de ter colocado algemas naquele suspeito. Dizia-se que o uso das algemas era constrangedor, intimidatório, desnecessário. Será mesmo? Vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No bendito caso da Isabella Nardoni, a PM paulista utilizou algemas na condução do casal suspeito. No momento da prisão, havia um aparato que envolvia mais de 20 viaturas, centenas de policiais das tropas de elite das polícias civil e militar e aquele mundo de gente hostilizando o casal e gritando palavras de ordem. Seria mesmo necessária a utilização das algemas? Haveria alguma possibilidade de reação dos dois? Claro que não. Mas ainda assim, as “pulseiras” foram usadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos até onde li sobre este episódio, não vi ninguém reclamando, a não ser o pai do Alexandre Nardoni, que havia feito um acordo com a polícia para que a entrega do casal fosse feita de uma forma mais tranqüila, o que também não foi respeitado. No momento que o pai e a madrasta chegavam às suas respectivas delegacias para a formalização da prisão, quase tiveram o braço quebrado, devido ao empurra-empurra dos jornalistas e da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou aqui defendendo ninguém. Não faço parte da equipe de advogados do casal. Estou apenas usando um exemplo atual para mostrar que, talvez por falta de uma padronização, o uso das algemas é um dos assuntos mais controversos dentro do âmbito policial. A legislação pouco fala sobre isso. No Código de Processo Penal, embora não mencione a palavra algema, há uma previsão de que o uso da força somente será permitido em caso de fuga ou para evitar agressão contra o preso e contra terceiros. A Lei de Execução Penal fala que, em seu artigo 199, que o emprego de algemas será regulado por decreto federal, o que ainda não foi feito até o presente momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões são: Por que há diferenciação neste uso? Por que algumas pessoas usam algemas e outras não? Qual o critério utilizado? Em um primeiro momento, penso que o critério se baseia na situação econômica. Isso vale para a maioria dos casos. Pessoas com situação financeira bem favorável dificilmente são algemadas ao serem detidas. Após, penso que o uso também se baseia em um caráter expositivo, não somente das pessoas presas, mas também do órgão coercitivo, querendo mostrar trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que não há regulamentação, a solução é adotar um critério único. Grampo em todo mundo que for detido. Se a justificativa é a segurança da pessoa e dos que a detêm, nada mais justo que o tratamento seja igualitário. Não sei qual deve ser a sensação de ser preso, e espero jamais saber, mas deve ser uma coisa perturbadora. Imagina uma pessoa pacata, mas que está no mundo do crime, por exemplo, de corrupção. Imagine que esta pessoa tem uma arma em casa e, ao saber que vai ser presa, resolve tentar se safar, no calor daqueles acontecimentos. Nunca se sabe qual será a reação de uma pessoa detida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tudo isso o ideal é algemar, deixar a pessoa imóvel por um tempo, para os ânimos se acalmarem e, após isso, verificar se ela tem condição de conversar ou depor sem estar algemada. Seja membro da OAB, juiz, parlamentar ou ladrão de galinhas. Tratamento igualitário, procedimento padrão e menos uma polêmica a ser discutida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-3636889302037030406?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/05/o-uso-de-algemas-pelas-polcias.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-6477580747122786769</guid><pubDate>Fri, 02 May 2008 02:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:12.693-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>A mentira acalentando a alma</title><description>&lt;div align="justify"&gt;A capacidade de pensar é o que mais difere o ser humano dos outros animais. Penso, logo existo, diria Descartes. Penso, minto, logo existo, eu completaria. A mentira é um subproduto do pensar e está encravada na consciência humana. Somos educados e crescemos ouvindo e praticando mentiras diariamente. E talvez não houvesse possibilidade do convívio entre as pessoas se não existisse a mentira para amenizar algumas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cachorro, por exemplo. Ele jamais mente. Se gostar de uma pessoa, abana o rabo, fica perto, chama para brincar. Quando não gosta, late, rosna, morde. Ele não finge ser uma coisa que não é. Apenas demonstra, sem hesitar, o que está sentindo naquele momento. Com os outros animais também funciona assim, em menor ou maior sinal de demonstração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nós, os evoluídos seres humanos, necessitamos da mentira. Por vezes ela serve como um conforto às inquietações. Por outras, para mascarar falsas felicidades, que aumentam ainda mais o ciclo da mentira em nossas vidas. Muitas pessoas fazem de suas vidas uma grande encenação, atuando de forma a convencer que sempre vivem maravilhosamente bem. São pessoas que usam a mentira em sua forma mais cruel, que é a de mentir a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em diversas situações a “auto-mentira” se faz presente. São pais que sabem que suas filhas vão para as casas dos namorados, mas que fingem para si que elas estão com as amigas. São pessoas que fingem estudar enquanto estão com a cabeça em outro lugar, somente para dar uma satisfação de que fazem alguma coisa. Outras que fingem um altruísmo coletivo enquanto o egoísmo as corroem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens e mulheres usam a mentira cada qual a sua maneira. As mulheres mentem mais nas amizades, tecendo elogios falsos umas às outras, sugerindo coisas que não gostariam para elas próprias. Homens mentem em relação ao trabalho, têm vergonha quando não estão no mesmo status que os amigos. Além disso, usam um bocado da mentira nos relacionamentos, que talvez não durassem uma semana se elas não fossem mesmo usadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso saber dosar. Não há como ser verdadeiro todo o tempo, sob o risco de magoar pessoas queridas. Pense como seria ruim se uma amiga lhe perguntasse se está gorda? Por mais que você pense que sim, jamais pode falar isso na lata. A mentira pode e deve ser usada em algumas ocasiões, mas sempre de um modo moderado. Mentir ou omitir uma informação pode trazer a paz ou levar ao inferno. Mais importante do que mentir ou não, é saber até que ponto esta atitude interfere na esfera pessoal do outro e quais seriam as conseqüências reais caso tudo viesse à tona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-6477580747122786769?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/05/mentira-acalentando-alma.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>13</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-2089784490020842774</guid><pubDate>Sun, 27 Apr 2008 00:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:12.693-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Comportamento</category><title>Reflexões em uma noite de sábado</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Da minha janela ouço adolescentes tocando violão e cantando na porta de um bar. Quando mais jovem, não era bem esse meu programa preferido, mas ainda assim me parece ser divertido. Se estou em casa hoje, é fruto de uma série de acontecimentos das últimas semanas, entre eles um tombo de moto e, fato que já acontece há bem mais tempo, a chamada restrição financeira para extravagâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar em casa não era bem o que queria. Gosto de sair, conversar com amigos, ver pessoas diferentes. Mas no momento penso que isso não é o melhor para mim. Tenho outras prioridades, que deveriam ser cumpridas neste período de reclusão domiciliar, mas que são realizadas apenas em parte (estudar, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranho é a busca por uma felicidade que nunca vem de forma completa. Sei que ela não existe, que a nós vivemos momentos de felicidades. Isso é mais do que óbvio para mim. Mas há momentos em que as coisas parecem ter saído do eixo, que nada se encaixa. Dias desses fiz um pequeno teste de personalidade em um site e, segunda uma definição no resultado, às vezes entro em um momento que eles denominam “modo-catástrofe”, onde só vejo o lado ruim em todas as possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que todas as pessoas são assim, variando apenas na escala de percepção desse sentimento.  São fases da vida, complicadas, bem verdade, mas que passam, assim como passam também os momentos felizes que vivemos. Talvez fosse banal termos apenas bons momentos. Os ruins têm grande serventia, que é a da valorização dos bons, quando acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é sentir o momento da felicidade? Cada pessoa sente de acordo com o que gosta, com o que considera essencial para sua vida. Algumas pessoas ficam felizes quando ganham dinheiro, outras pela vitória do time, outras pela vitória de outras pessoas. No momento, o que me satisfaz são vitórias pessoais, quando consigo alcançar coisas que desejo, através de meu esforço. Talvez por isso que esteja passando por uma fase um pouco ruim, já que, apesar de algumas aprovações em concursos, andei tendo resultados insatisfatórios. Como disse, acredito ser apenas uma fase que, ainda que existam outros fatores, tem grande parcela de culpa exclusivamente minha. Como mudar? Simples. Mudando. Mudando métodos, rotinas, hábitos, me esforçando mais, fazendo por onde. Já tive fases em que fui um lutador, que batalhei para conseguir o que eu queria. Agora me sinto mais fraco, talvez pela idade, talvez pela falta de motivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que você, caro amigo, não tem nada com meus problemas. Talvez, e espero que sim, você esteja em um bom momento de sua vida. Mas este pequeno relato serve como um alerta, mostrando que sempre a gente vai ter que percorrer os baixos caminhos da alegria, sempre teremos que superar momentos ruins para que o sabor da vitória seja mais gostoso. Pode apostar que em breve estarei aqui falando sobre conquistas, sobre como minha vida mudou. É assim com todos, não temos muitas escolhas. Viva, tente aproveitar seus momentos e tirar lições de qualquer coisa que acontecer, para que você esteja mais preparado quando coisas não tão agradáveis surgirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-2089784490020842774?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/04/reflexes-em-uma-noite-de-sbado.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-65368695751621591.post-4606363561193288801</guid><pubDate>Sat, 26 Apr 2008 04:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-15T21:37:45.471-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cotidiano</category><title>Caso Isabella Nardoni - como não falar sobre?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Tudo bem que esta história já ocupa metade dos nossos telejornais. Mas resolvi escrever alguma coisa sobre, com a simples intenção de deixar como registro um dos casos mais estranhos, não pelo crime, mas muito mais pela exposição que ele teve na mídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: é um caso muito cruel, sim, jamais negarei isso. Qualquer morte desta forma é cruel. Apenas acho que casos assim acontecem todos os dias, várias crianças são mortas de diversas formas e pouco se fala sobre. O caso Isabella reina na mídia há quase 1 mês, com diversos personagens que contribuem para que esta exposição se faça cada dia mais presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma semana que ela foi morta, um cara em BH deu um soco na boca de um bebê, matando-o desta forma. Quem ficou sabendo disso? Pouquíssimas pessoas. Era um caso para ser discutido também. Por que este caso da menina da janela caiu na mídia desta forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido a situação financeira das famílias envolvidas? Acredito que sim. Se o caso ocorresse na Cohab, em SP, não haveria tanta repercussão (ou nenhuma, melhor dizendo). Outra coisa que contribui, e muito, para isso, é a necessidade que a grande massa brasileira tem de acompanhar “novelas”, casos que tragam ao cotidiano a vida de outras pessoas, expõe os pontos fracos dos outros. Por que você acha que o &lt;em&gt;Big Brother&lt;/em&gt; faz tanto sucesso assim? Pelo menos motivo, necessidade de esquecer da própria vida através do julgamento dos problemas alheios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia extrapolou seu papel de informar. Passou a acompanhar este caso de uma forma exaustiva e, desta forma, incitou a população ao pré-julgamento, condenando o pai e a madrasta da menina antes mesmo do início da produção de provas no inquérito policial. Hoje em dia a polícia paulistana é obrigada a mobilizar dezenas de policiais para apenas acompanhar os indiciados ao depoimento na delegacia. Uma tropa de elite lá, formada pelo melhores policiais, que recebem as melhores armas e treinamentos, é forçada a fazer escolta de 2 pessoas, de ter que ir à rua onde moravam para cadastrar moradores que poderão entrar no prédio no dia da reconstituição dos fatos. Isso não é brincadeira. E os outros crimes, que certamente estarão ocorrendo na cidade, quem irá combater?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a elucidação deste caso, é preciso que todos os atores envolvidos vejam em que medida sua participação influenciou no tamanho que este caso alcançou. Isso não pode se repetir, sob o risco de termos um colapso do sistema de punição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É isso.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/65368695751621591-4606363561193288801?l=comentandoaoacaso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://comentandoaoacaso.blogspot.com/2008/04/caso-isabella-nardoni-como-no-falar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitão)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item></channel></rss>